CMA-J

Colectivo Mumia Abu-Jamal

JUSTIÇA PARA MOVE 9



Notícias de ontem acerca dos Move e do desenvolvimento do seu processo
Hoje, dia 13 de Maio passam 31 anos sobre o assassinato de 11 membros desta organização .
"Recebemos a notícia hoje que a janet, Janine, e debbie África será visto pela pensilvânia condicional esta quinta-feira dia 12 de maio de 2016. Como de costume o pa condicional estão tentando dar mais um aviso rápido e curto para estas audiências para condicional como fizeram no passado com a debbie, delbert e Eddie África. Isto é feito como resultado da pressão estão sob sobre esta questão e eles sabem os olhos de pessoas de todo o mundo estão assistindo. Já sabemos que lhes foram dadas as suas encomendas pela ordem fraternal da polícia, mas nós, como as pessoas ter o nosso próprio trabalho para fazer e isso é para trazer os nossos lutadores da liberdade em casa lá para as famílias.
Também queremos salientar ainda outro exemplo dos jogos mentais da liberdade condicional como eles decidiram dar nossas irmãs longa e esperada audição no dia antes do 31º aniversário do dia 13 de maio 1985 bombardeamentos e Assassinato de onze mover membros seis adultos e cinco crianças. Duas das crianças nessa casa no dia 13 de maio de 1985, foram os filhos de Janet e Janine África. A Pensilvânia condicional mostrou outro nível de insensibilidade e baixas como realmente são. Esta é apenas outra tática por este sistema para tentar magoar a nossa família mas graças aos ensinamentos do fundador e coordenador do movimento organização John África nossas irmãs como outros mover pessoas são fortes e não será influenciado por esta táctica viva john África para sempre!!!!!.
Estamos pedindo às pessoas para ficar em solidariedade para com as nossas irmãs nesta quinta-feira dia 12 de maio de 2016.

A partir de 9:00 am até 1:00 PM
Telefone ou e-mail a liberdade condicional em pa
(717) 772-4343 ou e-mail Ra-pbppoc@Pa.gov
Depois das 2:00 PM às 5:00 PM
Chamada, fax, tweet e e-mail pa governador tom lobo
(p) (717) 772-2509
(F) (717) 772-8284
E-mail pa. Gov (contato)
Twitter @Governor tom lobo
A procura é condicional para o movimento 9 IRMÃS
Debbie (Sims) ÁFRICA 006307
Janet (Holloway) ÁFRICA 006308
Janine (Phillips) ÁFRICA 006309

Se as pessoas estão no facebook estamos pedindo às pessoas para mudar sua foto de perfil desta foto com as mulheres para mostrar solidariedade com a sua audiência nesta quinta-feira. O Pba e a fop tem lobby por anos contra a liberdade condicional para os presos políticos agora esta quinta-feira dia 12 de maio será a vez de povos lobby em apoio condicional para nossos prisioneiros políticos. Recebemos também a palavra que nosso irmão Michael África tinha apelado seu 2014 condicional negação em que ele foi dado um cinco anos de prisão. Michael ganhou o seu apelo e irá aparecer antes da liberdade condicional em agosto de 2016, em vez de dezembro de 2019. Então ainda temos um trabalho sério para fazer para trazer a nossa família para casa imediatamente.
Ona mover

A Justiça e a responsabilidade da campanha ."

Suécia - Sozinha, uma mulher negra fez frente a 300 neonazis






Tess Asplund levanta um punho fechado como forma de protesto contra o grupo de extrema-direitaDAVID LAGERLÖF/EXPO/TT NEWS AGENCY/PRESS ASSOCIATION IMAGES

