CMA-J

Colectivo Mumia Abu-Jamal

146 ANOS DA COMUNA DE PARIS

146 ANOS DA COMUNA DE PARIS

A Comuna de Paris completou ontem 146 anos. No dia 18 de março de 1871, uma guerra revolucionária iniciava o primeiro governo operário da história, a Comuna de Paris. Operários e camponeses tomaram Paris de assalto e estabeleceram o governo dos trabalhadores.
A Comuna foi uma nova prática. É a antítese do Império. Ela combateu o burocratismo e o parlamentarismo e deixou como lição que o Estado burguês (ou capitalista) deve ser "quebrado" para que os trabalhadores possam tomar suas decisões no sentido do fim do Estado.
A obra administrativa e social da Comuna é absolutamente notável. Em semanas, a Comuna de Paris introduziu mais reformas do que todos os governos nos dois séculos anteriores combinados – e provavelmente mais do que os governos posteriores:
- O trabalho noturno foi abolido;
- Oficinas que estavam fechadas foram reabertas para que cooperativas fossem instaladas;
- Residências vazias foram expropriadas e ocupadas;
- Em cada residência oficial foi instalado um comitê para organizar a ocupação de moradias;
- Todas os descontos em salário foram abolidos;
- A jornada de trabalho foi reduzida, e chegou-se a propor a jornada de oito horas;
- Os sindicatos foram legalizados;
- Instituiu-se a igualdade entre os sexos;
- Projetou-se a autogestão das fábricas (mas não foi possível implantá-la);
- O monopólio da lei pelos advogados, o juramento judicial e os honorários foram abolidos;
- Testamentos e a contratação de advogados tornaram-se gratuitos;
- O casamento tornou-se gratuito e simplificado;
- A pena de morte foi abolida;
- O cargo de juiz tornou-se eletivo;
- O calendário revolucionário foi novamente adotado;
- O Estado e a Igreja foram separados; a Igreja deixou de ser subvencionada pelo Estado e os espólios sem herdeiros passaram a ser confiscados pelo Estado;
- A educação tornou-se gratuita, secular, e compulsória. Escolas noturnas foram criadas e todas as escolas passaram a ser de sexo misto;
- Imagens santas foram derretidas e sociedades de discussão foram adotadas nas Igrejas;
- A Igreja de Brea, erguida em memória de um dos homens envolvidos na repressão da Revolução de 1848, foi demolida. O confessionário de Luís XVI e a coluna Vendôme também;
- A Bandeira Vermelha foi adotada como símbolo da Unidade Federal da Humanidade;
- O internacionalismo foi posto em prática: o fato de ser estrangeiro tornou-se irrelevante. Os integrantes da Comuna incluíam belgas, italianos, polacos, húngaros;
- Instituiu-se um escritório central de imprensa;
- Emitiu-se um apelo à Associação Internacional dos Trabalhadores;
- O serviço militar obrigatório e o exército regular foram abolidos;
- Todas as finanças foram reorganizadas, incluindo os correios, a assistência pública e os telégrafos;
- Havia um plano para a rotação de trabalhadores;
- Considerou-se instituir uma Escola Nacional de Serviço Público, da qual a atual ENA francesa é uma cópia;
- Os artistas passaram a autogestionar os teatros e editoras;
- O salário dos professores foi duplicado [...]
A comuna acabaria em maio de 1871, mas seu espirito e o legado de: decretar a separação da igreja do Estado; o fim do exército permanente, organizando o povo em armas; estabelecer o ensino gratuito para todos; conselhos municipais com mandatos revogáveis; e salários iguais para todas as funções, continuam vivos até hoje.
A resposta da burguesia e da aristocracia à Comuna foi um odioso massacre aos 'Communards', milhares de trabalhadores, entre crianças mulheres e idosos, morreram. A maioria friamente executados. Com 72 dias de duração, terminava, no dia 28 de maio, em banho de sangue, a primeira experiência de governo operário da história.

