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O Colectivo de Solidariedade Mumia Abu-Jamal subscreve todos os protestos contra o Governo Português que impediu que o avião oficial que transportava o Presinte Boliviano, sobrevoasse o espaço aéreo de Portugal, em viagem de retorno ao seu país.
"O CPPC condena e exige a cabal explicação da decisão, tomada
ontem, por parte do Governo português assim como de outros
países europeus membros da NATO , de cancelamento da
autorização da utilização do seu espaço aéreo por parte do avião
oficial que transportava o Presidente da Bolívia, Evo Morales,
na viagem de retorno ao seu país.
Alegando «problemas técnicos», mas, efectivamente, por suspeita
de que a bordo do avião estivesse Edward Snowden, ex-colaborador
de agências de informação dos EUA, o Governo português para além
de colocar em risco as pessoas que seguiam a bordo, protagonizou
um inaceitável acto que viola convenções internacionais e regras
diplomáticas, indiciando uma total subserviência às orientações
ditadas pelos Estados Unidos da América.
Recordemos que Edward Snowden é perseguido, pelo Governo dos
EUA, por ter denunciado um monumental programa de espionagem
massiva e à escala mundial com que os EUA recolhem ilegalmente
informações, chamadas telefónicas, mensagens de correio
electrónico e sms, de milhões de cidadãos norte-americanos e de
outros países, assim como de embaixadas, representações
diplomáticas e organismos internacionais, incluindo dos seus
aliados na NATO e da União Europeia.
O Conselho Português para a Paz e Cooperação considera da maior
gravidade e repudia o desrespeito que o Governo português
demonstrou pela soberania da Bolívia, na pessoa do seu
Presidente Evo Morales, assim como pela própria soberania de
Portugal ao, subservientemente, ter servido de instrumento dos
EUA na sua perseguição a Edward Snowden, por este ter denunciado
uma gigantesca e criminosa operação que agride liberdades e
direitos fundamentais. EUA que têm efectuado inadmissíveis
pressões e chantagens, procurando impedir o pedido de asilo
efectuado por Edward Snowden a diversos países.
O CPPC saúda o povo da Bolívia e o seu Presidente, Evo Morales,
a quem envia todo o seu apoio e solidariedade, com o desejo de
que prontamente e sem mais percalços possa regressar livremente
ao seu país."
Há quatro dias atrás a polícia brasileira atacou cobardemente a Aldeia Maracanã, usando de grande violência, testando os equipamentoos de repressão antes do mundial de futebol 2014 .
Seguem-se dois comentários que refletem a indignação deste acto .
"Sonia Pereira -
Vergonha para o Brasil! A história se repete, não importa a época nem a cidade... O povo indígena continua sofrendo...enquanto isso autoridades comemoram o triste desfecho, empresários aguardam o momento de dar início às obras, esperando que a nossa memória falhe e nos faça esquecer! Viva a imortal Aldeia Maracanã!
Responder · "
"PAULO ROBERTO BOTELHO ...
Esta é a política genocida e etnocida levada a cabo pelo Prefeito Eduardo Paes. Desde que foi subprefeito da Barra da Tijuca, tem um prazer mórbido e macabro em efetuar remoções forçadas, usando do arbítrio, da violência extrema para com as comunidades. ... Realmente estamos repetindo os episódios fatídicos da história do Brasil, com a dizimação de nossa cultura, nossa ancestralidade e nossos valores. É preciso dar um basta a todo este cenário de barbárie."
Por Mumia Abu-Jamal
Veio de origens humildes, muitos milhões de venezuelanos que viviam na pobreza venezuelana viram em Chávez a esperança de uma vida melhor .
Em 1992 com um grupo de oficiais organizou um golpe de estado militar que foi mal sucedido, contra o regime corrupto do Presidente Carlos André Pérez. Dois anos depois seria libertado . Em 1998 foi eleito Presidente Hugo Chávez proclamando naVenezuela a Revolução do libertador Simão Bolivar que lutou contra os colonizadores espanhóis no início do século XIX pela realização da independência da América latina .
Para Chávez, a independência da Venezuela significava independência económica para usar a vasta riqueza natural da nação para combater a pobreza paralisante de milhões de pessoas que viviam em bairros precários.
Em 2002, sectores capitalistas apoiados pelos Estados Unidos fizeram um golpe de Estado contra Chávez, mas foi de curta duração, passados três dias mais uma vez Chávez estava no comando, impulsionado pelo apoio de milhões de pessoas em Caracas, o que salvou sua vida, a sua presidência e sua visão.
Escapa da morte, o comandante, o presidente Hugo Chávez entrega a sua vida à causa do socialismo e nacionaliza o petróleo da Venezuela para criar uma sociedade mais igualitária .
Trabalhou aprofundamento na edificação da Revolução Bolivariana contagiando toda a América Latina.
Hugo Chávez sobreviveu a golpes e contra-golpes, ele perdeu a sua última batalha contra o cancro. Hugo Chávez tinha 58 anos .
Estes comentários são gravados pela Rádio prisão Hanrahan Noelle.
Para a versão Inglés, ver www.prisonradio.org
27 de janeiro de 2013
A Rede Nacional de Cuba apoia o apelo para os dias nacionais de ação de emergência em solidariedade com o povo da Venezuela e o Presidente Hugo Chavez
A Rede Nacional de Cuba apoia o apelo para os dias nacionais de ação de emergência em solidariedade com o povo da Venezuela e o Presidente Hugo Chavez
Com a solidariedade de Cuba rede, nós levantamos nossas vozes para dizer a Washington e à elite venezuelana: NÃO aos esforços de desestabilização na Venezuela, que reconhecemos plenamente visa também a soberania de Cuba.
Nós dizemos: "Tirem as mãos da Revolução Bolivariana". ...
No momento complexo que
se vive, consideramos da maior importância expressar toda a
solidariedade à República Bolivariana da Venezuela.
Consideramos
inaceitável a campanha de quem se pretende aproveitar de uma
situação corajosamente enfrentada pelo Presidente Hugo Chávez para
pôr em causa a dignidade e a vontade expressa em sufrágio do Povo
venezuelano, a sua lei fundamental, os seus órgãos institucionais
democráticos e o importante progresso social de melhoria das
condições de vida da população conseguido com a Revolução
Bolivariana, o seu contributo para a evolução progressista da
América Latina e sua afirmação soberana.
Estamos convictos que
o Povo venezuelano saberá continuar a defender o seu país, a sua
revolução e a Constituição Bolivariana, aprovada em 1999,
impedindo distorções na sua aplicação, continuando, em
democracia, o desenvolvimento económico, social e cultural e uma
política de paz e cooperação entre os povos, impedindo que aqueles
que perderam as eleições tentem tomar o poder através de qualquer
tipo de golpe.
Assim, as organizações abaixo-subscritas, reafirmam toda a solidariedade à República Bolivariana da Venezuela, ao Povo venezuelano e apelam à participação na Sessão de Solidariedade com a Revolução Bolivariana que se vai realizar no próximo dia 2 de Fevereiro 2013, pelas 16 horas, em Lisboa.
Assim, as organizações abaixo-subscritas, reafirmam toda a solidariedade à República Bolivariana da Venezuela, ao Povo venezuelano e apelam à participação na Sessão de Solidariedade com a Revolução Bolivariana que se vai realizar no próximo dia 2 de Fevereiro 2013, pelas 16 horas, em Lisboa.
As organizações subscritoras:
-Conselho Português para a Paz e Cooperação -Fiequimetal -Associação de Amizade Portugal Cuba -Colectivo de Solidariedade Mumia Abu-Jamal
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