Algumas notas da ACED sobre episódios que ocorrem diariamente nas prisões
23 de Maio de 2014
Pedido de defesa da sua integridade: pedido de transferência contra práticas
abusivas
Marco André Santos Caeiro, está
preso no Linhó há dois anos e meio e tem 23 anos. Queixou-se á ACED de estar a
ser mal tratado por perseguião por parte de alguns guardas. A família
entretanto já deixou de ir ás visitas, dado o incómodo que a pressão exercida
pelos guardas lhe provoca: olhares ostensivos e sinais de reprovação com a
cabeça na direção do recluso na presença da família são sentidos como ameaças.
Os castigos sucedem-se. Agora foi
anunciado um castigo de 16 dias em cela disciplinar que, ao conhecimento do recluso,
pode significar a submissão a actos de tortura (espancamento ou outros). Teme
pela sua integridade física e pergunta o que se passa com o se pedido de
transferência.
A família, para ajudar, foi à
Direcão Geral perguntar o que se passa com o seu pedido de transferência.
Foi-lhes dito que estavam a aguardar o processo que deve chegar do Linhó . Pelo
modo como a informação nos chegou, tememos que esta informação possa ter sido
um modo de despachar a família, que sem prática de burocracias, fica perdida
nas palavras dos funcionários.
Marco queixa-se de haver
contradições (histórias diferentes e incompatíveis entre si) no caso que
justifica o seu anunciado castigo. Provavelmente será incapaz de se defender.
Mas percebe que a perseguição que sabe estar a ser alvo está a intensificar-se.
Teme que a situação se degrade de forma descontrolada.
Pede-se, a quem de direito, que assegure a
segurança deste recluso e que fará parar os maus-tratos.
23 de Maio de 2014
Reclusos reclamam contra comida estragada (Sta Cruz do Bispo)
Provocação
a reclusos na cadeia de Vale de Judeus (pedido dos reclusos)
O MP do tribunal do Cartaxo organizou a audição de reclusos
estrangeiros queixosos de maus tratos sofridos em Vale de Judeus. Como se referiu
em of'ício anterior, alguns dos declarantes não prestaram declarações por
entenderem dever testemunhar perante um procurador, dado o melindre da
situação. Temem a banalização das declarações e as perseguições que se podem
seguir. E nas circunstâncias que lhes foram apresentadas preferiram não falar.
A ACED relembra que o Comité de Prevenção da Tortura do
Conselho da Europa, em tomada de posição recente, refere em Portugal não haver
possibilidade de queixa dos reclusos a respeito das situações carcerárias a que
estão sujeitos. O episódio em causa pode ajudar a confirmar que o estado
português entretanto não terá evoluído no sentido desejável.
Os reclusos que decidiram, apesar das condições adversas e
ilegais, prestar declarações viveram o desrespeito humilhante partilhado entre
guardas prisionais presentes no acto e a oficial de diligências encarregada de
registar as queixas.
Os reclusos em causa pediram à ACED para dirigir ao PRG do
Cartaxo o pedido de criação de condições para que todos e cada um fosse ouvido
por um procurador e sem a presença de guardas prisionais.
A ACED informa quem de direito do ocorrido. Pede uma intervenção que se entenda
adequada.
Racismo no Trabalho – Hoje Concentração às 14h30 na Praça da Figueira
Negros e negras estão sobre-representados em setores como a limpeza, trabalho doméstico, a hotelaria, a restauração e a construção civil no mercado de trabalho cada vez mais racializado.
Constroem casas onde nunca poderão viver; limpam corredores de universidade que não poderão frequentar; cozinham em restaurantes onde não poderão comer; auxiliam em hospitais onde nunca serão atendidos; são lojistas em lojas onde são clientes indesejáveis; caixas em supermercado onde cada vez é mais difícil encher o carrinho de compras; cuidam dos filhos das patroas durante muito mais tempo do que alguma vez poderão cuidar dos seus.
Mais de metade dos homens de meia-idade negros que construíram este país, as suas casas, os seus centros comerciais, os seus metropolitanos e os seus hotéis encontram-se agora desempregados, não gozarão de uma reforma.
A maioria das mulheres negras têm dois ou três trabalhos, porque é única forma de ganharem o dinheiro suficiente para sustentar minimamente os lares, trabalhando para além dos seus limites físicos, acrescentando ainda a lida doméstica diária da sua própria casa.
