CMA-J

Colectivo Mumia Abu-Jamal

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Julgamento de Mbarek Daoudi, preso politico saharaui .



"Julgamento de Mbarek Daoudi, preso politico saharaui .
Amanhã, dia 27 de Outubro o Preso Politico Saharaui. Mbarek Daoudi será presente no tribunal de primeira instancia de Agadir para julgamento.
Mbarek Daoudi encontra se preso desde Setembro de 2013, após ter denunciado e indicado a localização de valas comuns de cidadãos saharauis assassinados pelas autoridades marroquinas a organizações estrangeiras.
Após esta denuncia, ele foi acusado de ter uma arma como, uma desculpa para a sua prisão. A arma em questão pertence â sua famí­lia e é uma herança do seu avô, não sendo disparada há décadas.
Daoudi esteve  detido mais de 18 meses , sem julgamento, numa cela superlotada com presos de delito comum, sem as condições básicas aceites internacionalmente. Foi vitima de tortura por várias vezes e condenado a 3 meses de prisão no inicio deste ano que teve que cumprir apesar, tendo sido novamente julgado passados os 3 meses com nova condenação tendo a sua data de libertação , Setembro de 2015, não sendo libertado e novo julgamento agendados para 27 de Outubro."

Saudação ao 38º Aniversário da República Árabe Saarauí Democrática



Saudação da Direcção do CPPC acerca do 38º Aniversário da república do Saarauí

O Conselho Português para a Paz e Cooperação saúda o 38º Aniversário da República Árabe Saarauí Democrática que ocorre, hoje, dia 27 de Fevereiro de 2014.

Em Fevereiro de 1976 a Frente Polisário Movimento de Libertação da antiga colónia espanhola de Sagia el Hamra e Rio de Ouro, constituído em 1968, tomou a decisão histórica de, em nome do Povo Saarauí, proclamar a República Árabe Saarauí Democrática, assumindo a responsabilidade de garantir a soberania do Saara Ocidental e a defesa dos direitos inalienáveis do seu povo a uma Pátria livre e independente, no território que lhe foi legado pelos seus antepassados.

A violenta ocupação do território do Saara Ocidental por Marrocos e pela Mauritânia, o prosseguimento da luta contra as potência ocupantes, a saída da Mauritânia do conflito e a deslocação forçada de centenas de milhares de saarauís para acampamentos no território contiguo da República da Argélia, a ocupação por colonos marroquinos de grande parte do Saara Ocidental, figuram na História moderna como uma das mais graves violações do direito internacional e da Carta das Nações Unidas.

O direito do povo do Saara Ocidental à autodeterminação foi confirmado pela Resolução 1514 da Organização das Nações Unidas, assim como a República Árabe Saarauí Democrática é, reconhecida por largas dezenas de Estados membros da ONU.
O Conselho Português para a Paz e Cooperação saúda, nesta data de tão grande significado, o povo do Saara Ocidental, a Frente Polisário e os Órgãos de Estado da República Árabe Saarauí Democrática a quem manifesta, uma vez mais, o seu incondicional apoio à luta por uma Pátria Livre e Soberana.

         

Apelo aos deputados europeus de Portugal a favor dos direitos do Povo saharaui

Apelo aos Deputados Europeus de Portugal
a  favor dos direitos do povo saharaui

Caro/cara
 
No próximo dia 13 de dezembro será votado no Parlamento Europeu um novo acordo de pescas entre a União Europeia e Marrocos. Este acordo viola o direito internacional porque inclui as águas do Sahara Ocidental, território não autónomo cujo povo ainda não teve a oportunidade de exercer o seu direito à autodeterminação. E as respetivas contrapartidas beneficiam o Reino de Marrocos, em detrimento das populações saharauis.
 
Para que os e as eurodeputados/as portugueses votem em consciência e a favor dos direitos do povo do Sahara Ocidental, envie-lhes rapidamente a mensagem que se segue e faça circular este Apelo. Até ao dia 10/12.
No fim da missiva encontrará uma lista dos endereços eletrónicos dos parlamentares em causa.
 