"O que leva uma mulher a desafiar cerca de 300 neonazis? A protagonista desta história é Tess Asplund, uma mulher de 42 anos, com ascendência africana, cuja sua imagem se tornou viral depois de ter enfrentado sozinha, no último domingo, uma manifestação organizada pelo Movimento da Resistência Nórdica, na cidade de Borlänge, Suécia.
A imagem de Tess Asplund de punho erguido a enfrentar o grupo de extrema-direita está a correr o mundo. Entrevistada pelo jornal britânico The Guardian, Asplund conta que não reflectiu e agiu no momento. “Foi um impulso. Eu estava tão zangada, tive de sair para a rua”, confessa. “Só pensava: nem pensar, eles não podem marchar aqui. Nenhum nazi vai marchar aqui, não está correcto”.
Depois da manifestação, apanhou um comboio para Estocolmo e esqueceu o assunto. Segunda-feira percebeu que a foto estava a correr as redes sociais. Agora teme pelos seus 50 kgs de coragem que lhe parecem pouco quando pensa nos “grandes e loucos” membros do grupo de extrema-direita. “Talvez não o devesse ter feito, quero paz e sossego”, desabafa.
O medo não é em vão. Tess afirma que as acções daquele grupo lhe são familiares e conta que alguns dos seus amigos já foram atacados e obrigados a mudar de casa. A mulher já recebeu telefonemas anónimos a meio da noite onde pessoas lhe gritam do outro lado do auscultador. “É difícil falar sobre o ódio. Sinto vergonha por termos este problema. As autoridades dizem que é um país democrático. Mas estamos a falar de nazis! É horrível”, confessa.
A manifestação de domingo acontece numa altura em que os movimentos de extrema-direita estão a aumentar na Suécia, explica Daniel Poohl, editor daExpo, uma revista anti-racista sueca, à qual pertence o fotógrafo que captou a imagem viral.
O impacto da fotografia foi tal que os meios de comunicação suecos já a compararam a uma outra famosa imagem, capturada por Hans Runesson em 1985, e que ficou conhecida como “a senhora com a mala”. Na imagem, hoje com mais de três décadas, uma mulher usa a sua mala para bater numskinhead do partido neo-nazi sueco, dissolvido em 2009.
As sondagens mostram que os Democratas Suecos, um partido nacionalista, conservador e anti-imigração, conquistam 15% a 20% das intenções de voto dos eleitores e mantêm o poder no Parlamento, enquanto a proliferação do seu discurso se espalha por sites que incitam ao ódio. É no espectro mais extremista desta ideologia que encontramos o Movimento da Resistência Nórdica, explica Poohl.
“Vivemos numa Europa onde as ideias de extrema-direita se estão a tornar cada vez mais populares e também existe uma reacção contra elas”. “Vivemos dias em que as pessoas aguardam por algo que canalize esta necessidade de resistir à Europa que constrói muros e fronteiras contra refugiados, uma Europa com quem não podem cooperar mais. O gesto de Tess capturou um desses conflitos actuais”, analisa.
Recorde-se que a Suécia rejeitou, no início deste ano, a entrada de mais refugiados e migrantes da Ásia e Médio Oriente, alegando receio de que esta vaga ameace a segurança nacional, depois de se terem registado episódios de violência em centros de acolhimento de refugiados. Em Janeiro o país começou a recusar a entrada de migrantes sem documentos.
No último ano, as Nações Unidas consideraram que o país tem um problema específico de Afrofobia.
“O racismo foi normalizado na Suécia. Pensava que a Suécia em 2016 iria ser mais aberta, mas alguma coisa aconteceu”, lamenta Tess. “Espero que algo positivo resulte desta fotografia. Talvez aquilo que eu fiz se torne um símbolo de que qualquer pessoa pode fazer alguma coisa. Se uma pessoa o conseguiu, qualquer um consegue”, conclui."

Mumia Abu Jamal faz 62 Anos, 34 dos quais em prisão


Multiplas iniciativas estão agendadas em muitos paises a assinalar a passagem do 62ºaniversário de Múmia , 34 dos quais em prisão, acto injustamente cometido pelo sistema norte americano que persiste em abreviar-lhe o tempo de existência enquanto ser consciente e defensor acérrimo da justiça .

No México
"Celebremos a vida e luta de Mumia Abu-Jamal na passagem do seu 62º Aniversário !"



Palestina - No Dia da Terra

Comunicado do MPPM sobre o Dia da Terra 
NO DIA DA TERRA O MPPM APOIAA LUTA DO POVO PALESTINO
PELA PAZ, PELA LIBERDADE E PELA DIGNIDADE
1. Em Março de 1976, as autoridades israelitas anunciaram a expropriação de grandes extensões de terras de palestinos na Galileia para a construção de um campo de treino militar e novos colonatos judaicos, no âmbito de um plano de judaização da região. No dia 30 desse mês, uma greve geral e grandes manifestações de protesto sacudiram as localidades palestinas no território do Estado de Israel (segundo as linhas do armistício de 1949). Na repressão sangrenta que se seguiu, seis palestinos foram mortos pelas autoridades de Israel e centenas foram feridos ou presos. Desde então, o dia 30 de Março ficou conhecido como o Dia da Terra, uma data que simboliza a luta do povo palestino pelo direito aos seus lares, às suas terras de cultivo, à sua Pátria.

2. A ocupação de terras palestinas, com a expulsão dos seus habitantes, não começou, nem terminou em 1976. A limpeza étnica tem sido, desde o início, um aspecto central da criação do Estado sionista. E, não por acaso, desde a assinatura dos acordos de Oslo (1993) e as encenações de paz subsequentes, tem-se registado uma agudização dramática da situação. A contínua ocupação israelita de terra palestina está a modificar a realidade no terreno. Os territórios palestinos ocupados em 1967, incluindo Jerusalém Oriental, reconhecidos por direito aos palestinos pelas resoluções das Nações Unidas, respeitam, apenas, a menos de um quarto (22%) do território da Palestina histórica. Apesar disso, os palestinos só têm controlo, e ainda assim com autonomia limitada, sobre 18 % dessa já de si reduzida parcela, e está-lhes interdito o acesso a cerca de um quarto desse território, que é legitimamente seu!

