CMA-J

Colectivo Mumia Abu-Jamal

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ALL POWER TO THE PEOPLE. ENTÃO E AGORA. A arte revolucionária de Emory Douglas e os Panteras Negras | ZDB Lisboa

Produção Galeria Zé dos Bois
Curadoria Natxo Checa
Curadores convidados: Billy X Jennings, Ricardo Matos Cabo
Conversas com: Emory Douglas, Billy X Jennings, Robert King, Rigo 23
Em colaboração com o Programa Arte, Politica, Globalização da Fundação de Serralves

Exposição patente até 4 de Junho de Quarta a Sábado das 15h às 23h
Galeria Zé dos Bois
Rua da Barroca Nº 59 Lisboa
www.zedosbois.org
Entrada: 2€

Vigília de Solidariedade com Aminetu Haidar

O grupo promotor do apelo firmado por 42 personalidades e entregue ontem nas embaixadas de Espanha e de Marrocos (ver Anexo), decidiu, em estreita colaboração com a AMNISTIA INTERNACIONAL - Portugal, convocar uma nova Vigília de Solidariedade com Aminetu Haidar.

A VIGILIA de SOLIDARIEDADE com AMINETU HAIDAR realiza-se na próxima para terça-feira, dia 15 de Dezembro de 2009, às 18:30h, em frente ao CENTRO JEAN MONET

Pedimo-vos a máxima divulgação da iniciativa. TRAZ UMA VELA E MUITOS AMIGOS!

VIGÍLIA de SOLIDARIEDADE com AMINETU HAIDAR

Terça-Feira, dia 15 de Dezembro, às 18:30h, frente ao CENTRO JEAN MONNET (Largo Jean Monnet, junto à Rua do Salitre, em Lisboa)

Vigília de Solidariedade com Aminetu Haidar

Vigília de Solidariedade com Aminetu Haidar

há 18 dias em greve fome pelo regresso ao Sahara Ocidental

Salvemos a vida desta mulher que apenas quer:

· Regressar à sua pátria;

· Juntar-se à sua família e aos seus dois filhos

· Que o seu povo possa decidir o destino num referendo de autodeterminação livre

Dado o grave estado de saúde de Aminetu Haidar, defensora dos Direitos Humanos saharaui, há 18 dias em greve de fome no aeroporto de Lanzarote, Canárias, pelo regresso à sua aterra natal, o Sahara Ocidental, de onde foi expulsa pelas autoridades marroquinas no passado dia 14 de Novembro;

A Amnistia Internacional - Portugal convoca todos defensores dos Direitos Humanos para uma VIGÍLIA de SOLIDARIEDADE com AMINETU HAIDAR, a realizar 5.ª Feira, dia 3 de Dezembro, entre as 18h30 e as 20h00, na Av. da Liberdade, frente ao Consulado na Espanha, junto ao monumento de Homenagem aos Mortos da 1.ª Guerra Mundial.

O CMA-J convoca todos defensores dos Direitos Humanos para esta VIGÍLIA de SOLIDARIEDADE com AMINETU HAIDAR

TRÁS UMA VELA... E OUTRO AMIGO TAMBÉM

FÓRUM PELA CIDADANIA E JUSTIÇA SOCIAL

O CMA-J estará presente no Fórum pela Cidadania e Justiça Social, que decorrerá nos próximos dias 11 e 12 de Julho no Fórum Lisboa (Av. de Roma).

FESTA DE SOLIDARIEDADE COM MUMIA ABU-JAMAL

A vida de Mumia está em perigo! Temos de o salvar!

Ao recusar o pedido de recurso de Mumia, o Supremo Tribunal Federal dos EUA pôs em perigo a vida de Mumia. Graças a uma lei do tempo de Bill Clinton, ele só tinha direito a um recurso e esse foi agora utilizado. A manter~se a pena actual, Mumia passará o resto da vida na prisão. Mas o Supremo também pode ainda decidir favoravelmente ao Estado da Pensilvânia que também recorreu para reimpor a pena de morte, o que levaria à sua execução imediata.

O CMA-J vai realizar uma Festa de Solidariedade com Mumia Abu-Jamal no próximo sábado, 6 de Junho, a partir das 19h no Grupo Desportivo da Mouraria (Travessa da Nazaré, 21, 2º, Lisboa).

A tua presença é muito importante. Vem solidarizar-te com Mumia!

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Jantar às 19h: Cachupa e comida vegetariana.
Reservas: cmaj@mail.pt

Múaica e DJs:
Chullage
Hezbollah
LBC
Mentis Afro
Pedro e Diana
Primero G
Ritmos da Resistência
DJ Cucurucho

CMA-J no 25 de Abril

O CMA-J vai estar presente no Arraial 25 de Abril, que decorre no próximo dia 24 de Abril a partir das 18h no Largo do Carmo em Lisboa. O CMA-J vai ter instalada uma banca com diversa literatura e comida.

O CMA-J também estará presente com uma faixa própria na Manifestação do 25 de Abril que tem início às 15 do dia 25 a partir do Marquês de Pombal até ao Rossio (Lisboa).