As melhores saudações da
Associação de Amizade Portugal-Sahara Ocidental
 
 
 
Exmo. Senhor/a Deputado/a do Parlamento Europeu,
 
Venho por este meio solicitar a V.Exa. que na próxima sessão plenária do Parlamento Europeu vote contra o acordo de pescas UE-Marrocos e a favor de solicitar um parecer ao Tribunal de Justiça sobre a legalidade deste acordo.
 
As razões que justificam este pedido centram-se no artigo 3.5 do Tratado da União Europeia que, enquanto cidadão/cidadã português/a e europeu/eia, lhe peço que respeite, cumprindo assim o direito internacional, que a União Europeia e, em particular, o Parlamento Europeu garantem acatar.
 
O acordo de pesca celebra-se com um país que ocupa militar e ilegalmente o Sahara Ocidental desde 1975, impedindo que o povo saharaui exerça o direito à sua livre determinação, reconhecido pela Assembleia Geral das Nações Unidas, pelo Conselho de Segurança, pelo Tribunal Internacional de Justiça, pela União Africana e pelo próprio Reino de Marrocos nos acordos de paz que puseram fim à guerra que iniciou em 1975 contra a população saharaui.
 
A assinatura deste acordo de pesca significaria o apoio político da União Europeia às violações dos direitos humanos do povo saharaui levadas a cabo pelo Reino de Marrocos, reconhecidas pelo Relator Especial para a luta contra a tortura das Nações Unidas, o Departamento de Estado norte-americano, a Human Rights Watch , a Amnistia Internacional, o Centro Robert F. Kennedy para a Justiça e os Direitos Humanos e tantas outras organizações.
 
Tendo em conta o exposto, e a responsabilidade política que assume pelos seus actos, peço-lhe que vote NÃO a este acordo, NÃO à ocupação bélica marroquina e SIM ao pleno exercício do direito à autodeterminação do povo saharaui. Respeite o sonho europeu - direitos humanos e justiça.
 
Com os melhores cumprimentos,
 
 

40º Aniversário da Frente Polisário - Sessão Pública


MARIEM HASSAN - a grande cantora saharaui em Lisboa

 
 
Vem conhecer esta encantadora mulher, a beleza do seu canto, a história do seu Povo. Um Povo que anseia concretizar aquilo que, há quatro décadas, a ONU e a Comunidade Internacional lhe prometeram: exercer, através de Referendo livre e democrático, o seu direito à livre autodeterminação.
 
DIA 16 de maio – às 21 horas – MARCELINO PÃO E VINHO
Rua do Salvador nº62 Alfama - São Vivente de Fora - Lisboa - telf.218851127
 
DIA 18 de maio CASA SO ALENTEJO (Lisboa) – 20 horas
 
DIA 18 de maio – às 22h30 – Bar Adufe
(Beco do Arco escuro, junto à Casa dos Bicos)
 

40º Aniversário da Frente Polisário, Sessão Pública


Frente Polisário 1973-2013, 40 Anos de Luta pelos Direitos do Povo Saarauí

O CMA-J , a exemplo de outras associações subscreve o comunicado seguinte .

Cumpre-se, no dia 10 de Maio de 2013, o 40.º aniversário da Frente Polisário, legítima representante do povo saarauí e vanguarda organizada da sua heróica luta contra a ocupação do seu país pelo Reino de Marrocos e pela sua soberania e independência nacional.