3. As autoridades sionistas, com o apoio activo ou, pelo menos, a passividade dos Estados Unidos da América e da União Europeia, assim como o silêncio do Conselho de Segurança e a indiferença da comunidade internacional, estão a criar factos consumados que tornam inviável a construção de qualquer Estado Palestino, mesmo apenas numa parte menor da Palestina Histórica. Ao mais de meio milhão de habitantes dos colonatos nos territórios ocupados em 1967, junta-se o retalhamento da Margem Ocidental pelo Muro do Apartheid, pelas estradas exclusivamente reservadas a colonos, pelos terrenos sob controlo directo de Israel, bem como pelo cerco à faixa de Gaza. A ocupação física visa impor, de facto, um único Estado no território da Palestina histórica – o Estado judaico de Israel. Tal objectivo é, ao mesmo tempo, acompanhado pela mais brutal repressão sobre o povo palestino, que se prolonga desde o sistema prisional até à violência quotidiana do exército israelita.
4. O governo de Benyamin Netanyahu, resultante da vitória do Likud nas eleições do ano passado em Israel, não surpreendeu, continuando a política de judaização da Palestina, a inviabilização da construção do Estado Palestino e a negação dos direitos aos palestinos, tanto os dos territórios ocupados como os cidadãos de Israel. E não se vislumbram, nas forças políticas dominantes em Israel, alternativas que deixem entrever a possibilidade de uma inflexão desta política. Enquanto isto, os extremistas sionistas prosseguem livremente a sua campanha de incitamento ao ódio e à violência, ao passo que as organizações que, em Israel, procuram promover a paz e a defesa dos direitos dos palestinos são perseguidas até serem silenciadas.

5. O MPPM, ao assinalar este Dia da Terra em 2016
 Exprime a sua solidariedade ao povo palestino na sua justa luta pela terra, pela paz, pela independência e pelos seus direitos nacionais
Exorta a comunidade internacional – a União Europeia em particular – e bem assim o Governo de Portugal, a empenharem-se, em todos os planos, a favor dos direitos legítimos do povo palestino, exigindo o fim da ocupação e o respeito pelo Estado de Israel da legalidade e dos acordos internacionais que sistematicamente viola com impunidade.


TODO O APOIO A MUMIA



Mumia precisa de nosso apoio novamente! Telefonar, enviar fax ou um e-mail agora!

As más práticas médicas e a indiferença intencional na prisão SCI-Mahanoy estão matando Mumia Abu-Jamal

Estamos muitíssimos preocupados com a deterioração da saúde de Mumia, como observado nas últimas semanas pelo médico que o visita, assim como os clérigos, advogados, professores, familiares e amigos. A presença de sintomas mais graves de Hepatite C e o possível desenvolvimento da diabetes que quase o matou um ano atrás alertam para um tratamento adequado e imediato. Portanto, pedimos :

E x i g i r

1. O fornecimento imediato a Mumia do tratamento anti-viral para curar sua condição de Hepatite C. Como o seu médico testemunhou no tribunal, esta é a provável causa da persistência e piora da doença de pele, do dano quase certo ao seu fígado, do extremo ganho de peso e fome, e outras condições associadas com a diabete

2. A entrega imediata de todos os exames de sangue aos advogados de Mumia.

3. A acompanhar de perto a saúde de Mumia para detectar os sinais de alerta do diabetes e, especialmente, seus níveis de glicose, dado que um ataque de diabetes quase matou Mumia na primavera de 2015.

Enviar as demandas para:

Governador da Pensilvânia, Tom Wolf
Tel: 001-717-787-2500
Fax: 001-717-772-8284
E-mail: governor@pa.gov

Departamento de Correções, Pensilvânia; Secretário John Wetzel

Dirigente indígena Berta Cáceres é assassinada em Honduras

GoldmanPrize
Berta Cárceres denunciou as ameaças que vinha recebendo há pouco mais de uma semana, em coletiva de imprensa   Berta Cárceres denunciou as ameaças que vinha recebendo há pouco mais de uma semana, em coletiva de imprensa



Dirigente indígena Berta Cáceres é assassinada em Honduras

A coordenadora do Conselho Cívico de Organizações Populares e Indígenas de Honduras (Copinh), Berta Cáceres, foi assassinada em sua casa na madrugada desta quinta-feira (3) em La Esperanza, na região oeste do país. Segundo as primeiras informações relatadas por fontes locais, homens não identificados e armados invadiram a casa de Cáceres enquanto ela dormia e a mataram e feriram seu irmão.

Cáceres era líder da comunidade indígena Lenca e de movimentos de camponeses hondurenhos, defensora de direitos humanos e ativista ambiental. Há pouco mais de uma semana, concedeu uma coletiva de imprensa onde denunciou que quatro dirigentes de sua comunidade haviam sido assassinados e outros, incluindo ela, estavam recebendo ameaças. 


