CMA-J

Colectivo Mumia Abu-Jamal

Ontem, Foi o Dia Internacional da luta Contra a discriminação racial . Dia a multiplicar por 365 ...

Ontem , dia 21 de Março comemorou-se o Dia Internacional pela Eliminação da Discriminação Racial, os moradores dos bairros periféricos de Lisboa, movimentos e organizações sociais promoveram uma ação de protesto contra a violência policial e o racismo institucional, que decorreu a partir das 16.00 horas no Largo de São Domingos em Lisboa. Esta iniciativa decorreu até cerca das 23:00 h.s havendo muitas  intervenções de cariz político e artístico. A presença desta iniciativa no coração da cidade contou com a presença de largas centenas de pessoas que ao longo da tarde e noite passaram no local, solidariazando-se e repudiando o racismo ainda com grande predomínio na sociedade portuguesa .
 
 
 

Albert Woodfox, hoje poderá ser libertado.

Venha para Baton Rouge de Apoio para Bail
Albert Woodfox na segunda-feira, 2 mar
Acabamos de receber a notícia de que a fiança audiência de Albert prosseguirá na segunda - feira 2 de março, às 9h30 na Sala 6 do Tribunal US Middle District em Baton Rouge (777 Florida St.). Albert estará presente; e embora saibamos que é curto prazo, apoiadores locais são convidados a participar, se possível.

Se você ainda não tiver feito isso, por favor, assine a petição Anistia Internacional convidando o governador Jindal para não se opor a fiança para Albert.

A cobertura da mídia: o tratamento do sistema Judicial de dois detentos Angola se assemelha a uma loteria, por James Gill
Albert Argumentos liberação de calor para cima como abordagens Bail Audição de segunda-feira

48 horas atrás, o Estado apresentou um pedido escrito de Corte Distrital Federal juiz James A. Brady para cancelar de Albert segunda - feira, 2 de março de fiança audiência, alegando que seu reindictment move a questão da libertação de federal a jurisdição do Estado.

Embora Albert manteve seu direito de petição para a fiança no sistema estadual, se necessário, a equipe jurídica da Albert sustenta que a jurisdição sobre a guarda e liberação permanece corretamente com os tribunais federais até que os habeas apelar processo for concluído, independentemente de ele ter sido reindicted ou não .

Seja ou não o juiz Brady concorda que é da sua competência para conceder a libertação para Albert sob fiança, ele ainda mantém indiscutivelmente um poder arrebatador para definir as condições de libertação no entanto lhe aprouver, como parte de seu mandato concedendo habeas corpus alívio definitivo.

Por favor, junte Albert no Tribunal na segunda-feira para apoiar a sua petição forte e justo para a liberação . Sua liberdade está muito atrasada.

Manifestantes judeus em N.York alvos de insultos



Video bem esclarecedor de como quem a afronta o estado terrorista de Israel e sujeito a insultos, mesmo que seja um judeu ortodoxo não está imune .

 
 " Este también es mi Pueblo, estos son mis hermanos.

  Israel no es mi Pueblo, muy al contrario, es la mayor organización hipócrita, criminal y terrorista internacional.


  Es la principal cabeza de la "bestia" que justifica los privilegios ilegítimos con hipocresía, corrupción, represión, pederastia, tortura, crímenes, genocidio, propiedad privada, dinero, poder..., la representación de la cúpula del 'nazi-sionismo' que se sustenta en los mayores negocios multinacionales de guerra, muerte y enfermedad. Estos psicópatas 'nazi-sionistas' que dirigen el mundo son los mayores enemigos del Pueblo.

 
  Israel empieza a ser consciente de su propia auto-destrucción y por ello en los últimos años actúa con aún mayor brutalidad, improvisación y necedad. Por todas sus actitudes de falsedad, manipulación y represión fascista-criminal-genocida se está haciendo visible ante todos, pues están cayendo uno a uno todos los velos de la hipocresía. Es el momento idóneo para que EL PUEBLO en todo el mundo aumentemos el BOICOT A ISRAEL (económico, político, científico, cultural, deportivo...). No sigamos siendo cómplices de estos criminales, terroristas y genocidas 'nazi-sionistas'.
 
