CMA-J

Colectivo Mumia Abu-Jamal

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Suécia - Sozinha, uma mulher negra fez frente a 300 neonazis






Tess Asplund levanta um punho fechado como forma de protesto contra o grupo de extrema-direitaDAVID LAGERLÖF/EXPO/TT NEWS AGENCY/PRESS ASSOCIATION IMAGES

"O que leva uma mulher a desafiar cerca de 300 neonazis? A protagonista desta história é Tess Asplund, uma mulher de 42 anos, com ascendência africana, cuja sua imagem se tornou viral depois de ter enfrentado sozinha, no último domingo, uma manifestação organizada pelo Movimento da Resistência Nórdica, na cidade de Borlänge, Suécia.
A imagem de Tess Asplund de punho erguido a enfrentar o grupo de extrema-direita está a correr o mundo. Entrevistada pelo jornal britânico The Guardian, Asplund conta que não reflectiu e agiu no momento. “Foi um impulso. Eu estava tão zangada, tive de sair para a rua”, confessa. “Só pensava: nem pensar, eles não podem marchar aqui. Nenhum nazi vai marchar aqui, não está correcto”.
Depois da manifestação, apanhou um comboio para Estocolmo e esqueceu o assunto. Segunda-feira percebeu que a foto estava a correr as redes sociais. Agora teme pelos seus 50 kgs de coragem que lhe parecem pouco quando pensa nos “grandes e loucos” membros do grupo de extrema-direita. “Talvez não o devesse ter feito, quero paz e sossego”, desabafa.
O medo não é em vão. Tess afirma que as acções daquele grupo lhe são familiares e conta que alguns dos seus amigos já foram atacados e obrigados a mudar de casa. A mulher já recebeu telefonemas anónimos a meio da noite onde pessoas lhe gritam do outro lado do auscultador. “É difícil falar sobre o ódio. Sinto vergonha por termos este problema. As autoridades dizem que é um país democrático. Mas estamos a falar de nazis! É horrível”, confessa.
A manifestação de domingo acontece numa altura em que os movimentos de extrema-direita estão a aumentar na Suécia, explica Daniel Poohl, editor daExpo, uma revista anti-racista sueca, à qual pertence o fotógrafo que captou a imagem viral.
O impacto da fotografia foi tal que os meios de comunicação suecos já a compararam a uma outra famosa imagem, capturada por Hans Runesson em 1985, e que ficou conhecida como “a senhora com a mala”. Na imagem, hoje com mais de três décadas, uma mulher usa a sua mala para bater numskinhead do partido neo-nazi sueco, dissolvido em 2009.
As sondagens mostram que os Democratas Suecos, um partido nacionalista, conservador e anti-imigração, conquistam 15% a 20% das intenções de voto dos eleitores e mantêm o poder no Parlamento, enquanto a proliferação do seu discurso se espalha por sites que incitam ao ódio. É no espectro mais extremista desta ideologia que encontramos o Movimento da Resistência Nórdica, explica Poohl.
“Vivemos numa Europa onde as ideias de extrema-direita se estão a tornar cada vez mais populares e também existe uma reacção contra elas”. “Vivemos dias em que as pessoas aguardam por algo que canalize esta necessidade de resistir à Europa que constrói muros e fronteiras contra refugiados, uma Europa com quem não podem cooperar mais. O gesto de Tess capturou um desses conflitos actuais”, analisa.
Recorde-se que a Suécia rejeitou, no início deste ano, a entrada de mais refugiados e migrantes da Ásia e Médio Oriente, alegando receio de que esta vaga ameace a segurança nacional, depois de se terem registado episódios de violência em centros de acolhimento de refugiados. Em Janeiro o país começou a recusar a entrada de migrantes sem documentos.
No último ano, as Nações Unidas consideraram que o país tem um problema específico de Afrofobia.
“O racismo foi normalizado na Suécia. Pensava que a Suécia em 2016 iria ser mais aberta, mas alguma coisa aconteceu”, lamenta Tess. “Espero que algo positivo resulte desta fotografia. Talvez aquilo que eu fiz se torne um símbolo de que qualquer pessoa pode fazer alguma coisa. Se uma pessoa o conseguiu, qualquer um consegue”, conclui."