A emancipação das mulheres brancas tem sido suportada pelas mulheres negras que têm a seu cargo a limpeza das suas casas e a educação dos seus filhos, pelo que o feminismo vulgarmente conhecido não serviu todas as mulheres.
A taxa de desemprego entre os jovens negros e negras está acima do dobro da média nacional e muitos desses jovens nunca virão a ter uma experiência formal de trabalho, ficando sujeitos à chamada economia informal onde se incluí o crime. Muitos desses jovens acabam presos e a trabalhar pentro das prisões para várias empresas por valores indignos. Outros desses jovens acabam por ver na polícia e na militarização uma saída de emprego acabando a servir o capitalismo e o imperialismo que os oprime.
A maioria dos negros que ainda têm trabalho, muitos dos quais com habilitações superiores, encontram-se em funções desqualificadas, com vínculos precários e baixos salários.
Vários jovens negros e negras encontram-se a trabalhar nos bairros em projetos financiados apenas para controlar e conter a sua própria comunidade. Nestes projetos chegam a estar quatro meses sem receberem salário por abuso do financiador, normalmente um organismo estatal, voltando ao desemprego quando estes terminam, sem que daí resultem nem benefícios para a comunidade, nem para os próprios.
Muitos dos universitários negros e negras vêm-se obrigados a abandonar os estudos por não conseguir pagá-los.
Muitas famílias negras que trabalharam vinte a trinta anos em Portugal são agora desapropriadas das suas casas e removidas para zonas com menos serviços, com poucos transportes e mais caras para chegar ao trabalho, em edifícios de construção de má qualidade de rendas equiparadas ao mercado livre de arrendamento. Muitos ainda estão a ser coagidos por instituições públicas a abandonar o país.
Por morarem nas periferias a maioria dos trabalhadores negras e negros têm menos transportes públicos, pagam muito mais por eles e chegam demorar duas horas para chegar ao seu posto de trabalho.
Os baixos salários pagos à maioria dos trabalhadores negros e negras são absorvidos pelo passe social e renda de casa, pelo que o trabalho não nos retira da pobreza; pelo contrário, encerra-nos num ciclo de pobreza que se reproduz de geração em geração.
Na procura de trabalho as mulheres negras vêm-se obrigadas a desfrisar o cabelo e os homens negros a cortá-lo, ambos omitem o nome do local onde moram, disfarçam a pronúncia e a receiam colocar a fotografia num currículo.
Os negros e negras deste país vivem uma situação não muito diferente do tempo em que lhes foi imposto um código de indigenato cuja atual lei da imigração e da nacionalidade deixam pouco a dever. A situação de mão-de-barata ou quase escrava é uma herança e um prolongamento do colonialismo dentro e fora das metrópoles, continuando a forçar-nos a imigrar, estrangulando os países de origem e concentrando-nos em bairros semelhantes aos dos indígenas das colónias portuguesas no século passado.
As importações de mão-de-obra são uma constante na história de Portugal. Aos escravos importados no século XVI para trabalhar a terra que os portugueses abandonaram e realizar os trabalhos domésticos que os portugueses enriquecidos negavam-se a fazer; aos milhares de moçambicanos vendidos por Salazar ao regime de apartheid na África do Sul, para trabalhar nas minas de ouro; aos chamados contratados levados para Angola e São Tomé; às mais recentes importações de mão-de-obra dos anos 90 para fazer as grandes obras públicas de Portugal e trabalhar nos serviços, eufemisticamente chamam-se vagas de imigração.
Mais do que o mito dos imigrantes que têm vindo à procura de uma vida melhor temos vindo responder a necessidades de mão-de-obra escrava da indústria capitalista, sem a qual não seria possíveis as suas grandes margens de lucro e o próprio funcionamento.
Racismo e capitalismo são duas práticas associadas contra as negras e os negros. Combater o racismo no trabalho é combater ambas.
1 de Maio de 2014.
Mensagem de Mumia Abu-Jamal pela passagem de seu sexagésimo aniversário, em 24 de abril de 2014.
Neste meu sexagésimo ano de vida, me sinto obrigado a compartilhar com todas e todos vocês, um sentimento de gratidão além de qualquer coisa que tenham escutado e além de qualquer coisa que eu tenha dito.