  Israel se está destruyendo, no tardará mucho en caer. Serán juzgados todos y cada uno de sus promotores, ejecutores y cómplices a nivel internacional. Quien tenga oídos para oír que oiga."
                                                                                               in Queda la Palabra

CONTRA O RACISMO E A VIOLÊNCIA POLICIAL

Cerca de meio milhar de moradores da Cova da Moura e outros apoiantes manifestaram-se ontem ao fim da tarde em frente ao Parlamento, repudiando os actos de racismo e violência policial que se verifica nos bairros .
 
Fotos Cma-j
 
 
 
 
 
 
 

Hoje pelas 17 h Concentração Contra o racismo e a violência policial junto ao Parlamento

O CMA-J  apela a todos  que participem na Concentração junto ao Parlamento, iniciativa convocada por associações populares do Bairro da Cova da Moura a que se estão a associar colectivos e pessoas em nome individual .

Agressões e prisões pela polícia no bairro da Cova da Moura
Mais um caso de violência policial
que não pode ficar impune

Na passada 5ª feira, 5 de Fevereiro, uma brigada policial fez uma pretensa rusga na Cova da Moura, numa pura demonstração de força e intimidação da população, tal como muitas vezes tem acontecido em muitos bairros do país. A certa altura, abordaram de forma provocatória um grupo de jovens do bairro, revistando-os e abusando-os verbalmente à espera de alguma forma de resposta violenta. Como não a obtiveram, os polícias começaram a agredir brutalmente um dos jovens, apesar de este não estar a oferecer qualquer resistência. Seguiram-se disparos, incluindo sobre outros habitantes que entretanto tinham ido ver o que se passava e que puderam testemunhar todo o episódio. Uma voluntária da Associação Moinho da Juventude foi atingida na perna e na nádega. O jovem, a sangrar, foi algemado e levado para a esquadra de Alfragide. Aí, os polícias juntaram-se para o agredir com cassetetes e pontapés, ao mesmo tempo que o insultavam. Só seria libertado no dia seguinte, depois de o terem acusado de apedrejar a carrinha da polícia, uma acusacão impossível, já que ele na altura estava a ser revistado.

Um grupo de pessoas, entre os quais dois dirigentes do Moinho, decidiu dirigir-se à esquadra para exigir a libertação dele. Apesar da abordagem pacífica deles à entrada da esquadra, foram logo insultados e baleados e depois, dentro da esquadra, foram algemados, violentamente agredidos e ameaçados de morte. Cinco deles foram detidos e levados pela polícia para a esquadra da Damaia e depois para um hospital, devido aos ferimentos que tinham sofrido. A polícia e a comunicação social tentou apresentar o que se passou este episódio como sendo um gang a invadir a esquadra.

Basta,Concentração contra a violência policial e contra o racismo
12 de Fevereiro de 2015, pelas 17 horas
Frente ao Parlamento

Este é mais um dos muitos casos de provocação e violência policial que alastram em particular nos bairros negros das periferias e que não podem ficar sem resposta. A cada dia que passa, a polícia provoca, invade, agride, insulta e prende ilegalmente sobretudo jovens de etnias que o sistema considera inferiores, através dos seus agentes nas forças de repressão, nas quais se expandem cada vez mais, com encorajamento oficial e com total impunidade, sentimentos de ódio racista.
Isto não acontece por acaso, acontece numa altura em que a crise do sistema impõe condições de vida cada vez mais horrendas e desumanizadoras aos sectores mais explorados e oprimidos da sociedade, com particular destaque para os descendentes de africanos, que são empurrados para o desemprego (esmagadoramente os jovens) e para uma vida em bairros onde lhes são negadas as mais elementares condições de sobrevivência. Este sistema não tem nada para lhes oferecer e pretende esmagar-lhes os horizontes.
Isto está a acontecer em todo o mundo dito avançado, em toda a Europa e nos EUA (onde chega a limites extremos, como os assassinatos endémicos de afro-americanos e latinos que geraram a recente grande onda de protestos e indignação). O objectivo é impor um brutal sistema de medo permanente que impeça os jovens de se revoltarem, sob qualquer forma, desde as mais erradas às mais avançadas, contra uma vida sem perspectivas e para mudar a sociedade. O objectivo é dividir, colocar brancos e negros uns contra os outros e entre eles

Concentração Contra a violência policial


Foto de Kova M Estúdio.