Herói francês da II guerra mundial, de origem cigana, espancado pela polícia...Liberdade Igualdade Fraternidade, palavras ocas cada vez mais na sociedade francesa

A Ciganofobia estrutural francesa ataca mais um cigano.Desta vez foi um cigano sobrevivente do Holocausto Nazista e Herói Francês contra a ocupação Nazista que que foi brutalmente espancado por um agente da polícia francesa, de 30 anos. A violência policial contra os ciganos assim como a sua perseguição em quase toda a Europa são provas evidentes de uma violência organizada, sistematizada e direccionada contra uma população que historicamente tem sido desapropriada dos seus t...erritórios, vendo a sua cultura e humanidade mutiladas, a sua história sendo omitida e deturpada por um sistema baseado na supremacia branca. Por exemplo, não se ensina na escola nada sobre os ciganos que a Alemanha nazi exterminou nos seus campos de concentração e muito menos, se ensina, de forma correta, a deportação dos ciganos de Portugal para vários territórios ex-colonizados. Por isso este não é um caso isolado porque os ciganos são perseguidos por toda a Europa,que destrói os seus acampamentos e os ostraciza. Por fim, como escreveu Frantz Fanon " quem é antisemita também racista " e neste caso quem é ciganofóbico também é negrofóbico. Em portugal, a ciganofobia está tão normalizado que até se tem um provérbio que diz" um olho no burro e um outro no cigano".
A união faz a força
Sobrevivente Cigano do Holocausto Nazista e Herói Francês da Undergrand Resistence Contra Ocupação Nazista é ..Brutalmente Espancado Por Policial Francês de 3...0 anos , a
..A HUMANIDADE INTEIRA QUER JUSTIÇA , CONTRA ESSE ATO DESUMANO - A FRANÇA TA TRAINDO SEUS HERÓIS ,SEUS FILHOS CIGANOS , SUA HISTÓRIA !! ..
SEU NOME : RAYMOND GUREME - 90 ANOS DE IDADE ..
..ele estava em seu trailer dormindo , aos gritos a sua porta é invadida por jovem policial de 30 anos de idade , ao pedir e falar que autoridade o policial invadia seu lar , o policial disse, aqui é a França não os Estados Unidos da América , e ai foi arrastado pra fora do trailer e espancado com bastão policial
..Raymond disse que lembrou quando tinha 15 anos de idade, e foi espancado pelos nazistas em campo de concentração , fugindo desse campo de concentração se juntou a Undergrand Resistence e lutou para libertar a França da ocupação Nazista , enfim um Herói Francês !! ..
TRISTE REALIDADE :
..em 19 de Abril de 2012, Raymond foi condecorado " CAVALEIRO DA ORDEM DE ARTE E LITERATURA FRANCESA " pelo ex ..Ministro da França de Cultura , Fréderic Mitterrand ..
..em 23 de setembro de 2014 é covardemente espancado por um Policia de 30 anos de idade ..
..
o Presidente da Union Romani da Espanha , Juan de Dios ..Ramirez Heredia , já vinha alertando sobre o crescimento da ..extrema direita Nazi Fascista na Europa em Pleno Seculo 21 , e falando não acreditar que a França que era exemplo de ..liberdade , igualdade e fraternidade , estava se tornando uma traidora de sua própria história , e que estava com receio das futuras campanhas e o ingresso de futuros deputados para o Parlamento Europeu , oriundos desses partidos Nazi Fascista.
..
arnaldo reisdec
in https://www.facebook.com/lbcsoldjah?fref=ts

Subscreve a Petição contra a violência policial racista e pela criminalização do racismo

PETIÇÃO CONTRA A VIOLÊNCIA POLICIAL RACISTA E PELA CRIMINALIZAÇÃO DO RACISMO

Ontem, Foi o Dia Internacional da luta Contra a discriminação racial . Dia a multiplicar por 365 ...

Ontem , dia 21 de Março comemorou-se o Dia Internacional pela Eliminação da Discriminação Racial, os moradores dos bairros periféricos de Lisboa, movimentos e organizações sociais promoveram uma ação de protesto contra a violência policial e o racismo institucional, que decorreu a partir das 16.00 horas no Largo de São Domingos em Lisboa. Esta iniciativa decorreu até cerca das 23:00 h.s havendo muitas  intervenções de cariz político e artístico. A presença desta iniciativa no coração da cidade contou com a presença de largas centenas de pessoas que ao longo da tarde e noite passaram no local, solidariazando-se e repudiando o racismo ainda com grande predomínio na sociedade portuguesa .
 
 
 

7 de Novembro - 175 anos do levantamento quilombo de Manoel Congo


 
Mais de 300 escravos fugiram das casas-grandes naquele dia em busca de liberdade.