DELBERT ÁFRICA: Membro dos MOVE


Por Mumia Abu-Jamal.
Chama-se Delbert África, um membro bem conhecido da organização MOVE de Filadélfia, mas se têm 20, 30 ou 40 anos, podem-se perdoar se não conhecem o seu nome.
Talvez seja mais conhecido como o homem que foi brutalmente espancado, chutado, atacado com a coronha de uma espingarda e pisado pelos policias que o prenderam muito antes da infame surra policial de Rodney King Em Los Angeles.
Delbert foi atacado em vídeo!, detido e preso em agosto de 1978, em uma das primeiras confrontos dos MOVE com a polícia.
Nas prisões, África, como os outros integrantes de MOVE, ensinou aos presos jovens como apreciar e aproximar-se de suas famílias. Mas esse sentido de serviço, que está profundamente enraizado na MOVE, não apaga o fogo. Escutem vocês mesmos:
" meu nome é Delbert África, sou da organização MOVE. Eu só quero dizer que os NOVE são uma família de fortes e sérios revolucionários com um profundo compromisso, fundada por um homem negro sábio e perspicaz, dDELBERT ÁFRICA: Membro dos MOVEe pensamento estratégico, chamado John África. No início, quando todos os membros dos MOVE éramos pessoas de corpo fraco, doente, inactivas e apáticas, John África tornou-nos fortes revolucionários comprometidos em acabar com, ou seja, remover, este sistema. Não reformá-lo, não mudar o governo, mas eliminar todo o sistema de opressão ".
Delbert África é um revolucionário, tão firme na sua convicção como era nos anos 70, porque ele tem visto e vivido coisas que chocam as pessoas. Lembram-se de pontapés e socos que mencionei? Já se perguntou o que aconteceu com os policas gravados em vídeo? Pois, nada, mas esta é uma história para outro dia.

Delbert Africa convoca todos os movimentos sociais, radicais e / ou revolucionários a continuar lutando.
" eu estou aqui hoje, graças a Noelle Hanrahan e prison rádio, para chamar a todas e todos que não me importa quem são, a se tornar pessoas revolucionárias e seguir neste caminho. A Revolução não é uma filosofia ou uma teoria, não é uma actividade. Se continuar adorando o dinheiro, se atormenta seu parceiro, se você não está em rebelião contra este sistema, você está ajudando o sistema a continuar com o mesmo. O que estou dizendo é que quero que as e os eco-Guerreiros continuem lutando. Quero que as pessoas de Black Lives Matter sigam em rebelião. Quero que as e os activistas de animais continuem lutando. Que as pessoas em terras indígenas que se opõem a esse oleoduto na Dakota do Sul continuem lutando. Não permitam que este sistema, que nem imaginas. Quero que todos e todas na comunidade continuem lutando. Não desistam. Este é o que o John África ensinou aos MOVE: nunca ceder a esse sistema opressor. Não nos impede a prisão, também não a prisão. Sabemos que podemos continuar e que não vão nos parar ".
Delbert Africa especificamente manda cumprimentos ao movimento ou movimentos de Black Lives Matter, acrescentando que ama essa gente jovem. Nisto, não está sozinho.
Desde a nação carcerária sou Mumia Abu-Jamal.

Apelo aos Fotógrafos



No mesmo momento em que decorre em todo o mundo a Semana contra o Apartheid Israelita 2017,

é lançada em Portugal uma campanha de fotógrafos defensores da BDS - Boicote, Desinvestimento e Sanções -

como forma de contribuir para o isolamento internacional de Israel e o fim da ocupação da Palestina.



Reproduzimos a seguir o apelo lançado hoje em Portugal. 
Caro/a fotógrafo/a,
Na Palestina, não fosse o trabalho dos fotógrafos, nunca conseguiríamos capturar a verdadeira imagem da ocupação e da violação dos direitos humanos.
Por isso mesmo, Israel pressiona cada vez mais os fotógrafos palestinianos e internacionais que tentam transmitir uma imagem mais próxima da realidade.
Aqui damos apenas alguns exemplos dos muitos abusos contra fotógrafos. A muitos deles foi negada a liberdade de movimento para poder realizar o seu trabalho. Outros foram humilhados, obrigados a tirarem a roupa para poderem passar as barreiras de segurança com vista a realizar o seu trabalho.
Em Abril de 2016, o fotógrafo Hazem Naser foi detido pelas forças israelitas. Em Setembro, o fotógrafo Nidal Shatayyah foi ferido perto de Jerusalém. Nesse mesmo mês, o fotógrafo Ashraf Amra, que já foi várias vezes ferido ao longo da sua carreira, foi impedido de sair de Gaza – que está sob o bloqueio – para receber um prémio numa competição internacional.
Em plena violação da lei internacional, foram assassinados vários fotógrafos palestinianos pelo exército israelita, entre os quais Rami Rayan e Muhamad Nur-alDin al-Diari, e outros internacionais como o italiano Simone Camille e o inglês Tom Hurndall.
Em solidariedade com os fotógrafos palestinianos e internacionais que arriscam a vida todos os dias para transmitir uma imagem verdadeira da situação na Palestina, em memória dos que morreram com uma câmara na mão, e respondendo ao apelo palestiniano para uma campanha internacional de boicote, desinvestimento e sanções (BDS), convidamo-lo/la a não ficar indiferente e a assinar este compromisso como forma de solidariedade com o povo palestiniano e de contributo para que todos os seres humanos tenham direito à igualdade, liberdade e justiça.