 

Solidariedade com Cuba


Mais uma provocação policial, "Uma “invasão a esquadra” inventada – Relatos da Cova da Moura e de Alfragide,"

Uma “invasão a esquadra” inventada – Relatos da Cova da Moura e de Alfragide

Invadidos por notícias de “invasões”, deixamos aqui (embora com mais actualizações para breve) o relato dos acontecimentos vividos hoje no Bairro da Cova da Moura e na Esquadra da PSP de Alfragide:
a) No início da tarde uma patrulha da PSP da esquadra de Alfragide invadiu o Bairro da Cova da Moura, numa acção de rotina que concluiu na detenção de uma pessoa;
b) Durante a acção, o detido – apesar de não ter oferecido resistência – foi agredido violentamente, de pé e depois no chão, pelos diversos elementos da PSP presentes;
c) Perante o elevado número de testemunhas (algumas talvez armadas com telemóveis que filmam) , a PSP tratou de “limpar” as redondezas com recurso a violência física. A todos aqueles que: pela distância, por estarem à janela ou em propriedade privada e por isso distantes do cassetete , a polícia optou pelo disparo de balas de borracha;
d) Entre as vítimas das balas contam-se: mãe e filho (de apenas três anos de idade) que foram encaminhadas para o hospital, a mãe foi sujeita a uma operação cirúrgica; uma mulher atingida na face que se encontrava à janela; dois deficientes físicos; e ainda um grupo de raparigas que se encontrava no espaço público;
e) Perante o caos instalado pela PSP, quatro cidadãos do Bairro, alguns colaboradores do Moinho da Juventude, cientes do seus direitos e preocupados com a situação criada, dirigiram-se à esquadra de Alfragide para apresentar queixa dos agentes e saber informações do detido na acção de Bairro;
f) Apesar da esquadra ser um espaço público com serviço de atendimento ao cidadão, isso não impediu que os quatro fossem agredidos por vários agentes, em franca maioria, e que recorreram inclusive, e novamente, a balas de borracha;
g) Um sexto indivíduo que se encontrava no espaço público da esquadra foi agregado pela PSP aos 5 previamente detidos;
h) Dada a natureza das agressões, os seis indivíduos foram assistidos durante várias horas no hospital Amadora-Sintra, e diga-se, estavam todos irreconhecíveis, tal a brutalidade da acção policial.
Durante todo o tempo de espera e desenvolvimento da situação dos detidos, a polícia apresentou-se nervosa, talvez consciente da dimensão do ocorrido. Vários polícias fardados e à paisana cobriam várias espaços do hospital de forma desconfiada, enquanto na esquadra faziam o possível por não exteriorizar, embora de forma infrutífera, a insegurança dos seus actos. Como se o cenário não fosse estranho o suficiente, ficamos a saber que um dos polícias da esquadra de Alfragide ostenta uma tatuagem nazi. É evidente que, por tudo o descrito e pelas notícias veiculadas pela PSP aos media, vão tentar acusar este grupo de cidadãos de um crime directamente proporcional ao erro grave cometido pela corporação. Temos de estar vigilantes e atentos. Afinal quem invade quem?

Mais uma vez, racismo e brutalidade policial á solta

Imagens de jovens torturados ontem na esquadra da PSP de Alfragide, entre os quais se encontram os rapers LBC e Kromo di Gheto .
Fotos Plataforma Gueto
A prepotência e o racismo polícial , contemplando sempre os sectores mais desprotegidos da população. O CMA-J não pode deixar de manifestar a sua solidariedade aos agredidos e repudiar a violência brutal praticada por agentes da polícia que contrariam de todo a sociedade democrática que dizem defender.





PHIL AFRICA morre na prisão , mais um revolucionário morto nas prisões americanas

MUERE PHIL AFRICA EN PRISIÓN ¡QUE DESCANSE EN LIBERTAD!