Em 2015 recebeu o prêmio Goldman, considerado o Nobel do Meio Ambiente, em decorrência de sua luta em defesa das comunidades rurais hondurenhas. Na ocasião Cáceres afirmou "O que nos inspira não são os prêmios, mas os princípios. Aqui, com reconhecimento ou sem, lutamos e vamos continuar lutando".
As comunidades indígenas lencas, que habitam o ocidente hondurenho lutam em defesa de seu território ancestral que está ameaçado por projetos hidroelétricos e mineradoras aprovados pelo governo sem consultas aos moradores. 
Cáceres dedicou sua vida a denunciar as expropriações e violação aos direitos humanos impulsionadas pelo governo em territórios ancestrais. Além disso, cobrou ampliação de serviços básicos de saúde e assistência rural. Também não se curvou diante das tentativas norte-americanas de implementar bases militares no território Lenca. 


Do Portal Vermelho, com agências

Como Israel colabora com Al Qaeda na Síria




Mundo


Combatentes sírios da Al Qaeda
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O recente ataque de um drone israelita, que matou um general iraniano e cinco combatentes do Hezbollah, encorajou os "capacetes azuis" da ONU a falarem. E contaram que é sistemática a política israelita, de visar o bloco Irão-Síria- Hezbollah, e de poupar as forças da Al Qaeda e do "Estado Islâmico"

Os testemunhos dos "capacetes azuis" estacionados numa zona-tampão dos Montes Golã são referidos extensamente num artigo publicado em Der Spiegel, sobre a situação naquele território sírio parcialmente ocupado por Israel. 

Segundo esses testemunhos, e segundo quatro relatórios de Ban Ki Moon entregues ao Conselho de Segurança no ano passado, tinha havido até 19 de Novembro pelo menos três tentativas originadas naquela zona tampão para colocar armadilhas explosivas em território israelita. Também tinha havido vários disparos de armas ligeiras e de morteiros dessa zona contra Israel, tendo-se registado um morto e dois feridos israelitas.

Os testemunhos e relatórios da ONU não identificam os responsáveis dos atentados e dos disparos, nem precisam se se tratou de disparos direccionados para atingirem alvos israelitas ou de consequências de trocas de fogo entre as forças beligerantes que operam na região. E admitem que o Hezbollah tenha visado alvos israelitas a partir daquela zona tampão, porque assim protegeria de algum modo as suas bases em território libanês contra as retaliações israelitas.

Mas os "capacetes azuis" tornam-se muito mais assertivos quando se referem ao alvo das retaliações em território sírio: em cinco vezes que elas ocorreram, dizem, nenhuma foi apontada contra as forças da Frente Al-Nusra, o ramo sírio da Al Qaeda, ou contra o "Estado Islâmico". Os ataques israelitas visaram sempre o Exército sírio ou os seus aliados iranianos e libaneses. No conjunto, causaram a morte de sete soldados sírios e ferimentos em 43.

Além disso, têm-se registado episódios de auxílio activo de Israel aos combatentes da Al Qaeda. Segundo os relatórios da ONU, verificou-se pelo menos uma vez a entrega de caixotes por militares israelitas aos rebeldes sírios. E verifica-se repetidamente a vinda de rebeldes feridos para tratamento médico em Israel.

Oficialmente, as autoridades israelitas admitem receber feridos sírios, embora digam que não procuram saber se se trata de civis ou combatentes e, neste caso, por conta de quem. De qualquer modo, tal como a política externa israelita tem hoje no Irão e no Hezbollah os seus alvos prioritários, não surpreende que, no terreno, a política militar israelita considere os inimigos dos seus inimigos, ao menos temporariamente, como aliados tácitos.

in ://www.rtp.pt/noticias/mundo/como-israel-colabora-com-al-qaeda-na-siria_n799047

Albert Woodfox , finalmente foi libertado


Texto do comunicado sobre a libertação de Albert Woodfox

Albert Woodfox foi libertado hoje dia do seu 69º Aniversário .