Estou aqui, entre os vivos, devido a cada um de vocês, pessoas conhecidas e desconhecidas, que se uniram conosco nesta batalha pela vida, liberdade e justiça.
lguns de vocês têm sido golpeados. Alguns têm sido encarcerados. A maioria tem sido ameaçada. No entanto, seguiram na luta, custasse o que custasse, durante anos.
Não estamos onde queríamos estar, mas estamos aqui, porque vocês estão aí. Sua luta se tornou nossa e tocou a muitas pessoas em todas as partes do mundo.
Que fique bem claro. Eu respiro hoje porque vocês lutaram por minha respiração. O Estado odeia-os e ataca-os porque lutaram por mim, comigo, em todos os momentos.
Me sinto honrado por seu apoio e por isso, cheio de energia.
As lutas como esta demonstram o que é possível e o que não terminamos. Eles se viram obrigados a reescrever algumas leis devido a nossa luta. E como a luz do sol, como a chuva, seguimos avançando, seguimos movendo-nos.
A todas e todos, lhes agradeço tudo o que têm feito e tudo o que está por fazer. Amo-os. Movamo-nos! Que viva John África!
Pela liberdade!
Da nação encarcerada, sou Mumia Abu-Jamal.
4 de abril de 2014
Mumia com seu filho Jamal e seu irmão Keith
Na noite de 24 de Abril saltam rios de vários pontos da cidade. Vários rios de gente que quer estar na rua neste dia - em vez de estar sozinha em sua casa - e que, com panelas, instrumentos, pancartas, vozes e vontades, desaguam no Largo do Carmo.
Não é por acaso que queremos regressar a este sítio. Não só porque faz 40 anos que este largo se encheu de gente que não obedeceu às indicações de ficar em casa do Movimento das Forças Armadas, mas também porque queremos viver e reclamar o espaço público.
Para estes rios existirem, terão de ser criadas nascentes. Pega em ti e nos teus amigos, no teu grupo musical, no teu colectivo ou na tua equipa de atletismo, fala com outras pessoas, pensa num ponto de encontro, organiza o teu percurso.
Participa, traz as tuas ideias e vontades, instrumentos, comida, bebida e um saco do lixo.
Escolhe o teu rio ou faz um novo:
RIOS AO CARMO (até agora):
-
https://riosaocarmo.wordpress.com/2014/04/04/todos-os-rios-vao-dar-ao-carmo-um-rio/
https://riosaocarmo.wordpress.com/
https://www.facebook.com/events/432399456863106/
A EPAL TORNA PÚBLICO O FIM DAS SUAS RELAÇÕES COM MEKOROT
Em 2009, a EPAL celebrou um acordo de cooperação com a companhia das águas israelita Mekorot, com o objectivo de ambas “trocarem informação e conhecimento técnico” sobre questões como a da segurança e qualidade da água.
Tomando disso conhecimento através do site da Mekorot, um conjunto de organizações escreveu na altura à EPAL, lembrando-lhe que a ocupação da Palestina configura uma violação do direito internacional e informando-a que a Mekorot tem tido um papel fundamental na definição das políticas de usurpação e utilização das águas palestinianas e tem sido a principal executora de tais políticas. Pedíamos que, em consequência, a EPAL cancelasse o acordo.
A direcção da EPAL apenas nos respondeu que “Portugal mantém relações diplomáticas com o Estado de Israel e com a Palestina, o que, à partida, enquadra as relações de contactos e trocas de experiência entre empresas congéneres”.
Iniciou-se então uma campanha de pressão, com uma série de iniciativas, inclusive junto dos grupos parlamentares e do governo português, que durou até Junho de 2010, sem que a EPAL voltasse a contactar-nos, nem mesmo para responder ao nosso pedido de reunião.
O acordo devia vigorar até Julho de 2014 e seria automaticamente renovado por mais cinco anos, caso nenhuma das partes o denunciasse.
Assim, no contexto do avanço extraordinário da campanha de boicote-desinvestimento-sanções contra Israel nos últimos anos e de duas grandes vitórias dessa campanha contra a Mekorot – entre as quais o cancelamento em Dezembro de 2013, por parte da empresa nacional das águas holandesa Vitens, de um contrato de cooperação recém-celebrado com a Mekorot – as mesmas organizações voltaram a juntar-se para pedir à EPAL que denunciasse o acordo com a Mekorot antes de ele ser renovado automaticamente.