Phil standing
 
Una terrible noticia. Ha muerto en prisión bajo circunstancias sospechosas un gran compañero que siempre se ha solidarizado con nosotrxs aquí en México ––un alma rebelde, luchador hasta el final. ¡DESCANSE EN LIBERTAD PHIL ÁFRICA! ¡LIBERTAD PARA ‘LOS 9 DE MOVE’!
Va el comunicado de la organización MOVE sobre su muerte:
El sábado 10 de enero 2015, Phil Africa, un revolucionario y el primer ministro de defensa de John África, queridísimo hermano, esposo y padre, murió bajo circunstancias sospechosas en la Institución Correccional de Dallas, Pensilvania.
El domingo 4 de enero Phil no se sentía bien y fue a la clínica de la prisión. Aún así, otros presos vieron a Phil caminar, estirarse y hacer saltos de tijera ese día.
Al escuchar que Phil estaba en la clínica, algunos integrantes de MOVE hicieron el viaje a la prisión a verlo, pero las autoridades les prohibieron la visita. Mientras ellos visitaban con Delbert África, Phil fue trasladado en secreto al hospital general Wilkes Barre donde lo mantuvieron aislado e incomunicado durante cinco días.
Las autoridades de la prisión SCI-Dallas no dieron ninguna información sobre la condición de Phil. Les dijeron a representantes de MOVE que Phil estaba en Wilkes Barre, pero el hospital negó que él estuviera ahí. Durante casi una semana, dijeron puras mentiras.
Fue muy sospechoso que tanto el hospital como la prisión negaran a Phil su derecho a llamar a su familia y especialmente a su esposa de 44 años, Janine África, con el pretexto de que ella no era una pariente “de sangre”. Tanto el hospital como la prisión recibieron cientos de llamadas en apoyo a Phil de varias partes del mundo. Cuando por fin permitieron que Phil le llamara a Janine el jueves, 8 de enero, él estaba muy drogado, incoherente y casi no podía sostener el teléfono para hablar con ella.
El viernes, 9 de enero, Phil fue enviado de regreso a la clínica de la prisión, a la sección para enfermos terminales. El sábado 10 de enero, a Ramona y Carlos África les dieron permiso para visitar a Phil en la clínica. Cuando llegaron, a Phil le fallaban las palabras y no pudo hablar o mover su cabeza para verlos. Una hora después de que se fueron, Delbert África llamó desde la prisión con la noticia de que Phil había muerto.
Los presos en la clínica y en toda la prisión quedaron conmocionados al escuchar la noticia. Habían visto la vigorosa salud de Phil durante décadas en las prisiones y solo seis días antes, lo habían visto tomando ejercicio, haciendo saltos, etc. Este rápido debilitamiento ocurrió cuando estaba mantenido incomunicado, sin contacto con su familia MOVE en el hospital Wilkes Barre o la prisión Dallas o en cualquier lugar que estos conspiradores lo mantenían con alevosía.
El hecho de que Phil fue aislado seis días antes de morir y que las autoridades se negaron a dar información sobre su condición es más que sospechoso.
Éste es un ejemplo grave del odio a MOVE demostrado por parte del sistema. También tenemos el ejemplo del 8 de agosto de 1978 cuando ‘los 9 de MOVE’ fueron encarcelados ilegalmente, y el ejemplo del 13 e mayo de 1985 cuando el gobierno bombardeó e intencionalmente asesinó a once integrantes de MOVE. Cuando Merle África murió en prisión el 13 de marzo del 1998, las condiciones eran muy parecidas a las de Phil. Por lo regular, ella había vivido de manera saludable en prisión, pero después de unas pocas horas de estar obligada a ir a un hospital fuera de la prisión, murió.
Phil se relacionó con gente en todas partes del mundo. Escribía y enviaba solidaridad y fortaleza a cientos de personas. Trabajó duro para aprender a pintar y creó un sinnúmero de pinturas que mandaba gratis a la gente para llamar la atención sobre ciertos asuntos o para que ellos pudieran usarlas para recaudar fondos para su lucha o para unir a la gente. Phil tomó en serio su compromiso y su trabajo revolucionario, y también sonreía, se reía y daba abrazos y aliento a la gente. Era una figura paterna cálida para muchos jóvenes en la prisión donde les enseño a boxear, pensar y fortalecerse. A pesar de que dos de sus propios hijos fueron asesinados por el estado el 13 de mayo de 1985, era como un papá para muchos. Phil y su esposa Janine fueron obligados a vivir separados durante más de 36 de los 44 años que estuvieron casados, él en una prisión y ella en otra, pero a pesar de este cruel aislamiento, se esforzaron en mantenerse en comunicación.
Es la intención del sistema que la gente de MOVE muera en prisión. ‘Los 9 de MOVE’ nunca debieron haber estado encarcelados y según su sentencia, debieron haber salido bajo libertad condicional hace seis años. El gobierno es directamente responsable para las muertes de Merle y Phil África. Phil nunca será olvidado y lo vamos a extrañar con mucho cariño, pero las cosas no van a quedar así. Su fuerte ejemplo será una inspiración para luchar más duro por la libertad de ‘los 9 de MOVE y todas y todos los presos políticos. Este último acto de saña del gobierno será un motivo para que la gente acelere el ritmo de esta revolución.
¡VIVA PHIL AFRICA!
¡VIVA MERLE AFRICA!
¡LIBERTAD PARA ‘LOS 9 DE MOVE’!
¡VIVA JOHN AFRICA!