A República Árabe Saarauí Democrática, proclamada (RASD) em 1976 e reconhecida por dezenas de países do mundo, permanece ocupada pelo Reino de Marrocos, que explora os seus recursos e sujeita o seu  povo às mais bárbaras violências e arbitrariedades.
Para além dos assassinatos, espancamentos e prisões, que são dia-a-dia nos territórios ocupados, o povo saarauí sobrevive em campos de refugiados no deserto argelino, graças à solidariedade internacional. Enquanto isso, Marrocos (e países como a França ou os Estados Unidos da América) explora os recursos naturais do Saara Ocidental, como a água utilizada pela indústria agro-alimentar marroquina que ameaça esgotar os aquíferos do Saara Ocidental, ou os fosfatos e estabelece acordos de pesca com a 
União Europeia relativos a águas territoriais da RASD.
 

Assinalar, hoje, esta data é valorizar uma longa e tenaz luta contra o colonialismo e em defesa dos direitos nacionais do povo saarauí, travada não só contra a potência ocupante como também contra as grandes potências ocidentais, que fecham os olhos à
flagrante ilegalidade que representa a ocupação marroquina do Saara Ocidental.

No momento em que se cumpre tão significativo aniversário, as organizações portuguesas subscritoras deste texto, saúdam a Frente Polisário e, através dela, o povo saarauí e reafirmam aquelas que são exigências fundamentais para a solução justa deste problema:
- O respeito pelo inalienável direito à auto-determinação do povo saaraui e a realização de um referendo, sob auspícios das Nações Unidas;

 - A libertação dos presos políticos saarauís detidos nas prisões marroquinas;
  - O fim da ocupação marroquina do Saara Ocidental;

  - E o respeito pelos direitos nacionais do povo saarauí, nomeadamente ao seu Estado livre, independente e soberano.

     

Sahara Resiste


27 de Fevereiro - Sessão Comemorativado 37º Aniversário da República Árabe Saharauí

Aspecto da Sessão que decorreu na sede da CGTP
 

Tribunal Militar de Rabat sentencia duríssimas penas

 
 O ignominioso Tribunal Militar de Rabat sentenciou duríssimas penas contra os presos políticos saharauis do acampamento da Dignidade de Gdeim Izik. 9 condenações perpétuas; 4 penas de trinta anos de prisão efetiva; 7 penas de 25 anos; 3 penas de 20 anos; e libertação de dois presos por cumprimento de pena.
Cadeia Perpétua: Abdalahi Bhai, Abdeljalil Lemghaimad, Abdalahe lekhfaouni, Brahim lismaili, Lemjeid Sidahmed, Boutenghiza Mohamed Bachir, Sbai Ahmed, Hassanna Aalia, Mohamed Bani
30 anos de prisão: Enaama Asfari, Hassan Dah, Mohamed Bourial, Banga Cheikh
25 anos de prisão: Mohamed Khouna Babeit, Lafkir Mohamed Embarek, Houssein Zawi, Hadi Mohamed Lamin, Toubali Abdoullah, Daf Deich, Mohamed Juna Babeit.
20 anos de prisão: Mohamed El Ayubi( estava em liberdade condicional por doença), Bachir Jadda, Mohamed Tahlil.
Fidam em liberdade por considerarem cumprida a sentença: Abderrahman Zeyu, Taghi Almachdufi.
*Fonte: defensores saharauis de direitos humanos
Divulgado pela Associação de Amizade Portugal-Sahara Ocidental

Solidariedade com o Povo Saharauí


"A RASD legitimada, pela Resolução 1514 da Organização das Nações Unidas e reconhecida por numerosos países continua a ser alvo das mais violentas facetas do colonialismo marroquino sobre o seu povo e o seu território.
Há quase 40 anos que este povo está condenado a uma cruel repressão, com ausência total dos seus mais elementares direitos. Repressão, detenções, torturas, assassinatos e desaparecidos são o dia a dia nos territórios ocupados, testemunhados por vários observadores internacionais, nomeadamente sob a égide da ONU.

Nos acampamentos de refugiados, milhares de saharauís vivem em adversas e precárias condições dependentes da cada vez mais escassa ajuda humanitária internacional, cujas consequências são a desnutrição com particular gravidade nas mulheres gravidas e mães a amamentar e nas crianças, ao mesmo tempo que outras enfermidades como a diabetes ou a celíaca têm vindo a aumentar, num verdadeiro massacre genocida.