Era 1839, e o Brasil vivia um dos períodos em que mais se traficou escravos para o país. No Rio de Janeiro existia uma região altamente desmatada e que foi dedicada para a produção do café, ao sul fluminense, ficou conhecida a Vila de Vassouras.
A plantação de café era um dos pilares do Império, o que fez a região se expandir para quase todas as localidades próximas, através das tradicionais senzalas instaladas em grandes fazendas do estado.
Um dos fatores que certamente afetaram no que ficou conhecido como levante de Manoel Congo, ou Quilombo de Manoel do Congo, foi que a população escrava naquele local era enorme. Em 1840 a vila tinha 20.589 habitantes, dos quais 6.225 livres e 14.333 escravos.
Nessa década o clima estava quente entre os escravos, que estavam influenciados pelos boatos que se espalharam por todo Brasil da Revolta dos Malês (1835), que foi uma revolta constituída por    “pretos minas”, escravos de origem muçulmana e que levantaram de forma mais organizada a luta pelo fim da escravidão.
No Rio de Janeiro, no dia 5 de novembro de 1838, o capataz da chamada fazenda Freguesia matou a tiros o escravo africano Camilo Sapateiro quando este ia sem autorização para a fazenda Maravilha.
Alguns escravos esboçaram uma reação no sentido de espancar o capataz, mas essa medida não foi adiante. Contudo, a impunidade diante dos crimes cometidos por capatazes fez aumentar o clima de revolta entre os escravos da região. Os tribunais, como ainda são, se constituíam numa farsa completa.
No mesmo dia 5, cerca de 100 negros arrombaram as portas da fazenda Freguesia, levando as escravas, e saqueando um depósito da fazenda para pegar facões e outras armas. Acabaram por se esconder numa mata próxima, durante a noite.
O método foi reproduzido na noite seguinte, com o grupo passando de fazenda em fazenda e se juntando a eles escravos libertos. Conta-se que escravos que se recusaram a participar do levante também foram espancados. A adesão de escravos de outras fazendas faz parecer que houve algum tipo de planejamento para o levante.

Manuel Congo
O sobrenome do escravo geralmente pretendia identificar a origem do mesmo e o primeiro nome tinha o costume de ser o nome do proprietário do escravo, daí Manuel Congo.
Provavelmente Manuel Congo tenha sido a principal liderança desse levante, pois foi colocado como “rei” do levante, junto com Marianna (ou Maria) Crioula, chamada de rainha pelos que foram capturados.
Os negros se juntaram em massa num determinado local da mata, sendo chamado de Quilombo Manuel Congo. Os quilombos tiveram como característica, isso em nível nacional, de ser um lugar de refúgio e resistência dos negros, como estoicamente nos mostra Zumbi e o Quilombo dos Palmares.
Em nome da “ordem e do sossego”, 160 homens da Guarda Nacional foram destacados para combater o levante que vinha ganhando adesão de vários escravos de outras fazendas e começava a causar preocupação do regime.

A resistência negra
O coronel que comandou a ação foi Lacerda Vernek , que em um de seus memorandos, datado de 11 de novembro daquele ano, informa que logo que as tropas localizaram os primeiros revoltosos, os escravos fizeram uma linha e pegaram as armas, “umas de fogo, outras cortantes”.
Prossegue: “este insulto foi seguido de uma descarga que matou dois dos nossos e feriu outros dois. Quão caro lhes custou! Vinte e tantos rolaram pelo morro abaixo à nossa primeira descarga, uns mortos e outros gravemente feridos”.
Os escravos resistiram como puderam, contudo, em desvantagem, especialmente no tocante às armas de fogo, começaram a se abrigar ao que o coronel afirmou: “notei que nem um só fez alto quando se mandava parar, sendo preciso espingardeá-los, pelas pernas (...) uma crioula de estimação de Dona Francisca Xavier não se entregou senão a cacete, e gritava: morrer sim, entregar não!!!".
Aos poucos, foram ficando poucos sobreviventes do levante e foram encurralados na mata. Outros se dispersaram e acabaram morrendo de fome. 16 resistentes foram presos e levados a julgamento: Manuel Congo, Pedro Dias, Vicente Moçambique, Antônio Magro, Justino Benguela, Belarmino, Miguel Crioulo, Canuto Moçambique, Afonso Angola, Adão Benguela, Marianna Crioula, Rita Crioula, Lourença Crioula, Joanna Mofumbe, Josefa Angola e Emília Conga.
Ao que os dados indicam, não se pretendia executar todos os rebeldes pois isso se tornaria uma perda material dos donos dos escravos. Assim, foi decidido pelo tribunal que se reuniu na Praça da Concórdia, diante da Igreja Matriz da Vila de Vassouras, que Manuel Congo seria enforcado e tantos outros foram condenados a “650 açoites a cada um, dados a cinquenta por dia, na forma da lei”, e a “três anos com gonzo de ferro ao pescoço”, como informa o memorando do coronel Vernek.
Pequenos levantes foram registrados nas décadas posteriores, diante disso os fazendeiros instauraram uma “comissão permanente” para impedir novo levante de escravos, e que recomendou, dentre outros, danças e folguedos, pois “quem se diverte não conspira” e práticas do Catolicismo, pois “a religião é um freio e ensina a resignação”.
Hoje a fazenda Freguesia é o Centro Cultural Aldeia de Arcozelo, em Paty do Alferes e a antiga capela da senzala se tornou o memorial dos escravos punidos na revolta de Manuel Congo. A revolta, pouco estudada, foi uma de centenas que ocorreram durante a escravidão brasileira, sendo a mais conhecida a história de Zumbi, do histórico Quilombo dos Palmares.
 
in Diário da Liberdade

Os Roma na Europa: culpados até que se prove que estão inocentes?