 Louisiana, EUA

Há poucos momentos, Albert Woodfox, o último membro remanescente da Angola 3 ainda atrás das grades, foi libertado da prisão de 43 anos e 10 meses depois de ter sido colocado em primeiro lugar em uma cela solitária 6 × 9 pés por um crime que não cometeu. Depois de décadas de litígios onerosos, funcionários do Estado Louisiana terem agido interesse da justiça e chegando a acordo o que traz um final muito atrasado este pesadelo. Albert tem mantido a sua inocência a cada passo, e hoje, em seu 69º aniversário, ele vai finalmente começar uma nova fase de sua vida como um homem livre.
Na expectativa de sua libertação, esta manhã, Albert agradeceu aos seus muitos adeptos e acrescentou: "Embora eu estava ansioso para provar a minha inocência em um novo julgamento, a preocupação com a minha saúde e da minha idade me fizeram para resolver este caso agora e obter minha libertação com este no-contest apelo para cargas menores. Espero que os acontecimentos de hoje vai encerrar a muitos. "
Ao longo das últimas quatro décadas, a condenação de Albert foi derrubado três vezes separados para uma série de violações constitucionais, incluindo a má conduta do Ministério Público, a defesa inadequada, discriminação racial na seleção do foreperson grande júri, e supressão de provas de defesa.Em 08 de junho de 2015, o Juiz Federal James Brady ordenou a libertação imediata de Albert e proibiu o Estado de repetir Albert, uma decisão extraordinária que ele chamou de "o único remédio justo". Um painel dividido do 5º Circuito de Apelações reverteu essa ordem em novembro com o juiz dissidente argumentando que "Se alguma vez um caso justificadamente poderia ser considerado para apresentar restrição re-julgamento" circunstâncias excepcionais ", este é o caso." essa decisão foi em sede de recurso para o Supremo Tribunal dos Estados Unidos quando a notícia de sua libertação quebrou.
Em nome da Angola 3 - Albert Woodfox, Robert King, e em memória de Herman Wallace - nós gostaríamos de agradecer sinceramente a todas as organizações, ativistas, artistas, peritos legais e outros indivíduos que têm tão graciosamente dado o seu tempo e talento para extraordinária luta de a Angola 3 por justiça. Esta vitória pertence a todos nós e deve motivar-nos a levantar-se e exigir ainda mais fervorosamente que o isolamento de longo prazo ser abolida, e todos os inocentes e injustamente encarcerados ser liberado.
Favor encaminhar todas as consultas da mídia para a equipe jurídica da Albert: laura.burstein@squirepb.com, 

202-626-6868 (o) 

202-669-3411 (C)

Breve entrevista à Democracy Now

Bem, se juntar a nós agora em uma exclusiva transmissão de Nova Orleans estação PBS WLAE é o próprio Albert Woodfox, dando sua primeira entrevista televisiva desde o seu lançamento na sexta-feira. Também se juntando a nós existe Robert King, o outro membro sobrevivente da Angola 3. E o advogado de Albert Woodfox, Billy Sothern, também se junta a nós a partir de New Orleans. Congratulamo-nos com todos vocês para Democracy Now! 
Albert Woodfox, como é a sensação de ser livre? ALBERT WOODFOX: Eu não tenho bastante percebi isso ainda, mas se sente muito bem. Amy Goodman: Bem, você pode falar sobre o que aconteceu na sexta-feira como você deixou a prisão paróquia em New Orleans? Isso foi depois de 45 anos de prisão, 43 anos em confinamento solitário. Você é o prisioneiro mais antigo em confinamento solitário nos Estados Unidos. ALBERT WOODFOX: Eu acho que, você sabe, por um momento, tudo parecia surreal. E tivemos de sentar-se ao redor, cerca de uma hora e alguns, esperando nos documentos finais a ser enviada por fax para o centro de detenção Feliciana ocidental. E quando isso finalmente aconteceu e, você sabe, meu irmão e meus advogados, eles saíram comigo, e a família e amigos começaram a expressar alegria e emoção. E nós temos no carro do meu irmão, e nós dirigiu lentamente. E nós respondeu a algumas perguntas, e então passou a ir dizer adeus à minha mãe ...

Free Palestine

Nuestros muros..."libertad a presos políticos".


Foto de Desinformémonos.
Desinformémonos
Nuestros muros... "libertad a presos políticos".
Av. Cuauhtémoc en la ciudad de México.
foto: Ojarasca

Conselho de Segurança Nuclear alerta para falhas na central de Almaraz


                                                                            Frobles/wikimedia
                            
Inspetores do Conselho de Segurança Nuclear (CSN) espanhol alertaram para falhas no sistema de arrefecimento da central nuclear de Almaraz (Cáceres).
De acordo com o jornal El País, a central localizada à beira do Tejo, a 100 km da fronteira com Portugal, sofreu duas avarias nos motores das bombas de água.
Os cinco técnicos que fizeram a inspeção consideram, de acordo com uma nota de 28 de janeiro, que não existem “garantias suficientes de que exista uma expectativa razoável” de que o sistema de arrefecimento possa funcionar de forma adequada.
O El País avança ainda que fontes internas do CSN consideram que a inspeção devia ter levado à suspensão imediata de atividade no reator que ainda está em funcionamento em Almaraz – o outro está parado, para uma intervenção programado -, mas não houve até agora nenhuma ordem nesse sentido.
Os diretores da central de Almaraz e da CSN encontraram-se esta terça-feira, mas ainda não são conhecidos resultados dessa reunião.

Obsoleta

Em Portugal, o deputado do partido Pessoas-Animais-Natureza (PAN), André Silva, apresentou no Parlamento um projeto de resolução que recomenda ao Governo uma intervenção junto de Espanha para encerrar a central.