O compromisso resume-se nesta declaração:      
"Apoiamos a luta palestiniana pela liberdade, justiça e igualdade. Em resposta ao apelo de fotógrafos, jornalistas e trabalhadores culturais palestinianos para um boicote cultural a Israel, comprometemo-nos a não aceitar convites profissionais ou financiamentos do Estado israelita ou de qualquer instituição ligada ao seu governo, até que Israel cumpra com a lei internacional e  os princípios universais de direitos humanos."
Por favor, considere adicionar o seu nome a este compromisso. Os nomes dos apoiantes não serão publicados até ser atingida uma massa crítica e os apoiantes serem notificados.
Se quiser assinar, por favor utilize este formulário, onde o texto do compromisso está integral. Os organizadores da campanha estão disponíveis para responder a qualquer questão ou comentário através do email comitepalestina@bdsportugal.org

Cumprimentos,
Plataforma BDS-Portugal


Solidariedade com os povos da Venezuela e América Latina


O rosto repelente da verdade

Por José Goulão em "Abril"
O óbito da solução de dois Estados não foi declarado só agora. A resolução da ONU estabelecendo a partilha da Palestina foi logo sabotada pelo recém-nascido Estado de Israel, quando iniciou a limpeza étnica das populações árabes.
Donald Trump recebeu Benjamin Netanyahu na Casa Branca, a 15 de Fevereiro Créditos/ Agência Lusa


E a verdade chegou pelo rosto e pela voz que não encobrem as normas escabrosas regedoras do mundo, aplicadas por estruturas dominantes sem princípios nem valores, mesquinhas, desumanas, xenófobas, hipócritas. No seu discurso boçal, mas franco, Donald Trump disse que o rei ia nu, isto é, proclamou o que toda a gente sabia mas nenhum dos seus parceiros ousava admitir: não há lugar para a solução de dois Estados na Palestina. Ou seja, nega-se ao povo palestiniano o direito ao seu Estado. É uma cruel ignomínia; mas também é, por ora, a realidade dos factos.
Milhões de dedos escandalizados espetaram-se na figura odienta do novo presidente dos Estados Unidos da América, autor de uma blasfémia contra o direito internacional e, sobretudo, inquietador das boas consciências dos chefes da ONU, da União Europeia, de todos os «quartetos para a paz» feitos e desfeitos, de quantos se contentam em garantir a criação de dois Estados na Palestina enquanto o único existente, protegido a qualquer preço pelos poderes dominantes – vai engolindo palmo-a-palmo, traulitada-a-traulitada, todo o pedaço de terra onde deveria nascer o outro.

Avaliando, sem rodeios nem sob o efeito de melífluas declarações diplomáticas, a situação no Médio Oriente, apenas pode concluir-se que a solução de dois Estados na Palestina fracassou há muito. Terá morrido até à nascença, há 70 anos, quando as Nações Unidas, na vetusta e incumprida resolução 181, de 27 de Novembro de 1947, aprovaram o plano de partilha da Palestina, então sob mandato britânico.

Talvez seja este, afinal, o histórico, magno e escandaloso alcance da polémica proclamação de Trump. Apenas recordou e reafirmou as exigências impostas, em seu tempo, pelos Rockfellers, Rostchilds e quejandos, permanentemente lembradas ao complexo militar, industrial e tecnológico dos Estados Unidos pelos todo-poderosos lobbies judaicos.