 
Estigmatização das comunidades Roma como criminosas é perturbante e perigosa, avisa Rita Izsák, especialista independente da ONU em minorias 
 
GENEBRA (29 de outubro de 2013) – “As recentes atividades de algumas autoridades nacionais no sentido de remover crianças sem aparência Roma de famílias Roma com base no seu alegado rapto levou a uma cobertura sensacionalista por parte da comunicação social, a qual tem sido perturbadora e pode resultar numa revolta perigosa contra indivíduos e comunidades Roma. Algumas entidades e meios de comunicação parecem estar a trabalhar com base no argumento de que os Roma são “culpados até que se prove a sua inocência”.
 
O caso da jovem menina loira chamada Maria, que foi encontrada a viver num acampamento Roma, na Grécia, motivou uma onda de reportagens anti-Roma, as quais fizeram as primeiras páginas de jornais em todo o mundo. Foram emitidas acusações enganadoras sobre como Maria foi roubada e abusada, mesmo antes de poder ter sido conduzida uma investigação meticulosa. As reportagens sugerem agora que, na sequência de testes ADN, Maria é filha de país Roma Búlgaros que afirmaram ter deixado voluntariamente a menina com a família Roma Grega porque não tinham condições para cuidar de Maria. O casal Grego Roma permanece em custódia devido a acusações de sequestro.

Se as investigações vierem a concluir que Maria foi raptada por estes Roma com quem viveu, então estes indivíduos certamente devem enfrentar a justiça e ser julgados à luz da lei. No entanto, há demasiada gente a acreditar em estereótipos de que todos os Roma são criminosos por natureza. Se os indivíduos Roma forem considerados culpados de um crime, este vai ser o crime desses mesmos indivíduos e não de toda a população Roma. Infelizmente, esta recente cobertura ameaça provocar uma reação ainda mais tumultuosa contra as comunidades Roma acusadas de raptar crianças e que já estão sendo sujeitas a ódios. Em vários países, famílias desesperadas com casos de crianças desaparecidas estão agora a pedir à polícia que investigue acampamentos Roma para encontrar os seus ente queridos.
 
Entretanto, as famílias Roma vêem os seus próprios filhos ser levados com base em noções simplistas fundamentadas na cor dos olhos e do cabelo de um cidadão Roma. Existem provas de atitudes inapropriadas e tendenciosas do ponto de vista étnico, conduzidas por algumas entidades e que devem cessar. O incidente recentemente verificado na Irlanda, onde duas crianças loiras Roma foram levadas dos seus pais e entregues apenas após testes ao ADN terem comprovado que eram, de facto, seus filhos é ilustrativa e deve ter sido angustiante para as famílias.
Durante gerações, as crianças Roma têm sido levadas das suas famílias devido à pobreza ou pela assunção de que os pais Roma, sendo pobres, não conseguem cuidar das suas crianças. Muitas crianças Roma desaparecem ou sujeitam-se ao risco do tráfico ou da prostituição. A educação discriminatória para com os Roma, a esterilização forçada de mulheres Roma e o assassinato de indivíduos Roma resultantes de ataques alimentados pelo ódio são apenas algumas das várias tragédias que os Roma enfrentam e que raramente têm merecido cobertura mediática. Estima-se que na Europa a população Roma ronde os 12 milhões de pessoas, existindo um longo historial de discriminação contra esta comunidade.
Solicito a todos os meios de comunicação e comentadores, nomeadamente figuras políticas e dirigentes de partidos políticos, que contenham e se abstenham de generalizações perigosas relativamente à suposta criminalidade perpetuada pelos Roma. Esta cobertura irresponsável e retórica baseada no ódio irá apenas fomentar ainda mais a estigmatização e até mesmo a violência contra indivíduos e comunidades Roma. Exorto aos jornalistas que relatem estes assuntos de forma responsável.
 
Neste momento de crise económica e de desilusão, a última coisa de que necessitamos é de promover um bode expiatório sobre aqueles que já são marginalizados.