Os seus valiosos recursos naturais, designadamente os fosfatos, o urânio e o petróleo (ou a areia utilizada nas praias artificiais da ilha da Madeira) e os recursos marinhos, como as pescas, explorados por grandes grupos económicos marroquinos e estrangeiros, e com cumplicidades internacionais, como é o caso da UE, são sistematicamente pilhados.
 
Quando se assinalam os 40 anos da criação da Frente Polisário, dia 10 de Maio de 2013, e os 37 anos da proclamação da República Árabe Saharauí Democrática, a 27 de Fevereiro, as organizações signatárias:
Reafirmam a sua solidariedade para com a justa causa do povo saharauí, pelo seu direito à autodeterminação, a uma pátria livre e independente;
Reclamam a libertação de todos os presos políticos saharauís das prisões marroquinas;
Consideram que o mandato da Missão da ONU no Sahara Ocidental, MINURSO, deve ser alargado à observação dos direitos cívicos e políticos dos cidadãos saharauís residentes nos territórios ilegalmente ocupados pelo Reino de Marrocos, de forma a garantir a protecção dos direitos humanos,
Denunciam o saque de recursos naturais do Sahara Ocidental levado a cabo pelo Reino de Marrocos e poderosos interesses estrangeiros e exigem a revogação dos acordos comerciais com Marrocos que envolvam os recursos do Sahara Ocidental;
Consideram que uma solução justa para o conflito passará obrigatoriamente pela realização de um referendo, sob a supervisão das Nações Unidas – referendo constantemente adiado e boicotado pelo Reino de Marrocos que desta forma contraria e desrespeita o direito internacional e as resoluções das Nações Unidas relativas ao direito à livre autodeterminação do povo saharauí
Reclamam do Governo português o reconhecimento da República Árabe Saharauí Democrática e a adoptação de uma posição interventiva na ONU e em outras organizações de que faz parte contra os crimes do Reino de Marrocos, agindo em solidariedade e em coerência com o direito dos povos colonizados à autodeterminação e independência (como foi o caso de Timor Leste), no respeite do artigo 7.º da Constituição da República Portuguesa que consagra o direito dos povos a resistir à ocupação e a decidir do seu próprio futuro;
Decidem, por ocasião dos 37 anos da proclamação da República Árabe Saharauí Democrática promover uma Sessão solidária que congregue vontades para pôr fim a este verdadeiro genocídio."

 

Solidariedade com presos saarauis

           
Está marcada para o próximo sábado, dia 26 de Janeiro, uma acção internacional de apoio aos presos políticos saarauis que serão julgados no Tribunal Militar marroquino no dia 1 de Fevereiro.
   
Estes 23 prisioneiros encontram-se encarcerados desde finais de 2010 na prisão marroquina de Salé Rabat em condições degradantes e sujeitos e torturas, apenas por terem participado em Novembro desse ano no «acampamento de Gdeim Izik» – uma grande manifestação pacífica em que mais de 20 mil pessoas montaram um acampamento no meio do deserto, a 15 quilómetros da cidade ocupada de El Aaiún, capital da República Árabe Saaraui Democrática, exigindo o fim da ocupação marroquina.
   
As organizações subscritoras solidarizam-se com a acção internacional e seus objectivos e reclamam a libertação imediata destes presos políticos, detidos ilegalmente por participarem numa acção pacífica pela autodeterminação e independência do seu país. Denunciam a bárbara
repressão levada a cabo pelo Reino de Marrocos e exigem o respeito pela soberania do povo saaraui, a quem cabe decidir do seu futuro, sem ocupações e ingerências de quaisquer tipo.
   