DEBATE - As novas fronteiras da gentrificação


Breves notícias sobre a Palestina



 Notícias de 4/01 a 10/01

Em Gaza:
As violações do cessar-fogo continuam! Mais um pescador foi ferido, as  tropas sionistas andaram aos tiros na fronteira e o checkpoint de Erez foi novamente fechado.  Nestes meses de frio a luta para sobreviver entre ruínas continua. Os testemunhos dos órfãos de Gaza revelam o horror do terrorismo do estado sionista. Além das dificuldades e mortes devidas ao tempo, à falta de electricidade, a questão da água na faixa de Gaza é um problema que se arrasta. Enquanto aparecem novas evidências  sobre os ataques israelitas e os crimes de guerra que cometeram no verão de 2014 em
Gaza, o governo de Israel prepara um plano de emergência para evacuar os colonos perto da faixa de Gaza e o governo de Egipto quer criar uma zona tampão em Rafah, envolvendo a evacuação de 1220 casas onde vivem cerca de 2044 famílias.

Na Cisjordânia:
Um relatório da ONU indica que, durante o ano de 2014 na Cisjordânia, 1190 crianças palestinianas foram feridas e 1266 foram detidas pelas tropas sionistas ( mais sobre o relatório). Durante o ano de 2014, mais de 15 000 colonos israelitas instalaram-se em território ocupado pelo regime sionista, simultaneamente, os palestinianos não podem construir, nem reconstruir, nem aumentar as suas casas. São expulsos e obrigados a
destruírem as suas próprias casas quando não podem pagar a ordem de destruição emanada do regime sionista.  Relembro que o que os governos sionistas têm feito nos territórios ocupados viola a 4ª Convenção de Genebra e a lei internacional, mas mais uma casa é demolida em Hebron; lojas são demolidas na zona de Belém... As agressões dos colonos continuam: a sul de Nablus, colonos israelitas atacaram pastores
palestinianos com a ajuda do exército de Israel! A sul de Hebron, colonos abateram mais 300 oliveiras, alvejaram um jovem palestiniano e atacaram lojas.  As rusgas e a violência do exército israelita continuam: perto de Hebron, um jovem palestiniano foi alvejado em Beit Ummar e outros foram detidos. Perto de Nablus o exército sionista feriu duas crianças e instalou uma porta de ferro, em Jammain, limitando mais mais a circulação dos palestinianos.

Em Jerusalém
Um extremista americano judeu foi impedido de colocar uma bomba na esplanada das mesquitas. Entretanto mais tensões levaram à detenção de sete palestinianos pelo Tashal.


BDS e outras acções
Um sindicato polaco (o primeiro) aderiu à campanha BDS.
Acção /petição contra drones israelitas no exército francês. Campanha para responsabilizar Israel pela mortes de crianças palestinianas.
Relembro que KURI KURI SHOP [Rua do Rosário, 242  Porto 4050-522]
está a recolher luvas, cachecóis, meias... para enviar para os órfãos da Palestina até 20 de Fevereiro.

Desporto:
Apesar das dificuldades a delegação da FIFA chegou a Gaza (ver aqui também e aqui)
Israel impede Sameh Marabah, um jogador palestiniano, de se deslocar à Jordânia para se juntar à sua equipa no Japão.