Paris - Estudantes bloqueiam liceu contra a expulsão de jovem

por Lusa, publicado por Luís Manuel Cabral

Estudantes protestam contra a expulsão de Leonarda Dibrani

 
Estudantes liceais bloquearam hoje vários estabelecimentos em Paris, num protesto contra as expulsões de alunos estrangeiros, na sequência da mediática expulsão da aluna cigana kosovar Leonarda Dibrani, entregue à polícia à saída da escola
Quatro liceus parisienses, Maurice-Ravel, Hélène-Boucher, Charlemagne e Sophie-Germain, foram bloqueados e em duas outras escolas as entradas foram "condicionadas", de acordo com a direção administrativa.
"A palavra de ordem é a mobilização pelo regresso das estudantes expulsas", disse à agência noticiosa francesa Steven Nassiri, porta-voz da associação liceal FIDL, próxima do Partido Socialista (no poder), contactado por telefone durante uma manifestação junto ao liceu Charlemagne, em Paris.
"É inadmissível que, durante um mandato de um Governo de esquerda, seja preciso mostrar identificação para entrar na escola. Todas as pessoas têm direito à educação", considerou.
O Governo francês abriu, na quarta-feira, um inquérito administrativo às condições de detenção de Leonarda, de 15 anos, no leste de França, ocorrida a 09 de outubro e divulgada esta semana. As conclusões do inquérito são esperadas dentre de 48 horas, esta noite ou na sexta-feira.
Já na quarta-feira, várias centenas de estudantes liceais concentraram-se em frente à direção administrativa, em Paris, para protestar contra as expulsões de alunos estrangeiros, na sequência da detenção e expulsão do país de um aluno arménio, de 19 anos, que estudava na capital francesa.
 

 

Grécia - Membros do Aurora Dourada esfaqueiam imigrantes em Heraklion

Junto divulgamos texto de denúncia de brutalidade racista sobre imigrantes na Grécia
 
"(Duas pessoas jovens, de 18 a 20 anos de idade, são as novas vítimas da brutalidade neonazista. A razão é simples: a resposta dos imigrantes à pergunta "de onde você é?" foi: "do Paquistão".)"

Outro ataque violento cometido pelos nazistas do partido Aurora Dourada contra imigrantes ocorreu na noite da última segunda-feira (12) em Heraklion, na ilha de Creta. O ataque revela a compreensão do Ministro da Proteção Cidadã acerca de políticas antiracistas (para as quais ele alega ser comprometido), ao mesmo tempo em que assassinos da ultradireita circulam livremente e impunes, enquanto as vítimas não podem confiar na polícia ou mesmo nos serviços de saúde pelo medo de serem deportadas.
Desta vez foram dois imigrantes adolescentes de 18 a 20 anos de idade que se tornaram vítimas da brutalidade neonazista em um incidente que ocorreu em Heraklion, onde um grupo de partidários do Aurora Dourada se reuniu para celebrar o aniversário de um ano desde a abertura dos primeiros escritórios do partido na cidade. A reunião ocorreu momentos antes do ataque, contando com a presença de Christos Pappas, dirigente do Aurora Dourada.
“De onde você é?”
Mais detalhadamente, mais ou menos às 3 horas na madrugada de terça-feira, os dois imigrantes estavam caminhando em Giofyro, do lado de fora da loja "Jumbo" retornando para casa. De repente, um grupo de homens vestindo preto apareceram em 5 ou 6 carros e 10 motocicletas. Eles pararam e a maior parte deles desceu dos veículos e perguntaram a questão habitual: "De onde você é?".
Quando os imigrantes responderam "do Paquistão", três nazistas empunharam facas imediatamente. Um deles cortou as veias do pulso do imigrante mais velho, enquanto ele tentava se defender. Outro, fez um corte no pescoço do imigrante próximo da artéria carótida, deixando uma cicatriz de três centímetros. Os imigrantes caíram ao chão e o restante dos membros do Aurora Dourada começou a chutá-los furiosamente até que ficaram cansados e decidiram ir embora.
Com muito medo para ir ao hospital
As vítimas se arrastaram para seu apartamento e lá esperaram até a tarde de terça-feira, quando foram encontrados amedrontados por um amigo. Eles estavam com muito medo para ir ao hospital porque não tinham documentação. Como esperado, nem mesmo ousaram ir até a polícia. Eventualmente, arranjaram um médico que cuidou dos ferimentos nos braços e pescoço e também dos hematomas nas costelas causados pelos ataques.
É para este caminho que estamos indo na Grécia? Como é possível que duas vítimas de um ataque violento não conseguem ir até o hospital por sentirem medo da deportação? Pode alguém ter retirados seus direitos humanos básicos apenas porque sua estadia no país é irregular?”, questiona Katerina Hasouraki, coordenadora local da Anistia Internacional, após encontrar-se com as vítimas."