25 de Janeiro de 2013

As Organizações subscritoras: Associação de Amizade Portugal-Cuba, CGTP-IN – Confederação Geral dos Trabalhadores Portugueses, Colectivo Mumia Abu-Jamal, CPPC – Conselho Português para a Paz e Cooperação, Ecolojovem, FESAHT – Federação dos Sindicatos de Agricultura, Alimentação, Bebidas, Hotelaria e Turismo de Portugal, FEVICCOM - Federação Portuguesa dos Sindicatos da Construção, Cerâmica e Vidro, FNSTFPS – Federação Nacional dos Sindicatos dos Trabalhadores em Funções Públicas e Sociais, ID – Associação de Intervenção Democrática, Interjovem, MDM- Movimento democrático de mulheres, Partido Ecologista “Os Verdes", SNTCT – Sindicato Nacional dos Trabalhadores dos Correios e Telecomunicações, STAL - Sindicato Nacional dos Trabalhadores da Administração Local, STEFFAS – Sindicato dos Trabalhadores Civis das Forças Armadas, Estabelecimentos Fabris e Empresas de Defesa,USL – União dos Sindicatos de Lisboa

3.a Conferência Internacional sobre o Direito dos povos à Resistência: Caso do Povo Saraui


"Fernando Ambrioso, membro do Conselho Nacional, representou a CGTP-IN na “3ª Conferência Internacional sobre o Direito dos Povos à Resistência: Caso do Povo Saharaui”, que se realizou nos passados dias 15 e 16 de Dezembro de 2012 , em Argel.

Entre os 562 participantes de mais de 50 países, encontravam-se parlamentares, diplomatas, políticos, universitários, juristas, intelectuais, jornalistas, membros de ONG’s da sociedade civil e sindicalistas.

A Conferência aprovou uma importante declaração de solidariedade com o Povo Saharaui ."

Documentário e debate sobre o Sahara Ocidental


Breve resumo do dia a dia do Shara Ocidental

Situação nos Acampamentos de Refugiados e Territórios Ocupados do Sahara Ocidental Novembro/Dezembro 2011 :


21/22-10-2011
Sequestro de 3 cooperantes nos acampamentos de refugiados em Tindouf,Argélia(1 espanhola, 1 espanhol, 1 italiana) .
24-10-2011
Descoberto corpo de jovem saharaui assassinado perto de Smara .
29-10-2011
Filho de 15 anos de Aminetou Haidar, activista dos direitos humanos eportadora de vários prémios internacionais, foi ameaçado pelos autoridadesmarroquinas com tortura e violação no regresso a casa da escola .
30-10-2011
Agressão de eurodeputado Willy Meyer à chegada ao aeroporto de El Aaiún .
08-11-2011
Repressão violenta da manifestação pacifica de comemoração do 1ºaniversário do acampamento da dignidade de Gdaim Izik .
09-11-2011
Agressão brutal de menor em Smara durante manifestação pacífica. Durante todo o mês de Novembro as cidades Smara, El Aaúin e Dajla no Sahara ocidental ocupado têm estado cercadas por militares marroquinos que incitam os colonos marroquinos à pilhar, roubar, incendiar,invadir e destruir as casa, veículos, comércios e escolas saharauis, assistindo-se a uma escalada de violência impar.
05-12-2011
Prisão de Salé – 23 presos políticos saharauis estão greve de fome desde 31de Outubro.
O preso político Ahmed Daoudi foi transferido para um hospital de urgência para ser operado a uma perna e ao estômago.
Os restantes presos sofrem de inúmeras doenças não são resultado da greve de fome, mas das torturas que lhes têm sido infligidas.


09-12-2011
Repressão violenta de manifestação pacifica na Avenida Mazouar, com dezenas de feridos, entre os quais uma mulher grávida que teve que ser transportada para o hospital por civis saharauis visto a policia se ter recusado a chamar uma ambulância.









Marrocos assassina , PSOE patrocina

Activistas solidários com povo Saharauí foram expulsos de comício de Rubalcaba-PSOE

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