PALESTINA Colonialismo, Racismo e Resistência

 
PALESTINA
Colonialismo, Racismo e Resistência

Depois do acto falhado dos Acordos de Oslo de 1992 e dos recentes ataques a Gaza em Agosto de 2014, parece-nos que é tempo de voltar a pensar a situação Israelo-Palestiniana, com objectividade mas não, forçosamente, neutralidadade.
Procuraremos reflectir sobre o contexto histórico que resultou na criação do Estado de Israel nas suas dimensões, contraditórias e problemáticas, nacionalistas e colonialistas, as especificidade das formas de governo e administração que aí se foram desenvolvendo, bem como as estratégias de resistência a essas mesmas forma de governo.
Neste sentido, parece-nos importante trazer à discussão não apenas a actualidade que faz a agenda informativa dos noticiários, mas também os processos históricos que podem contribuir para uma análise crítica do presente; não apenas os aspectos militares do exercício do poder e da ocupação
territorial, mas também os aspectos culturais mobilizados para a produção e naturalização de comunidades imaginadas.
Daí seguiremos até à situação actual e à discussão das soluções que têm sido avançadas: dois povos dois estados ou um único estado multicultural e multinacional? Porquê e como?

Comité de organização: Grupo Said

Israel proibe aos não-judeus criar frangos e cultivar batatas


ISRAEL PROIBE AOS NÃO-JUDEUS CRIAR FRANGOS E CULTIVAR BATATAS

Quem falou de racismo e de apartheid em relação a este pequeno Estado
moderno, civilizado, democrático, ao qual os nossos dirigentes não podem
recusar nada ? A medida que acaba de ser tomada pelo ministério israelita
da Agricultura diz respeito aos citadãos de Israel e proibe aos que não
são judeus criar frangos, produzir ovos e cultivar batatas!

“Esta actividade é um direito exclusivo dos judeus das aldeias
cooperativas (moshav)”, acabam de decretar as autoridades israelitas.

Os ovos produzidos pelas estruturas palestinianas (“palestinianos de
1948”, aqueles que têm a cidadania israelita) desapareceram do mercado em
poucos dias e foram substituídos por ovos israelitas produzidos em
cooperativas judaicas construídas sobre as ruinas das aldeias
palestinianas destruídas durante a Nakba.

As autoridades de Telavive publicaram igualmente um decreto proibindo aos
“árabes” de cultivar batatas, cedendo às pressões dos produtores
israelitas. As autoridades tinham descoberto que a produção de batatas é
barata e uma fonte importante de rendimentos para os palestinianos,
sublinha Zouheir Andraos no site em inglês de Al-Akhbar.

Nesse mesmo artigo, publicado e traduzido pelo site de ISM France, ele
relata que o “ministério israelita do Ambiente também proibiu recentemente
aos palestinianos de Israel colher plantas correntemente utilizadas na
alimentação dos palestinianos (como o tomilho e a malva), que não são nem
conhecidas nem consumidas pelos judeus”. Isso levou o governo israelita a
dar instruções às suas pretensas autoridades da Protecção do Ambiente para
reprimir “os ladrões de plantas”. O governo anunciou oficialmente que
essas plantas eram “espécies protegidas e que os que as colherem serão
levados à justiça”.

As autoridades da Protecção do Ambiente começaram a aplicar multas aos
palestinianos que colhiam “plantas protegidas”. Entretanto, comerciantes
judeus que acabavam de descobrir a importância dessas plantas para os
palestinianos, pediram as autorizações necessárias ao ministério da
Agricultura para as cultivar e vender nos mercados árabes. Os
palestinianos do interior tornaram-se o alvo de um comércio israelita
lucrativo e popular.

No mesmo contexto, as autoridades da ocupação encontraram um outro canal
para aumentar o domínio económico sobre os palestinianos: a empresa de
cigarros Dubek (a única cigarreira israelita) anunciou que ia deixar de
comprar tabaco aos agricultores árabes. O tabaco é uma das principais
culturas de comercialização para os palestinianos, em particular na
Galileia, dentro da chamada linha verde. Israel terá assim destruído uma
das culturas árabes mais importantes na Palestina, e já começou a importar
o tabaco do seu aliado turco.