No documento, André Silva argumenta que a central “não só não possui as condições necessárias para estar em funcionamento tendo reprovado em teste de resistência realizado pela Greenpeace, como já deveria ter sido encerrada em 2010, estando já ultrapassado o tempo de vida útil para as centrais nucleares deste tipo”.
A central de Almaraz, em funcionamento desde o início da década de 1980, “é das centrais nucleares mais antigas da Europa”.
Sendo “refrigerada pelas águas do rio Tejo”, o deputado acrescenta que a sua localização “expõe Portugal a eventuais perigos”, relembrando que, “nos últimos anos, tem vindo a registar vários incidentes que obrigaram a paragens no seu funcionamento”.
“O tempo de vida útil para as centrais nucleares deste género é de 25 anos, o que a torna atualmente como obsoleta. A verdade é que esta central deveria ter encerrado em 2010, depois de cumpridos os seus 25 anos de vida, mas o Governo espanhol prolongou o período de vida da central até 2020, funcionando sem possuir os mais modernos e avançados sistemas de segurança”, lê-se no projeto.
O PAN recorda os alertas para esta situação dados por algumas associações, sobretudo no que diz respeito às “consequências negativas a nível da poluição no Rio Tejo“, devido ao processo de refrigeração, mas também para a região da Serra da Estrela, em caso de “acidente nuclear grave” e numa situação em que se verifiquem ventos de leste que arrastem a nuvem radioativa para a região.
O deputado conclui que “permitir passivamente a continuidade do seu funcionamento poderá trazer consequências catastróficas para Portugal numa situação de desastre nuclear”.
 

"Lisboa: duas mães com dois e seis filhos menores alvo de despejo"

inTVI24 
                                                                                                                                                                             
Cerca de 50 moradores do bairro da Cruz Vermelha, na freguesia do Lumiar, em Lisboa, protestaram esta quinta-feira contra a desocupação de duas casas deste bairro habitadas ilegalmente, exigindo uma solução por parte da Câmara. 

O protesto decorreu junto ao edifício da vereação da Habitação, onde se concentraram moradores deste bairro social que “estão solidários” com a situação das famílias, compostas por duas mães com dois e seis filhos menores e que foram esta quinta-feira “surpreendidas” com “despejos sumários”, disse à agência Lusa a presidente da Habita - Associação pelos Direitos à Habitação e à Cidade, Rita Silva.

 
De acordo com a responsável da Habita, estas mulheres têm “rendimentos muito baixos, têm procurado arrendar casas no mercado e não conseguem”, explicando que, “em desespero”, entraram em casas municipais vazias e viviam sem água e luz. 


“Isto é uma questão de direito fundamental de proteção da vida das pessoas. Tem que haver uma moratória aos despejos por motivo de carência económica”, defendeu Rita Silva.

 
As famílias despejadas pretendiam reunir-se hoje com a vereadora da Habitação da Câmara de Lisboa, Paula Marques, mas a autarca agendou o atendimento para segunda-feira nos Serviços do Campo Grande. 
Sobre as desocupações hoje realizadas, a vereadora Paula Marques esclareceu que “o direito à habitação é um direito constitucional mas, em prol da defesa deste direito para todas as pessoas, da equidade e justiça no acesso ao mesmo e do bom uso do bem público, há um conjunto de regras a observar”.

 
“A ocupação não titulada de fogos prejudica os agregados que aguardam a atribuição por via do concurso público através do Regulamento do Regime de Acesso à Habitação Municipal (RRAHM)”, considerou a autarca, referindo que este instrumento “é o único que garante um tratamento equalitário e sem lugar a qualquer discricionariedade”. 


De acordo com a vereadora da Habitação, as desocupações expeditas foram efetuadas depois de alerta e denúncia por parte de moradores do bairro da Cruz Vermelha. 


Paula Marques disse que “uma das cidadãs é co-habitante autorizada em fogo municipal e efetuou candidatura ao RRAHM somente em 2015”, esclarecendo a informação dada pela associação Habita de que uma das mulheres tem procurado habitação social desde 2006. 


A outra cidadã, acrescentou, “foi co-habitante autorizada em fogo municipal, no mesmo bairro, tendo prescindido do direito ao fogo por possuir alternativa habitacional no concelho de Sintra, juntamente com o marido e restante agregado”.

 
“Em ambos os casos, esta manhã foi proposto apoio através da rede social e linha de emergência social, 144, pelos agentes da Polícia Municipal. Este apoio foi recusado”, afirmou a vereadora da Habitação.

 
Para a presidente da Habita, o parque habitacional da Câmara de Lisboa “não chega de todo para aquilo que são as listas de espera”, referindo que existem “milhares de pessoas a solicitar uma habitação social, porque já não conseguem fazer face ao mercado do arrendamento ou porque são insolventes ou porque perderam as casas para os bancos”.