O óbito da solução de dois Estados não foi declarado só agora. A resolução da ONU estabelecendo a partilha da Palestina foi logo sabotada pelo recém-nascido Estado de Israel, quando iniciou a limpeza étnica das populações árabes, a rapina dos seus bens, a destruição dos seus lares, vilas, aldeias e propriedades; prosseguiu com as deportações e anexações contínuas, as guerras de 1968, 1973, 1982, 1986, 1996...

A possibilidade de existência de um Estado Palestiniano ressurgiu vagamente com os acordos Rabin-Arafat de 1993, logo desmantelada pelo assassínio do então primeiro-ministro israelita e pela sequente sabotagem das negociações de paz por Peres, Sharon, Netanyahu, os beneficiários políticos da liquidação de Isaac Rabin por um criminoso saído das suas fileiras.

A arrastada coexistência de falsas negociações com a colonização israelita da Cisjordânia, sempre em crescendo, e o sangrento desmantelamento de Gaza, inviabiliza, de facto, a existência de um Estado independente que tenha condições para sobreviver. Resta o gueto dito «autónomo» de Ramallah, preso nas suas próprias malhas, submetido ao ocupante sionista, mergulhado nos vícios da pequena e baixa política, joguete de interesses de uma aliança espúria entre o Estado segregacionista de Israel, agora plenamente racista e fascizante, e as petroditaduras do Golfo, com a Arábia Saudita à cabeça.

A tudo isto o mundo assistiu nos últimos 25 anos, repetindo a ladainha dos dois Estados como um mantra – enquanto Israel prosseguia tranquilamente a colonização/ocupação, acusando os palestinianos de se recusarem a negociar por contestarem as ininterruptas invasões dos destacamentos de assalto colonizadores.

A opinião pública deixou-se embalar nesta espécie de determinismo dos dois Estados, crente de que um dia qualquer veria nascer um Estado Palestiniano, espécie de sucedâneo dos milagres criadores de Bósnias, Kosovos, Sudões do Sul, Somalilândias; até que Trump estilhaçou o limbo com a crueza da verdade repelente: não há – nem nunca houve – ideia de cumprir a promessa da existência de dois Estados na Palestina.

A União Europeia, a ONU, as famílias Bush e Clinton, o próprio Obama sobem então ao palco exibindo consciências virginais, clamando contra o maléfico atrevimento do novo presidente norte-americano. Contudo, eles sabem como ninguém do que fala Trump.

Com eles esfumou-se a possível criação de um Estado palestiniano, porque cobriram, toleraram e encorajaram sempre a estratégia dilatória e as práticas criminosas de Israel. E a Obama, que se ufana de ter permitido a primeira resolução do Conselho de Segurança contra a colonização, há que recordar que o fez com oito anos de atraso. O ex-presidente sabia perfeitamente que qualquer dos seus sucessores – fosse Hillary Clinton ou Trump – inverteria tal posição, assumida já em fase de transição de mandato .

A proclamação sionista de Donald Trump tem ainda um outro significado, que não pode ficar soterrado nos escombros dos inflamados, hipócritas e inócuos protestos da chamada «comunidade internacional». O seu tom e conteúdo provam que o actual presidente norte-americano não surge do exterior do establishment e à margem do complexo militar, industrial e tecnológico que domina o sistema de poder federal e imperial.

Trump é o homem escolhido para o actual momento de crise e contradições da desordem capitalista neoliberal. As proclamações trovejantes por ele proferidas, em sintonia com as vontades da teia financeira, económica e política dos lobbies judaicos, confirmam-no – caso houvesse dúvidas.

Trump é a verdadeira imagem da América e do capitalismo de hoje.


A RESISTÊNCIA CONTINUA ! ÁGUA É VIDA !

