O Colectivo Mumia Abu-Jamal associou-se ao desfile do 25 de Abril e à manifestação do 1º Maio deste ano.
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Membros do Colectivo Mumia Abu-Jamal estiveram presentes na manifestação geração à rasca no passado dia 12, em Lisboa.
Uma manifestação que contou com a participação de mais de 200 mil pessoas, o repudio pela política anti-social do governo Sócrates foi atónica desta massiça presença de populares na rua com grande combatividade exprimiram o seu descontentamento.
Esta manifestação foi o início de novos combates que se aproximam contra o governo serventuário do grande capital europeu.
27 de Dezembro das 15h às 19h
à frente da Embaixada de Israel
(R. Filipe Folque, 16, Lisboa)
Para evocar o massacre de Gaza!
Para exigir o fim do cerco ilegal a Gaza!
Para apelar ao apuramento da responsabilidade pelos crimes de guerra e crimes contra a Humanidade! Para exigir o levantamento do cerco ilegal a Gaza!
No dia 27 de Dezembro de 2008, as forças armadas do Estado de Israel desencadearam um assalto militar em larga escala contra toda a população de Gaza, após ano e meio de um bloqueio cruel que transformou 1,5 milhão palestinianos em reclusos nas suas próprias casas.
Os bombardeamentos massivos dos primeiros dias culminaram numa invasão devastadora. Na operação militar “Chumbo fundido” as forças armadas israelitas lançaram fósforo branco sobre zonas urbanas densamente populadas e lançaram fogo a mesquitas, escolas, hospitais, cimenteiras, instalações da ONU, padarias e habitações.
Finda em 18 de Janeiro de 2009, a operação assassinou mais de 1400 palestinianos, a maior parte civis – crianças, mulheres e idosos – e causou ainda milhares de feridos em três semanas de violência desmedida.
Israel invocou auto-defesa como justificação para o ataque contra Gaza e chamou à operação uma guerra, mas, na verdade, foi um massacre! A consciência do mundo ficou chocada com esta demonstração de força militar desumana.
Passado um ano sobre o massacre, o cerco ilegal a Gaza continua e a ocupação e colonização israelita dos territórios palestinos intensifica-se. e não permite ao povo palestino recuperar da destruição.
Não nos podemos esquecer de Gaza!
A Iniciativa “Lembrar Gaza” convoca, por isso, uma vigília, no próximo dia 27 de Dezembro, pelas 15h, frente à Embaixada de Israel, em Lisboa, para evocar, solenemente, as vítimas e a destruição, os crimes de guerra e contra a Humanidade e exigir o cumprimento do direito
internacional e o levantamento do cerco ilegal a Gaza!
Organizações e personalidades subscritores da Iniciativa Lembrar Gaza
SPGL - Sindicato de Professores da Grande Lisboa
CGTP - Confederação Geral dos Trabalhadores Portugueses
CPPC - Conselho Português para a Paz e Cooperação
MPPM - Movimento pelos direitos do povo palestino e pela paz no Médio Oriente
CIDAC - Centro de Informação e Documentação Anti-Colonial
PCP - Partido Comunista Português
BE - Bloco de Esquerda
CMA-J - Colectivo Múmia Abu-Jamal
Comité pela Palestina
Fórum pela Paz e Cidadania
AEFCSH - Associação de Estudantes da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da UNL
ATTAC Portugal
Manuel Duran Clemente
Maria do Céu Guerra
Helena Roseta
Miguel Graça
Boaventura Sousa Santos
Paulo Sucena
António Avelãs
Paula Cabeçadas
Alípio de Freitas
Guadalupe Magalhães
Alan Stoleroff
Hélder Costa
à frente da Embaixada de Israel
(R. Filipe Folque, 16, Lisboa)
Para evocar o massacre de Gaza!
Para exigir o fim do cerco ilegal a Gaza!
Para apelar ao apuramento da responsabilidade pelos crimes de guerra e crimes contra a Humanidade! Para exigir o levantamento do cerco ilegal a Gaza!
No dia 27 de Dezembro de 2008, as forças armadas do Estado de Israel desencadearam um assalto militar em larga escala contra toda a população de Gaza, após ano e meio de um bloqueio cruel que transformou 1,5 milhão palestinianos em reclusos nas suas próprias casas.
Os bombardeamentos massivos dos primeiros dias culminaram numa invasão devastadora. Na operação militar “Chumbo fundido” as forças armadas israelitas lançaram fósforo branco sobre zonas urbanas densamente populadas e lançaram fogo a mesquitas, escolas, hospitais, cimenteiras, instalações da ONU, padarias e habitações.
Finda em 18 de Janeiro de 2009, a operação assassinou mais de 1400 palestinianos, a maior parte civis – crianças, mulheres e idosos – e causou ainda milhares de feridos em três semanas de violência desmedida.
Israel invocou auto-defesa como justificação para o ataque contra Gaza e chamou à operação uma guerra, mas, na verdade, foi um massacre! A consciência do mundo ficou chocada com esta demonstração de força militar desumana.
Passado um ano sobre o massacre, o cerco ilegal a Gaza continua e a ocupação e colonização israelita dos territórios palestinos intensifica-se. e não permite ao povo palestino recuperar da destruição.
Não nos podemos esquecer de Gaza!