Do “motim” de Caxias ao terror de Monsanto

Debate Público
Do “motim” de Caxias
ao terror de Monsanto
3 de Abril, sexta-feira, 20h.
Associação KHAPAZ
Rua João Martins Bandeira, 7-A
Arrentela – Seixal

Treze anos depois, a “Justiça” portuguesa encontrou “razões” para levar a julgamento 25 pessoas acusadas de “amotinamento” no reduto Norte do Forte de Caxias - por factos ocorridos em 23 de Março de 1996 - de que os ora acusados não têm qualquer responsabilidade.

O arrazoado acusatório não é mais do que um delirante exercício de ignorância, revanche e tentativa de branqueamento do sistema prisional. Porque, para quem não tem a memória curta, o que se passou na data em apreço não foi mais do que uma acção ilegítima de pura barbaridade e terrorismo de Estado contra os presos de Caxias que, num protesto cívico e civilizado, quiseram denunciar os efeitos da sobrelotação, o escândalo do descontrolo clínico-sanitário, bem como
as reiteradas humilhações e violações dos Direitos Humanos a que estavam sujeitos.

Essa luta [repetimos: cívica e civilizada!] vinha sendo empreendida desde dois anos antes, quando o movimento de contestação nas cadeias começou a fazer manchetes, a abrir
noticiários televisivos e a concitar - como se pode verificar na imprensa da época - a simpatia da população que, lentamente, começou a perceber que as prisões [ao contrário do engodo oficial mil
vezes repetido] não eram, nem nunca serão, um instrumento de contenção da criminalidade. Bem pelo contrário, toda a sua lógica e subcultura manifestam-se como geradoras de um infinita linha de produção de revolta e crime, cujos efeitos são sentidos por todos os que não têm acesso às mordomias da “segurança de bens e pessoas” e aos condomínios fechados.

A farsa do julgamento começou a 5 de Março, retoma o ridículo a 2 de Abril e, provavelmente, irá estender-se nos próximos meses, tentando provar o improvável. Embora já tenham percebido, logo na primeira audiência, que – ao contrário do que supunham – o acto
inquisitório não vai ser “favas contadas”…

E treze anos depois, os métodos, as práticas e o terror são os mesmos, como aliás, a título de exemplo está aí a Guantanamo de Monsanto com tudo o que nos impele à indignação e ao nojo.
Ao comemorar 12 anos de vida e luta, a Associação Contra a Exclusão pelo Desenvolvimento (ACED) não quer deixar de fazer o que sempre fez: denunciar a iniquidade e debater publicamente temas que valem a pena, procurando com tod@s as respostas para a acção

Iraque, ano 7


"Médio Oriente: ocupação e resistência" é o tema de um colóquio a realizar em Lisboa por ocasião dos 6 anos da invasão do Iraque, levada a cabo pelas forças militares dos EUA e do Reino Unido em 20 de Março de 2003.

Os 6 anos de luta da resistência iraquiana serão abordados no quadro da situação no Médio Oriente, com atenção especial à Palestina, foco de mais de 60 anos de luta por direitos nacionais.

A iniciativa, promovida pelo Tribunal-Iraque, a CGTP - Confederação Geral dos Trabalhadores Portugueses e o CPPC - Conselho Português para a Paz e Cooperação, conta com o apoio do Movimento Democrático de Mulheres, da Associação Abril, do Movimento para a Paz na Palestina (MPPM), do Comité de Solidariedade com a Palestina, da
Associação José Afonso, do Colectivo Múmia Abu-Jamal, do SPGL - Sindicato dos Professores da Grande Lisboa, da FENPROF.

Data e local
28 de Março, sábado, em duas sessões, das 14:30 às 17 horas e das 17:30 às 20:30 horas.

Auditório do SPGL, Rua Fialho de Almeida, 3, Lisboa (metro S. Sebastião).


Temas a abordar

1. Violações do direito internacional. Criminosos e cúmplices.

Guantânamo, as prisões iraquianas, Diego Garcia
- Eduardo Maia Costa, magistrado

Os voos da CIA e a colaboração de Portugal e da UE
- André Levy, investigador

A uso de novas armas e de armas proibidas no Iraque, no Líbano e em Gaza
- Mário Tomé, coronel

Colaboração portuguesa nas agressões imperialistas
- Manuel Raposo, membro do Tribunal-Iraque

2. Terror de Estado. O terror sobre as populações como estratégia programada.

Palestina, um processo de limpeza étnica
- António Louçã, historiador, membro do Comité de Solidariedade com a Palestina

O embargo ao Iraque e o bloqueio a Gaza, preparativos das acções militares
- Sandra Benfica, membro do Conselho Português para a Paz e a Cooperação

A situação das classes trabalhadoras no Iraque e na Palestina
- Carlos Carvalho, dirigente da CGTP

A situação das mulheres nos teatros de guerra
- Regina Marques, membro do Movimento Democrático de Mulheres

No final de cada sequência de intervenções haverá debate sobre o respectivo tema.

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