Persistindo na sua guerra económica e em colaboração com a Jordânia,
Israel fechou recentemente as pequenas oficinas de costura e tricôt na
Galileia, no Triângulo e no Negev, a principal fonte de rendimentos para
numerosas famílias palestinianas. As autoridades de ocupação têm a
intenção de as deslocar para a Jordânia, com o pretexto de que lá a
mão-de-obra é barata. Os boatos dizem, no entanto, que o projecto tem por
objectivo apoiar a frágil economia jordana, além da determinação dos
ocupantes em cortar as fontes de rendimentos dos palestinianos
[refugiados] de 1948.

A política de domínio económico adoptada por Israel levou ao desemprego de
um terço da mão-de-obra no Negev e em Umm al-Fahm. Ela fez aumentar o
fosso entre o desemprego palestiniano e israelita, com uma taxa de
desemprego de 25% para os palestinianos e de 6,5% para os israelitas. As
mesmas estatísticas indicam que a metade das crianças palestinianas nos
territórios de 1948 vivem actualmente abaixo do limiar da pobreza”.


Tradução da versão francesa em: CAPJPO-EuroPalestine, 12.12.2014
Fonte: Al Akhbar.
http://www.ism-france.org//communiques/Israel-resserre-son-etau-sur-les-Palestiniens-de-1948-article-19324

Hezbo MC - Pa tudo kes k kai


Revolta varre a América contra a violência policial e o racismo

 "Como febre, explodiu a notícia. Mas, diferente da febre, depois não houve nenhum alivio...

 A notícia, na perspectiva da comunidade negra, não foi boa. Os doze membros do grande jurado em Ferguson, que investigava o assassinato do adolescente negro Mike Brown, disseram que não haveria pena nem acusação, apesar do fato de que Brown estava desarmado. Não há pena!O nome Ferguson se soma a uma velha lista de lugares com nomes dolorosos, perdas e mortes de afro-americanos. Lugares como Birmingham, Philadelphia e agora Ferguson. Têm um significado em si mesmo. Para os jovens, muitos do quais nasceram para o ativismo, e se sentiram obrigados a sair às ruas contra a impunidade, o desafio será como continuar, como seguir lutando, inclusive qual é a luta.
Alguns, com o coração partido, fugiram desse episódio e tentaram, talvez sem êxito, apagar essas recordações. Outros se radicalizaram, convencidos de que esse caso é a síntese da injustiça racista.
Mas Ferguson pode ser um ponto de inflexão. Um ponto de inflexão em um momento em que a nação elegeu um caminho equivocado."


Algumas fotos ilustrativas da revolta que varre a América contra a violência policial e o racismo . Os episódios mais recentes e a pseudo justiça associada a direitos humanos ausentes suscitaram grandes manifestações de repúdio contra práticas que se instituíram no dia a dia da metrópole americana que continua a ter os negros como seres de segunda .
Uma faixa "Acusem a América" no die-in de St. Louis
O die-in de St. Louis exigiu
justiça para Michael Brown
O Clube Revolução de Nova Iorque protesta a 22 de Novembro contra o assassinato de Akai Gurley no bairro social Louis Pink por um agente da NYPD
(Foto: AP)
A multidão grita "Estamos a ver-vos" aos presos na prisão de Back Bay, Boston, na noite da decisão de não acusar o polícia que matou Michael Brown
(Foto partilhada no Twitter)

 
Os presos da prisão de Southbay, Boston, batem nas grades, acendem as luzes e levantam as mãos nas janelas em protesto contra a decisão do Grande Júri
(Foto partilhada no Twitter)
 
Os manifestantes bloquearam nos dois sentidos a estrada I-44 no centro de St. Louis, Missouri, a 24 de Novembro, a seguir à decisão do Grande Júri
(Foto: AP)
 
Protestos em St. Louis, Missouri, a 24 de Novembro. "Nada a perder a não ser as nossas cadeias".
(Foto: AP)
 
Protestos em Houston, Texas, a 25 de Novembro.
Um cartaz diz "Ayotzinapa, Palestina, Ferguson"
 
A grande manifestação militante, diversificada e decidida de Houston, Texas, a 25 de Novembro
 
Na manifestação de 25 de Novembro que atravessou Crenshaw, South Central e a baixa de Los Angeles
foram presos mais de 200 manifestantes
 