A Iniciativa “Lembrar Gaza” convoca, por isso, uma vigília, no próximo dia 27 de Dezembro, pelas 15h, frente à Embaixada de Israel, em Lisboa, para evocar, solenemente, as vítimas e a destruição, os crimes de guerra e contra a Humanidade e exigir o cumprimento do direito
internacional e o levantamento do cerco ilegal a Gaza!
Organizações e personalidades subscritores da Iniciativa Lembrar Gaza
SPGL - Sindicato de Professores da Grande Lisboa
CGTP - Confederação Geral dos Trabalhadores Portugueses
CPPC - Conselho Português para a Paz e Cooperação
MPPM - Movimento pelos direitos do povo palestino e pela paz no Médio Oriente
CIDAC - Centro de Informação e Documentação Anti-Colonial
PCP - Partido Comunista Português
BE - Bloco de Esquerda
CMA-J - Colectivo Múmia Abu-Jamal
Comité pela Palestina
Fórum pela Paz e Cidadania
AEFCSH - Associação de Estudantes da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da UNL
ATTAC Portugal
Manuel Duran Clemente
Maria do Céu Guerra
Helena Roseta
Miguel Graça
Boaventura Sousa Santos
Paulo Sucena
António Avelãs
Paula Cabeçadas
Alípio de Freitas
Guadalupe Magalhães
Alan Stoleroff
Hélder Costa
O grupo promotor do apelo firmado por 42 personalidades e entregue ontem nas embaixadas de Espanha e de Marrocos (ver Anexo), decidiu, em estreita colaboração com a AMNISTIA INTERNACIONAL - Portugal, convocar uma nova Vigília de Solidariedade com Aminetu Haidar.
A VIGILIA de SOLIDARIEDADE com AMINETU HAIDAR realiza-se na próxima para terça-feira, dia 15 de Dezembro de 2009, às 18:30h, em frente ao CENTRO JEAN MONET
Pedimo-vos a máxima divulgação da iniciativa. TRAZ UMA VELA E MUITOS AMIGOS!
VIGÍLIA de SOLIDARIEDADE com AMINETU HAIDAR
Terça-Feira, dia 15 de Dezembro, às 18:30h, frente ao CENTRO JEAN MONNET (Largo Jean Monnet, junto à Rua do Salitre, em Lisboa)
As Acções de Solidariedade para com Múmia Abu Jamal prossegem por todos os pontos do planeta desta damos conhecimento da jornada de luta em quatro cidades alemãs nestas últimas semanas: A exigência da libertação do jornalista negro Mumia Abu-Jamal e dar visibilidade a esta luta que é mais necessária que nunca,quebrando o silêncio dos média ocidentais enfeudados aos desígnios do império americano.
Na sexta-feira (6), cerca de 100 pessoas manifestaram-se no centro de Frankfurt até o Consulado dos EUA da cidade, com faixas, cartazes e palavras de ordem. No protesto os manifestantes cantaram a música "Sacco e Vanzetti" para Mumia. Em frente ao Consulado vários grupos e organizações fizeram discursos pela necessidade de lutar pela vida e liberdade de Mumia e o fim da pena de morte racista.
Após longa espera, o Vice-Cônsul-Geral dos EUA recebeu uma delegação que fez a entrega de uma resolução contra a pena de morte e pela liberdade de Mumia Abu-Jamal. Na ocasião uma escultura que devia ser enviada para Mumia foi negada pelo representante estadunidense, a qual vai agora ser enviada pelo correio. À noite, numa praça pública, foi exibido o filme sobre Mumia In Prison My Whole Life (Na Prisão Minha Vida Inteira). Foram distribuídos folhetos, bem como cartões postais para serem enviados a Mumia. Segundo os organizadores do protesto tratou-se de uma jornada de acção bem sucedida.
Mumia Abu-Jamal é um ex-integrante do Partido dos Panteras Negras que se tornou jornalista na Filadélfia e ficou popular com o seu programa de rádio "A voz dos sem-voz". Está há mais de 25 anos em isolamento total no corredor da morte nos EUA, falsamente acusado pela morte de um agente da polícia.
Em 27 de março de 2008, o Tribunal Federal de Apelações dos EUA anulou a sentença de morte, convertendo-a em prisão perpétua. Em abril de 2009 o Supremo Tribunal Federal dos EUA recusou o último recurso legal de Mumia Abu-Jamal para um novo julgamento, restando apenas por decidir um pedido da acusação para o restabelecimento da pena de morte a Mumia, o que poderá levar à sua execução imediata.
Mumia Abu-Jamal é um ex-integrante do Partido dos Panteras Negras que se tornou jornalista na Filadélfia e ficou popular com o seu programa de rádio "A voz dos sem-voz". Está há mais de 25 anos em isolamento total no corredor da morte nos EUA, falsamente acusado pela morte de um agente da polícia.
Em 27 de março de 2008, o Tribunal Federal de Apelações dos EUA anulou a sentença de morte, convertendo-a em prisão perpétua. Em abril de 2009 o Supremo Tribunal Federal dos EUA recusou o último recurso legal de Mumia Abu-Jamal para um novo julgamento, restando apenas por decidir um pedido da acusação para o restabelecimento da pena de morte a Mumia, o que poderá levar à sua execução imediata.
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