MULHERES NOS BLACK PANTHER PARTY


O Partido Dos Panteras Negras tentou acabar com o racismo e sexismo. Os Panteras negras eram irmãos e irmãs. Eles lutaram lado a lado, e foi uma subcultura igualitária; muito mais do que tendência nos EUA na década de 60, quando as mulheres foram feitos para serem donas de casa e viver uma existência sem sentido obrigatório, com o único propósito de servir os outros (marido e filhos) . Não importa como você olha para o partido dos panteras negras foi um poderoso movimento ativista das bases para continuar buscando o direito civil é de todos os americanos. Partido Dos Panteras Negras, foi um " todo o poder para todas as pessoas!" organização, se você é negro, branco, azul, verde, amarelo, ou de bolinhas. Cremos na unidade preta, mas apenas como um catalisador para ajudar a humanizar o mundo. O Partido Dos Panteras negras trabalhou para a autodeterminação e justiça social para todas as pessoas na subcultura do partido dos panteras negras e o movimento de libertação negra durante a era dos direitos civis, as mulheres tinha estatura, presença e tanto poder quanto os homens fizeram neste movimento (especialmente a Angela Davis).
Estas mulheres black panther, vozes femininas foram ouvidas e disseram que seja lá o que elas queriam. Nestas duas culturas (branco e preto) que foram afastados do mundo mas co-existiram na América durante a revolução dos direitos civis, este aspecto positivo do movimento era frequentemente ignorada. As mulheres do partido dos panteras negras estavam lutando pelos direitos das mulheres, e eles estavam lutando com suas vozes, a sua paixão para acabar com as desigualdades e estabelecer os direitos humanos básicos. Estas mulheres eram parte integrante, influência na crítica feminista / movimento pelos direitos das mulheres. Essas mulheres negras estavam na vanguarda da ativista perigosas que cria mais liberdade e direitos para as mulheres de todas as cores. E não se engane, também havia branco e marrom mulheres bem ao seu lado.
Através de Bobby Seale.com, llc {independente da divisão de produção cinematográfica} estou a angariar fundos para o desenvolvimento para produzir " aproveitar o tempo: o oitavo réu,". O filme narra a dramatização que minhas experiências de vida como o presidente fundador e organizador do nacional Partido Dos Panteras Negras e por sua vez, a verdadeira história do partido dos panteras negras. " Aproveite o tempo: o oitavo réu," irá dizer o meu verdadeiro 60 é movimento de protesto da história e a verdadeira história do partido dos panteras negras, dando a esses agora e no futuro uma consciência da nossa história, como um exemplo . De como uma pessoa nunca deve desistir da luta pela verdadeira libertação e liberdade, inspiradora de incutir neles a esperança de que uma mudança é possível e que, nós, o povo, devemos trabalhar de forma proactiva para preservar nossos direitos constitucionais.
Comprando livros, cartazes, Dvds e recordações do meu site você pode ajudar a apoiar meus esforços conseguir um filme honesto sobre meus sessenta movimento de protesto da história e a história do partido dos panteras negras produzido. Aqui está o link para a página:http://bobbyseale.com/html/orderform1.htm toda a força para todas as pessoas! Bobby Seale ======= #blackpanthers #blackhistory#blackpantherparty #bobbyseale
Bobby Seale com Shemetra Carter-Fair.
MULHERES NA BLACK PANTHER PARTY O Partido Dos Panteras Negras tentou acabar com o racismo e sexismo. Os Panteras negras eram irmãos e irmãs. Eles lutaram lado a lado, e foi uma subcultura igualitária; muito mais do que tendência nos EUA na década de 60, quando as mulheres foram feitos para serem donas de casa e viver uma existência sem sentido obrigatório, com o único propósito de servir os outros (marido e filhos) . Não importa como você olha para o partido dos panteras negras foi um poderoso movimento ativista das bases para continuar buscando o direito civil é de todos os americanos. Partido Dos Panteras Negras, foi um " todo o poder para todas as pessoas!" organização, se você é negro, branco, azul, verde, amarelo, ou de bolinhas. Cremos na unidade preta, mas apenas como um catalisador para ajudar a humanizar o mundo. O Partido Dos Panteras negras trabalhou para a autodeterminação e justiça social para todas as pessoas na subcultura do partido dos panteras negras e o movimento de libertação negra durante a era dos direitos civis, as mulheres tinha estatura, presença e tanto poder quanto os homens fizeram em Este movimento (especialmente a Angela Davis). Estes black panther vozes femininas foram ouvidas e disseram que seja lá o que eles queriam. Nestas duas culturas (branco e preto) que foram afastados do mundo mas co-existiram na América durante a revolução dos direitos civis, este aspecto positivo do movimento era frequentemente ignorada. As mulheres do partido dos panteras negras estavam lutando pelos direitos das mulheres, e eles estavam lutando com suas vozes, a sua paixão para acabar com as desigualdades e estabelecer os direitos humanos básicos. Estas mulheres eram parte integrante, influência na crítica feminista / movimento pelos direitos das mulheres. Essas mulheres negras estavam na vanguarda da ativista perigosas que cria mais liberdade e direitos para as mulheres de todas as cores. E não se engane, também havia branco e marrom mulheres bem ao seu lado. ======== através de BobbySeale.com, llc {independente da divisão de produção cinematográfica} estou a angariar fundos para o desenvolvimento para produzir " aproveitar o tempo: o oitavo réu,". O filme narra a dramatização que minhas experiências de vida como o presidente fundador e organizador do nacional Partido Dos Panteras Negras e por sua vez, a verdadeira história do partido dos panteras negras. " Aproveite o tempo: o oitavo réu," irá dizer o meu verdadeiro 60 é movimento de protesto da história e a verdadeira história do partido dos panteras negras, dando a esses agora e no futuro uma consciência da nossa história, como um exemplo De como uma pessoa nunca deve desistir da luta pela verdadeira libertação e liberdade. E inspiradora de incutir neles a esperança de que a mudança é uma possível e que, nós, o povo, devem trabalhar de forma proativa para preservar nossos direitos constitucionais. Comprando livros, cartazes, Dvds e recordações do meu site você pode ajudar a apoiar meus esforços conseguir um filme honesto sobre meus sessenta movimento de protesto da história e a história do partido dos panteras negras produzido.