 
“Isto é um retrato daquilo que temos no nosso país. Temos muitas famílias que estão em situações desesperadas em termos de habitação. Os rendimentos das pessoas são muito baixos, o preço da habitação no arrendamento privado é muito elevado e há mais de 20 anos que não se desenvolveu nova habitação a preços sociais, isto faz com que haja uma bomba-relógio que está a rebentar lentamente”, esclareceu.

Tudu pobri é um soldjah



Filmagens e ediçao: Thugpaxion e diogo cachouça

Mães com crianças despejadas sem qualquer solução pela Câmara Municipal de Lisboa

 
Protesto para exigir soluções dignas hoje, 15h, junto à Vereação da Habitação


Hoje duas mulheres, mães sozinhas com crianças foram despejadas de forma sumária pela Câmara Municipal de Lisboa, no Lumiar.
Uma das mulheres tem 4 filhos, um deles com um mês e meio de idade, a outra tem duas crianças de 6 e 9 anos. Não houve qualquer avaliação da situação destas mulheres, nem o cumprimento dos prazos mínimos para que as pessoas se possa defender e nomear os seus motivos.
Com rendimentos muito baixos, têm procurado arrendar casas no mercado e não conseguem, têm procurado, uma delas desde 2006, obter a pontuação necessária para aceder a uma habitação social sem sucesso. Em desespero entraram em casas municipais vazias há anos e ali viviam sem água e luz, mas pelo menos com um tecto. Hoje são surpreendidas pela polícia e suas carrinhas, não têm direito sequer a defender-se, não têm direito a um acompanhamento social, não têm direito a nada a não ser a rua.
Os moradores do bairro estão revoltados com esta situação. Assim sendo, não nos resta outra solução que não seja exigir à Camara Municipal de Lisboa uma solução imediata para estas mulheres e o respeito pelos direitos fundamentais.
A partir das 15h, na rua Alexandre Herculano nº 46, os moradores acompanhados das associações vão exigir soluções.
 

Islamofobia e nacionalismo branco

 
 
 
Islamofobia e nacionalismo branco
Por Mumia Abu-Jamal
A imagem de um candidato presidencial do partido ,republicano Donald Trump, diz tudo quando exprime a sua intenção de proibir a entrada de muçulmanos nos Estados Unidos.
Os seus comentários inundaram o globo, são uma expressão de medo, o ódio e ignorância americana impressionante.
Baseia-se em llusões acerca da Inocência americana?. ...

Muitos muçulmanos entraram no país há séculos , Foram séculos. Foram Invisiveis, em grande parte porque eles eram negros. Africanos capturados em lugares como Senegal, na costa oeste da África trouxeram com eles as suas crenças. Então é um pouco tarde para proibir a sua entrada.
Além disso, isto tem pouco a ver com os imigrantes muçulmanos mas tudo a ver com os muçulmanos nascidos aqui, Especialmente por os americanos brancos se sentirem ansioso pela queda na posição demográfica eo crescimento precipitado ?
América do Norte a morena.
Imaginando-se como cristãos, em vez do que realmente são os nacionalistas brancos ? Eles se posicionam como inimigos do Islão . Inimigos de um bilhão de pessoas de países muçulmanos na Ásia, África e do Oriente Médio.
Também não é uma coincidência que este é um esforço republicano, porque este partido político corre em direção a sua meta há mais de meio século, um fenômeno talvez melhor explicado pelo sociólogo Andrew Hacker (1995) no seu livro / Duas Nações: Preto e Branco .
Sendo um dos dois principais partidos políticos, o republicano ?tem feito tudo, para declarar em público que está disposto a ser considerado um partido branco, preparado para representar
os americanos brancos e defender os seus interesses. Claro que, o Administrações republicanas assegurar a nomeação de alguns Oficiais negros, que são conservadores e moderados vementes
dispostos a ficarem na sombra. (Eles tem especialmente dificuldade em encontrar candidatos adequados para o Supremo Tribunal ou o Chefe do Estado-Maior Conjunto das Forças Armadas.) Não está escrito na estratégia do jogo é que você pode ganhar Desejado posições políticas sem os votos dos negros. Além disso, enviar uma mensagem que não querem ou precisam de seus votos, se sentem poderem atrair mais votos de um eleitorado maior Branco entre americanos que querem um partido disposto a ter uma representação racial?.
Agora, cerca de 7 ou 8 milhões de eleitores muçulmanos não devem ter preocupações, o Partido Republicano não precisa ou quer o seu voto .
A partir da nação encarcerada, Mumia Abu-Jamal.
O áudio gravado por Noelle Hanrahan:
www.prisonradio.org