Onda anti-racista varre os EUA, Exigindo justiça para Trayvon Martin

 
Na sequência de mais um julgamento farsa, que ilibou desta, George Zimmerman, o vigilante voluntário que assassinou Trayvon Martin,  adolescente negro, em Fevereiro de 2012, provocando uma multiplicação de protestos e um quetionar sobre  o acentuar do racismo no reinado de Obama .
O júri considerou Zimmerman, de 29 anos, não culpado de homicídio em segundo grau (não-premeditado), bem como de “manslaughter” (um crime de homicídio de menor grau), as duas acusações que pendiam sobre o réu. Anunciado pouco antes das dez da noite (madrugada em Portugal), o veredicto foi unânime e indica que as seis mulheres do júri (cinco brancas e uma negra ou hispânica, segundo o Miami Herald) aceitaram o argumento de Zimmerman de que ele terá agido em auto-defesa.
O julgamento de Zimmerman, que durou três semanas, pretendia determinar deficientemente as circunstâncias em que a morte de Trayvon Martin ocorreu, em particular quem confrontou quem, uma tarefa dificultada pelo facto de não haver quaisquer testemunhas .
Trayvon Martin, um estudante de liceu que vivia nos subúrbios de Miami, estava de visita ao pai em Sanford na noite em que foi assassinado. O adolescente voltava de uma loja de conveniência com uma lata de chá gelado e um saco de rebuçados quando foi visto por George Zimmerman, que suspeitou que ele poderia ser um criminoso. O vigilante alertou a polícia, mas continuou a seguir Martin até ao momento em que os dois se terão envolvido numa disputa segundo este que se encontrava armado . Não houve testemunhas da ocorrência e há apenas o testemunho do pretendente a esbirro porque o jovem morto não ressuscitou para dizer de sua justiça .
Os EUA continua a ser rico em episódios destes , sempre com os mais vulneráveis, os pobres e neste caso ainda muito jovem a sofrerem as consequências de uma sociedade profundamente desumana .
 
 
 
 

Polícia de Miami pratica mais um acto de violência racista



 
Tremaine McMillian de catorze anos não ameaçava a polícia.  Ele não estava armado.  Tudo o que o adolescente negro fez foi aparecer ameaçando, atirando Miami-Dade policiais alguns "desumanizantes olhares", e que aparentemente era o suficiente para os policias para decidir atirá-lo contra o chão e colocá-lo em posição de estrangulamento.
Durante a semana do Memorial Day, McMillian era áspero-habitação com outro adolescente na areia. A polícia abordou o adolescente em um ATV e lhe disse que não era um comportamento aceitável.  Perguntaram-lhe onde seus pais eram, mas MicMillian tentou  afastar-se. O policia saltou do ATV, e tentou conter fisicamente o adolescente. De acordo com a CBS Miami, os policias dizem que o 14-year-old filho deu-lhes "'desumanização olhares", cerrou os punhos e parecia ameaçador. "
McMillian diz que  estava carregando um filhote de cachorro velho de seis semanas na época e não poderia ter sido cerrando os punhos, porque ele estava alimentando o cão com uma garrafa.  Ele afirma que durante o confronto pata dianteira esquerda do cão foi ferido enquanto oficial forçosamente o separava do cão.
O oficial então forçado McMillian no chão e colocá-lo em posição de estrangulamento.  
O incidente foi capturado em um vídeo de telefone celular e obtida pela CBS Miami .

Peles Negras Máscaras Brancas por Chullage


Justiça para Trayvon Martin!


No 1 de Maio a Coaligação para os Direitos do trabalhador e Imigrante pede a prisão e punição do assassino de Trayvon Martin, jovem de 17 anos em Sanford, Flórida Condenamos a guerra contra o juventude negra tipificado pelo assassinato do jovem, que foi para uma loja para comprar doces para seu irmão mais novo. O seu carrasco, George Zimmerman, ouviu no telefone resmungando um epíteto racista como ele matou o jovem, que se justifica o seu assassinato dos jovens, invocando a chamada da Flórida lei de auto-defesa - ". Stand Your Ground" conhecido pela polícia disse-lhe para deixar os jovens sozinhos, mas ele perseguia Trayvon Martin, agarrando-o, enquanto o jovem gritou por sua vida, Zimmerman friamente atirou no jovem no peito. Zimmerman disse Martin parecia suspeito porque ele estava usando um capuz. Ainda assim, um mês após o assassinato, Zimmerman continua a ser livre.