The Black Panter - Venda militante


Pantera negra membro vende "a pantera negra", a festa é jornal, no roxbury seção de Boston, Massachusetts, 1970.
Fotografia de Stephen Shames.

A EMPRESA ISRAELITA QUE ENCARCERA GAZA PRETENDE CONSTRUIR O MURO DE TRUMP COM O MÉXICO .

"Magal Security Systems também é o empreiteiro importante na barreira de separação de Israel na Cisjordânia. Além disso seus clientes já incluem o departamento de defesa dos Estados Unidos, o serviço secreto e o aeroporto de Munique, na Alemanha. O Exército do México tem contratos com Magal..., também a polícia, prisões, bancos, portas, centrais elétricas e municípios ."

A Activista Angela Davis pede unificação à luz da discriminação racial


Partilhamos
A Activista Angela Davis pede unificação à luz da discriminação racial
De Rachel Hogan - 2 de fevereiro de 2017r

"Angela Davis, activista política internacionalmente reconhecida, académica e autora, encoraja os convidados na Black Black University Month da Black History Month Conference para permanecerem positivos e olhar para as possibilidades do futuro. (Regan Tokos | O Collegian)
A activista e pesquisadora Dra. Angela Davis falou aos alunos e membros da comunidade sobre questões relacionadas à discriminação racial e para comemorar o início do Mês da História Negra, no dia 1º de Fevereiro, no Grand Ballroom da União de Estudantes Estaduais do K-State.

Mais de 1.200 pessoas estiveram presentes e encheram o salão de baile. Estudantes, professores, funcionários e convidados também entraram no salão da União para assistir e ouvir a palestra das telas de TV enquanto estavam sentados no chão do salão de baile.
O tema recorrente da palestra de Davis foi a necessidade de uma "resistência coletiva" compartilhada por todas as pessoas.
"Eu sinto que em cada ponto, devemos deixar bem claro que este não é apenas um problema negro", disse Davis. "Os americanos brancos têm a responsabilidade de trabalhar apaixonadamente e implacavelmente para a solução do problema do racismo".
Davis disse que a solução não se baseia apenas em retificar a discriminação racial, mas toda a discriminação.
"Pode ser difícil se concentrar em um (tipo de discriminação), sem também falar de outro apenas por acidente ou por acaso", disse Kez Demby, júnior em cinesiologia. "Eu acho que essas coisas estão tão entrelaçadas que nem sequer percebemos como elas estão entrelaçadas".
Davis descreveu a interseccionalidade, a compreensão de que os oprimidos experimentam múltiplas opressões simultaneamente e inexplicavelmente. Assim, o sucesso da resistência coletiva depende, em última análise, da unidade absoluta e do apoio de cada membro.
Isso torna extremamente difícil a solução para todas as opressões, disse Davis. E à luz dos recentes acontecimentos, incluindo a inauguração do Presidente Trump e a subsequente "proibição muçulmana", a situação parece terrível.
"Não há nenhuma maneira de fazer a América grande novamente", disse Davis. "Se a América deve ser grande, deve ser no futuro. O trabalho que temos que fazer no próximo período é vasto. "
Apesar disso, a resistência não é sem esperança.
"Acho que uma grande parte da mudança que precisamos vem em uma base de pessoa a pessoa: como nos relacionamos com as pessoas e como educar as pessoas sobre as coisas que estão causando problemas na nossa sociedade", disse Demby.
Davis também trabalhou para inspirar o público maciço, animado, apaixonado e já motivado.
"Enquanto celebramos a história negra, celebramos nosso próprio potencial como agentes em uma busca coletiva pela liberdade", disse Davis.
Charles Schneider, senior em cinesiologia, disse que há uma possibilidade de alcançar a missão através da educação e compreensão.
"Mais do que tudo, acho que é importante que escutemos todos os outros", disse Schneider. "Precisamos estabelecer pontos de vista diferentes dos nossos. Nem todo mundo nasce como você, nem todo mundo é criado como você. Sempre estamos aprendendo.
Para Davis, o componente mais importante para iniciar uma mudança é a conexão da opressão e da violência de um nível institucional a um nível íntimo: uma meta alcançável a alcançar dentro da família do estado K.