Em Chicago, os manifestantes junto à Water Tower, no centro da cidade, cantaram no "Black Lives Matter Friday", a 28 de Novembro
 
Um painel com fotos junto à Water Tower, Chicago, lembra que a cada 28 horas um negro é assassinado pela polícia nos EUA
 

A carrinha do jornal Revolution "Justiça para Michael Brown", frente à Water Tower, Chicago
(Foto: Twitter/@OccupyChicago)

Os manifestantes reúnem-se no parque da Water Tower em Chicago no "Black Lives Matter Friday"
(Foto: Twitter/@EthosIII)
 
Às 2h da tarde, os manifestantes fizeram um grande die-in que bloqueou o trânsito no centro de Chicago
(Foto: Twitter/@EthosIII)
 
Die in no Mall de St. Louis a 28 de Novembro,
no "Black Lives Matter Friday", um trocadilho
com o "Black Friday", um dos maiores dias de compras natalícias nos EUA
 
Perturbando o "Black Friday"
no Walmart de Ferguson, Missouri
 
Manifestação em Detroit em honra a Michael Brown, a 25 de Novembro (Foto: Valerie Jean)
 
A manifestação em Detroit paralisou o trânsito na I-75
(Foto: Valerie Jean)
 
A caminhada e protesto organizado pelos Estudantes Negros Unidos (BUS) da Universidade Kent State (Foto: BUS Kent State)
 
Os manifestantes junto à Kent State em protesto contra a decisão do júri de não acusar o polícia que matou Michael Brown (Foto: BUS Kent State)
 
A 25 de Novembro, estudantes da Universidade de Washington manifestaram-se na baixa de Seattle
(Foto: Revolution/revcom.us)
 
Estudantes da Morehouse na sede da CNN em Atlanta protestam contra a decisão do Grande Júri (Foto: AP)
 
Activistas do The Blackout Collective prenderam-se com correntes e paralisaram a estação de comboios de West Oakland (zona da Baía) durante duas horas, na manhã de 28 de Novembro, dia do Black Friday

 
 


 
 
 
 
 
 
 
 

"AMADORA: Câmara promove urbicídio, desalojando centenas de pessoas"

Comunicado de O Habita

Bairro de Santa Filomena. Foto Sandra Bernardo.
O Habita – colectivo pelo direito à habitação e à cidade repudia a intenção da CâmaraMunicipal da Amadora (CMA) em promover um verdadeiro urbicídio, através da demolição de todos os bairros auto-construídos deste concelho, desalojando centenas de pessoas.

Esta intenção foi anunciada pela presidente do executivo municipal, Carla Tavares, na última Assembleia Municipal. Em causa estão os Bairros Santa Filomena, 6 de Maio, Estrela de África/Reboleira, Estrada Militar. Dada a completa desactualização do Programa Especial de Realojamento (PER) estima-se que ao longo do prazo indicado, de seis meses, sejam deixadas sem qualquer alternativa centenas de pessoas, agravando situação social e habitacional no concelho, hoje já muito preocupante. Na procura de uma imagem urbana de cidade mais moderna, o executivo municipal promove condições mais atractivas para a especulação imobiliária e não tem pruridos em destruir vidas, alimentar o racismo e promover um autentico urbicídio.

Esta semana, ficamos com um exemplo de como se prevê gastar os dinheiros públicos nesse urbicídio: escavadoras, aparato policial, fiscais e assistentes sociais da CMA foram mobilizados para Santa Filomena, destruindo o tecto de várias famílias - incluindo idosos e crianças -, sem apresentar qualquer alternativa, de forma violenta e ilegal.
Mais um passo na destruição do bairro e das vidas de quem aí vive, na defesa dos interesses de um Fundo de Investimento Imobiliário, o Fundo Fechado Especial VillaFundo.

O Habita repudia os despejos sem alternativas adequadas e acusa a CMA de actuar fora da lei. A CMA desrespeita as orientações internacionais sobre despejos e deslocalização da população; as normas regulamentares decretadas pela Constituição da República Portuguesa e pelo Pacto Internacional sobre os Direitos Económicos, Sociais e Culturais, onde Portugal se integra como Estado Parte.

O silêncio da sociedade e a falta de solidariedade são também demolidores. Continuaremos a resistência contra os despejos violentos e pelo direito à Habitação!

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