Novas leis na Flórida e em dezenove outros estados permitem vigilantes para matar pessoas que pensam que são "suspeitos". A esmagadora maioria de tais assassinatos, 65 na Flórida no ano passado, foram de pessoas de cor negra. Os tempos de Tampa Bay considerou que "homicídios justificáveis" triplicaram no estado desde que a lei entrou em vigor. Sanford polícia já foram citados para não prender os racistas que agridem pessoas negras.

Existem lacunas enormes entre ricos e pobres em os EUA. Africo-americanos e latinos / as possuem apenas um vigésimo da riqueza dos brancos. Negros e latinos / um jovem tem as maiores taxas de desemprego e os salários são mais baixos de todos os trabalhadores. Os EUA, com seis por cento da população mundial, tem 25 por cento da população mundial prisão. É, principalmente, pessoas de cor que se encontram encarceradas. Isso é chamado de "The New Jim Crow".

Na Flórida e outros estados, o sistema capitalista nega milhões de homens negros que cumpriu pena de prisão decente remunerados empregos, educação, saúde ... e ao voto. This is another way of keeping people powerless. Essa é outra maneira de manter as pessoas impotentes. Os encarcerados na prisão são forçados a trabalhar por salários de miséria: um dólar ou menos uma hora.

Os EUA foi construída sobre o roubo de terras de povos nativos e México, 350 anos de escravidão dos africanos, e um racista, Jim sistema Crow. Hoje, se o seu assassinato por um policial ou uma bala de vigilante, uma guerra sangrenta em Africano-Americano juvenil é escalada como os capitalistas piora da crise econômica. Estados eo governo federal têm simultaneamente declarou guerra aos imigrantes. Um milhão foram deportados e outros milhares encarcerados nos últimos quatro anos. Tudo sobre os EUA, a polícia juventude perfil racial Preto, Latino / a e nativo. O Departamento de Segurança Interna liderar o ataque a muçulmanos. E estados já aprovaram leis 92 no ano passado contra os direitos das mulheres à saúde. Enquanto isso, a prisão da polícia, tase, spray de pimenta e bata desempregados e endividados Ocupar os jovens do Movimento, que são principalmente branco.

Reacionários racistas estão tentando destruir os ganhos conquistados pelos progressistas lutas de massas, de direitos dos trabalhadores para os direitos civis. 1 de Maio de Coalizão para os Direitos do trabalhador e Imigrante vê isso como um momento de unidade e fightback. No Union Square, "Um milhão de camisas de Março" tiveram lugar em 21 de março contra o assassinato de Martin Trayvon, que trouxe milhares de pessoas raivosas. Esta raiva continua a crescer rapidamente em todo o país cada Zimmerman dia é livre. Um "Dia Nacional Hoodie" teve lugar em 26 de março - o aniversário de um mês do assassinato de Martin. Em 10 de abril, dia em que uma Florida júri reúne-se o caso de Martin, um Dia Internacional de Justiça 4 protestos Trayvon Martin estão sendo chamados. Em 1 de maio na Union Square, novamente nós temos que ficar juntos. Preto e marrom e branco, trabalhadores e desempregados, e documentada e não documentada, pedindo o fim do racismo e da repressão.

Justiça para Trayvon Martin! Ramarley Graham! Sean Bell! Sean

GREVE GERAL * 22 de Março

A + repressão, + privação dos direitos de cidad@o + desemprego + miséria ...
mais conciência, condição para dar outro sentido ao rumo social que reflita uma sociedade mais humana com qualidade de vida para os cidad@os .

Leverkusen -extrema direita incendeia habitação de famílias ciganas


Palavras de Manuel Garcia Rondon, Secretário Geral da União Romani a propósito de mais um ataque de elementos nazis contra a comunidade cigana. Até quando o mundo dito civilizado vai tolerar estas práticas criminosas ?

"A agência de notícias divulgou a notícia dizendo que um prédio de apartamentos habitado por famílias ciganas ardeu em chamas na noite passada, na cidade de Leverkusen, de população jovem, às margens do Rio Reno e no meio do caminho entre Dusseldorf e Colônia. Leverkusen é famosa também pelo seu time de futebol, o Bayern-Leverkusen. A polícia alemã não teve dúvidas em afirmar que o incêndio teve intenção racista e xenófoba.

Os pobres ciganos, inquilinos dos apartamentos, conseguiram se salvar, mas o edifício foi completamente queimado e as chamas também afetaram imóveis vizinhos. De qualquer forma, neste momento não se sabe quantas pessoas estavam dentro do prédio quando o incêndio começou. Mas, graças à intervenção dos bombeiros, impediu-se que o fogo se espalhasse para as casas vizinhas, as quais foram ligeiramente afetadas pelas chamas.