OS VETOS DO IMPÉRIO

Os vetos do império
Por Mumia Abu-Jamal.

Lembram-se quando o presidente cessante, Obama, garantiu à nação que estava tudo bem, depois da ascensão de Donald Trump para a sala oval?

Bem, já se passou uma semana e adivinhem! Não está tudo bem.
Talvez para os Obama estejam bem, porque a família vai ter uma vida de riqueza e privilégios.

Mas este não é o caso para milhões de americanos que são muçulmanos, para não falar dos milhões de muçulmanos que vivem no estrangeiro.

A eles lhes dá pavor o anúncio que só se pode considerar como uma proibição contra os muçulmanos nos Estados Unidos.

Trump, o presidente da paranóia, quem fez uma campanha baseada no medo do outro, a xenofobia, misoginia e um crude racismo, pensa que o mundo quer acabar com ele, nasceu rico com todo tipo de vantagens.

Seu veto aos imigrantes muçulmanos foi o melhor cartaz de recrutamento que a al qaeda ou Isis jamais poderia ter sonhado. (segundo alguns relatos isis rezou para queTrump ganhasse. )
Pois, as suas orações foram atendidas.
Uma semana, e a nação está mergulhada no caos.
Sim, Senhor. Impressionante o teu trabalho para " fazer a América grande de novo '.

Desde a nação encarcerada sou Mumia Abu-Jamal.

Indignados

As mulheres marcham contra Washington




Por Mumia Abu-Jamal.
Inundaram as ruas como a chuva. Mulheres. Centenas, milhares, dezenas de milhares, centenas de milhares, milhões de pessoas!

Milhões marcharam em quase 700 cidades nos Estados Unidos e nas cidades capitais do mundo. Milhões contra Trump. Milhões contra o trumpismo.

Eu tinha lido que ia acontecer depois da cru e fanfarrona tomada de poder, mas quem poderia saber que seria tão grande?

Parafraseando Trump, " foi enorme!"
Se alguém se perguntava o que pensavam milhões de mulheres sobre o novo presidente americano, aí está sua resposta sublinhada com milhares de trovões e relâmpagos.


Desde as bebés em seus carrinhos de bébé até as velhinhas em suas cadeiras de rodas e todas as outras, as mulheres foram às ruas na capital da nação e em centenas de cidades do mundo para condenar o presidente Trump.

Desde que o presidente Bush anunciou a invasão do Iraque, não tinha surgido um destacamento tão surpreendente. São poucas as vezes que a gente disse, com tanta clareza a sua oposição a um político eleito.
Para as pessoas que a viu, será inesquecível.

Algumas das bandeiras eram engraçadas, outras sérias, mas quase todas usavam demandas de mulheres para direitos iguais e liberdade.

Demonstraram, com uma incrível quantidade de participantes, que as mulheres são uma força a ter em conta.

Desta nação encarcerada, sou Mumia Abu-Jamal.