Mumia encarcerado há 34 anos , alvo de novo atentado contra a sua vida



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Las Lasactividades por la salud y libertad para Mumia Abu-Jamal a sus 34 años de encarcelamiento se han dado en el contexto de un nuevo atentado contra su vida, esta vez por la vía médica. El Departamento de Correcciones del estado de Pensilvania y la empresa privada que presta servicios de salud a los presos, Correct Care Solutions, saben que Mumia tienen la Hepatitis C y saben que puede ser fatal, pero se niegan a darle un tratamiento de las nuevas drogas anti-virales que le podrían salvar la vida. Dicen que no está suficiente enfermo, que sólo están obligados a darle tratamiento en las últimas etapas de la enfermedad –cuando ya sería tarde. Es decir, le están dando una nueva sentencia de muerte.
Ante este negativo, Mumia insiste que tiene el derecho al tratamiento y que también hay otros 10,000 presos en el estado de Pensilvania con la misma enfermedad que tienen este derecho. Mientras tanto, está dando la batalla para recuperarse. Ahora no siente que está para morir y agradece al movimiento por mantenerlo vivo con sus llamadas, correos, acciones y oraciones.
Falsamente acusado de matar a un policía, Mumia es preso por luchar. El ex Pantera Negra y simpatizante de MOVE tiene mucho que compartir y, alentado por el creciente movimiento contra la violencia policiaca en Estados Unidos, se esfuerza a relacionarse a ello a través de sus escritos.
El sábado 5 de diciembre exigimos libertad, vida y salud para Mumia afuera de la embajada de estados unidos en la Ciudad de México, como se ve en este video de la compañera Carolina Bt. Contamos con la participación de los tambores y poetas de Son de la Montaña, el canto de Eva Palma, el rap de Raíces y Batallones Femeninos, performanz y danza africana, representada en un segundo video de la compañera Carolina Bt.
En el acto también dimos lectura a algunos escritos sobre los recientes libros de Mumia. Su octavo libro, La escritura en la pared (Writing on the Wall), contiene uno de varios ensayos que él ha escrito sobre un pueblo relativamente desconocido en el estado de Missouri que se volvería “una consigna de resistencia” después de que la gente se levantó contra el asesinato del joven negro, Mike Brown, por el policía blanco Darren Wilson el 9 de agosto de 2014. En Ferguson, dice Mumia,
“…a la juventud —excluida de la economía estadounidense por la educación inferior y deficiente; agredida por la supuesta guerra anti-droga y el encarcelamiento masivo; detenida y revisada por caminar siendo negra–– le ofrecieron asientos en primera fila al estado de seguridad nacional….Ferguson es un despertar. Un llamado a la juventud para construir movimientos sociales radicales y, sí, revolucionarios, para lograr cambios.”
Y por si acaso algún(a) activista se desespera y piensa que las cosas siempre van a seguir igual y que no vale la pena luchar, en su noveno libro que está por salir, Murder Inc., Mumia nos recuerda que “hay una distintiva característica compartida por todos los imperios en el curso de la historia. Todos y cada uno de ellos desaparecen. ¿Y qué es lo que queda? Ruinas desmoronadas y monumentos manchados que retratan a gobernantes convertidos en polvo…”
En estos días decenas de artistas han rifado con la pinta de murales en el Chanti Ollin y el Auditorio Che Guevara y con las imágenes de la campaña gráfica  que presentamos en el acto afuera de la malvada embajada y en varios otros eventos, incluyendo proyecciones y/o charlas en la Cafetería Rizoma (espacio Radio Zapote), la Casa de los Amigos y el Café la Magdalena, ésta última organizada por la Red contra la Represión. Agradecemos la transmisión de la Ke Huelga Radio y el programa especial de Noticiasdeabajo-ML y Tejemedios sobre presas y presos injustamente encarcelados en México y el mundo, también la entrevista por Radio Desobediencia.
En Filadelfia, Nueva York y otras ciudades se han realizado varios actos en apoyo a Mumia y otros presos y presas políticas este mes, incluyendo en Paris, Berlin, Bilbao, Barcelona, Santiago de Chile, Bogotá, San José y Las Heras.
Hay una importante movilización el 18 de diciembre cuando Mumia tiene una audiencia sobre la negación del Departamento de Correcciones de Pensilvania a darle tratamiento por la Hepatitis C. Mumia dará testimonio en la audiencia por televisión en vivo y los comités solidarios en Filadelfia y Nueva York viajarán a Scranton, Pensilvania para llenar el salón del tribunal.
AGREGA TU FIRMA A ESTA NUEVA PETICIÓN
EXIGE TRATAMIENTO MÉDICO PARA MUMIA:
Dr. Paul Noel, Director Médico, Pennsylvania Department of Corrections
001 (717) 728-5309 Email | ra-contactdoc@pa.gov
 Dr. Carl Keldie, Director Médico, Correct Care Solutions
001 (800) 592-2974
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BOM ANO 2016 !

Foto de Colectivo MUMIA Abu-Jamal.


Apesar do peso negativo dos dias que vivemos, ainda nos é permitido ter ambições de ter um mundo mais justo, é esse mais um desafio para o ano que se aproxima...
Saúde e Liberdade para Mumia Abu-Jamal !
 

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