Testemunhas presenciais afirmam ter visto até quatro pessoas que, depois de lançar objetos incendiários no andar térreo do prédio, fugiram em dois automóveis. Os suspeitos estavam vestidos de negro e tinham a cabeça raspada, segundo o que essas testemunhas relataram à polícia local. A polícia investiga sua possível origem ultra-direitista, e não descarta a intervenção de outros grupos nazistas e violentos.

A União Romani iniciou contatos com os principais líderes e associações ciganas alemãs, assim como os responsáveis pelo "Forúm Europeu dos Ciganos", que tem sua sede no Conselho da Europa, em Strasburgo, com o objetivo de se oferecer para trabalhar conjuntamente no que for necessário. Igualmente, a União Romani se dirigiu à Organização para a Segurança e Cooperação na Europa, para que façam a maior pressão possível para a rápida prisão dos criminosos incendiários e tomem medidas para que se ponha freio à onda de atentados racistas que estamos padecendo ultimamente.

Unimos a nossa dor à dor das famílias dos jovens assassinados de forma vil na Noruega. Hoje, tristemente, nos sentimos unidos na dor, porque a besta racista não conhece limites humanos nem fronteiras .

Barcelona, 25 de julho de 2011."

Publicado em kaosenlared.net

Nenhum ser humano é ilegal

O racismo é prática corrente nos países ditos civilizados, dotando-se de leis que priviligiam essas práticas recorrendo às forças repressivas sempre prontas a lavrar injustiças.

Professor racista, Exijamos a sua demissão !

A carta seguinte denuncia mais uma manifestação de racismo, divulga-a .

2 de julho de 2011
Professor manda estudante “voltar à África” e “clarear sua cor”
Nós, estudantes do curso de Engenharia Química da Universidade Federal do Maranhão/UFMA, matriculados na disciplina Cálculo Vetorial, informamos que o professor Cloves Saraiva vem sistematicamente agredindo nosso colega de turma Nuhu Ayuba humilhando-o na frente de todos os alunos da turma. Na entrega da primeira nota o professor não anunciou a nota de nenhum outro aluno, apenas a de Nuhu, bradando em voz alta que “tirou uma péssima nota”; por mais de uma vez o professor interpelou nosso colega dizendo que deveria “voltar à África” e que deveria
“clarear a sua cor”;em um outro trabalho de sala o professor não corrigiu se limitando a rasurar com a inscrição “está tudo errado” e ainda faz chacota com a pronúncia do nome do colega relacionando com o palavrão “no cu”; disse que o colega é péssimo aluno por que “somos de mundos diferentes” e que “aqui diferente da África somos civilizados” inclusive perguntando “com quantas onças já brigou na África?”. Nuhu não retruca nenhuma das agressões e está psicologicamente abalado, motivo pelo qual solicitamos que esta instituição tome as providências que a lei requer para o caso.
Favor divulgar em todas as redes pois o que está acontecendo aqui é comum em outras Instituições.
Cristina Miranda
Coordenadora do CEN/MA

O professor Cloves Saraiva e o estudante Nuhu Ayuba, que é nigeriano e está há três meses em São Luís. Segundo o Jornal Pequeno/Blog do John Cutrim, Nuhu Ayuba veio para o Brasil por meio do Programa de Estudantes – Convênio de Graduação (PEC-G), administrado pelos ministérios das Relações Exteriores e da Educação, em parceria com instituições de Ensino Superior em todo o país.

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Contra a Violência Policial !

Incrementa-se a cada dia que passa a violência física do estado contra os seus cidadãos, sobretudo através da actuação das suas forças policiais. Manifestações de cidadãos que são violentamente reprimidas. Intervenções brutais quase diárias nos bairros populares, em particular nas periferias urbanas. Espancamento de trabalhadores e sindicalistas. E a história das polícias nos anos mais recentes inclui também muitas mortes em todo o país: Tony em Setúbal, Corvo, MC Snake, Angol, PTB, Tete, Kuku e muitos outros. O racismo e a prepotência são permanentes.

É altura de denunciarmos e nos revoltamos contra a violência policial !

Wikileaks Sim, Racismo Não

A MasterCard e a Visa decidiram proibir as transferências para o WikiLeaks. Charles Arthur, editor de tecnologia do jornal The Guardian, faz notar que podemos continuar a usar esses cartões para doar dinheiro a organizações racistas como o Knights Party, que é apoiado pelo Ku Klux Klan. O site do Ku Klux Klan redirecciona os visitantes para outro site chamado Christian Concepts. Aqui são aceites donativos de visitantes que declarem serem “brancos e não descendentes de raças misturadas. Não sou casado com um não-branco. Não namoro com não-brancos e não tenho não-brancos dependendo de mim. Creio nos ideais da civilização cristã ocidental e professo a minha fé em Jesus Cristo como filho de Deus.” (The Guardian) Passa Palavra

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