Milhões de mulheres marcharam contra Trump em centenas de cidades do globo


Angela Davis discursa na Marcha das mulheres contra Trump

Como era de esperar, o discurso de Angela Davis dada às multidões de mulheres que marcharam contra Trump uma consciência ampla do que são os assuntos de mulheres, referindo-se à história de genocida dos indígenas e a escravidão do povo africano nos Estados Unidos E, a luta em Standing Rock. Comparado com o femenimso liberal de glória Steinam e as a favor de Hillary Clinton (as duas amigas do criminoso de guerra Henry Kissinger, que levou a morte e a destruição de milhões de mulheres no mundo), Angela ligou para as mulheres a se movimentar no controlo de os nossos próprios corpos e também contra a violência da polícia e o sistema carcerário.
Alicia Keys se pronunciou contra as bombas lançadas sobre outros países, mas tirando ela, Angela era a única que apresentou uma perspectiva internacional e ligou à liberdade para a Palestina. 
Também era a única que se referiu às e os presos políticos nos Estados Unidos, a dar as boas vindas da libertação de Chelsea Manning e Oscar López Rivera e chamando a liberdade de Leonard Peltier e Mumia Abu-Jamal. Também apelou à liberdade de Assata Shakur, quem já foi libertada em 1979 pelo Exército de Libertação Negra , mas que ainda está a ser perseguida pelo FBI e a polícia de Nova Jersey.

Secretário de Estado de Trump quer Assata Shakur presa

Secretário de Estado de Trump quer Assata Shakur presa .
Assata Shakur foi a primeira mulher a ser colocada na lista de terroristas mais procurados do FBI.
O governo cubano tem se recusado repetidamente a extraditar Shakur, que sempre irritou os conservadores americanos.
Escolha do presidente dos EUA, Donald Trump para o secretário de Estado, Rex Tillerson, estabeleceu um tom agressivo para sua posição sobre ativistas radicais: numa entrevista recente, ele deixou claro que quer voltar a aprisionar em solo americano a revolucionária Assata Shakur antiga membro do Exército de Libertação Negra, que vive no exílio em Cuba há três décadas.
Tillerson descreveu Shakur como uma "fugitiva", dizendo: "Vou me envolver bilateralmente e multilateralmente (com o governo de Raul Castro) para levar esses fugitivos à justiça".
Tillerson também insinuou que iria reverter o histórico degelo nas congeladas relações EUA-Cuba lançadas sob Obama, uma posição que Trump repetiu muitas vezes, argumentando que os EUA deveriam exigir um melhor "acordo" de Cuba.
Tillerson também ecoou sentimentos de muitos legisladores republicanos que rejeitam um movimento para terminar o bloqueio de meio século na ilha, dizendo: "Vou pressionar Cuba para cumprir sua promessa de tornar-se mais democrática e considerar colocar condições no comércio ou Políticas de viagem para motivar a libertação de prisioneiros políticos. "
Shakur, uma ativista nascida no Queens e mencionada na entrevista com Tillerson pelo seu antigo nome Joanne Chesimard, foi a primeira mulher a ser colocada na lista de terroristas mais procurados pelo FBI. Foi adicionada à lista no 40th aniversário do tiroteio de New-jersey Turnpike que conduziu a seu aprisionamento.

Ela escapou da prisão dois anos depois de ser condenada pelo assassinato do policial Werner Foerster, em 1977, durante um tiroteio - um crime que ela sempre negou . Shakur argumentou que ela foi injustamente alvo de Cointelpro, o programa de vigilância secreta do FBI que conduziu a contra-informação em organizações políticas como as Panteras Negras.
Em meados dos anos 80, o então presidente cubano Fidel Castro concedeu asilo a Shakur na ilha.
Pouco depois que Washington anunciou sua normalização das relações com Cuba, as autoridades do estado em Nova Jersey expressaram a esperança de que Havana extradite a antiga Pantera Negra para o solo dos EUA.
"Nós vemos qualquer mudança nas relações com Cuba como uma oportunidade para trazê-la de volta aos Estados Unidos para terminar sua sentença para o assassinato de Werner Foerster do estado de New-jersey Trooper em 1973," disse o coronel Rick Fuentes, cabeça da lei a maior do estado Na época.
No entanto, o governo cubano recusa-se a extraditar a tia de Tupac Shakur, que sempre irritou conservadores dos EUA .

Ao comemorar Martin Luther King , os seus ensinamentos continuam presentes e necessários

 
Emory Douglas 
In Commemoration of Dr. Martin Luther King, Jr.Who said the civil rights battles were against our government "the greatest purveyor of violence on earth" which Dr. King described them as:Racism, Extreme Materialism and Militarism

Etiquetas

Arquivo