Tal como em 2009, foi escrita uma carta à EPAL, com data de 13.2.2014, na qual, depois de se reportarem os desenvolvimentos na campanha BDS, assim como a aprovação, no final de 2013, de uma directiva da União Europeia que proíbe o financiamento de empresas que desenvolvam actividades nos colonatos, se apelava à não renovação do acordo com a Mekorot. A EPAL entendeu, então, não responder a essa carta.
Perante a falta de resposta por parte da EPAL, as organizações desencadearam várias iniciativas de sensibilização da opinião pública e dos órgãos de soberania, através dos partidos políticos com representação parlamentar, no sentido que fosse tomada, sobre a matéria, uma decisão consentânea com o direito e a legalidade internacional. Essa campanha teve o seu ponto alto numa acção de rua realizada no dia 25 de Março, e que mereceu a atenção dos órgãos de comunicação social. Nesta sequência, e de forma surpreendente, a EPAL dirigiu, no dia 31 de Março, a cada uma das organizações subscritoras do apelo, uma carta onde informa, de forma lacónica, que “desde Março de 2010, não existe qualquer relação institucional nem comercial entre a EPAL e a Mekorot”, o que configura, na prática, uma ruptura do acordo assinado em 2009 e que deveria vigorar até 2014.
As organizações subscritoras registam a informação agora prestada pela EPAL, mas lamentam que ela não tenha sido prestada, em tempo, à opinião pública e, em especial, às organizações que, por carta, solicitaram essa informação em Fevereiro passado. Sejam quais forem os motivos que levaram à cessação de relações entre a EPAL e a Mekorot, todos aqueles que lutamos pelos direitos do povo palestiniano, em primeiro lugar pelo direito às suas terras e aos seus recursos naturais, só podemos celebrar a notícia de que a Mekorot está fora de Portugal.
A divulgação desta notícia, ocorrida apenas agora e nas circunstâncias descritas, é indissociável, entretanto, da campanha de denúncia pública e de sensibilização dos órgãos de soberania levada a cabo pelas organizações subscritoras. Queremos por isso, nesta ocasião, saudar o contributo e envolvimento de todas as associações e organizações que decidiram subscrever o apelo lançado e associar-se às iniciativas promovidas com o objectivo de provocar a ruptura de relações entre a EPAL e a Mekorot. Queremos agradecer, em particular, ao Partido Comunista Português, ao Bloco de Esquerda, e ao Partido Ecologista “Os Verdes”, o bom acolhimento manifestado aos pedidos de audiência formulados e, em particular, as iniciativas parlamentares tomadas pelos dois primeiros partidos referidos, no sentido de suscitar um pronunciamento da Assembleia da República sobre a matéria.
Os resultados agora alcançados – com a confissão pública, por parte da EPAL, da ruptura de relações com a Mekorot – reforçam e animam os esforços dos movimentos de solidariedade no sentido do isolamento internacional do Estado de Israel, em consequência da sua política de limpeza étnica, ocupação e colonização dos territórios palestinos prosseguida em confronto com a lei e a legitimidade internacional.
Associação Água Pública, Colectivo Múmia Abu-Jamal, Comité de Solidariedade com a Palestina, Conselho Português para a Paz e Cooperação, Movimento pelos Direitos do Povo Palestino e pela Paz no Médio Oriente, SOS Racismo
No próximo dia 4 de Abril assinalam-se 65 anos da criação da
NATO (Organização do Tratado do Atlântico Norte),
instrumento de domínio global, pelo qual foram
protagonizadas várias agressões a povos e a Estados
soberanos, que deixaram duradouros rastos de morte e
destruição, de que são exemplo a Jugoslávia, o Afeganistão o
Iraque e a Líbia, e bloco também responsável pela chocante
corrida aos armamentos que prossegue na actualidade.
Actos públicos a realizar no
dia 4 de Abril, em: Lisboa 18:30h
Início junto aos armazéns do Chiado deslocação até Largo Camões
Porto 17:30 h Praça da Liberdade Junto à Igreja dos Congregados
Pelo à participação nas iniciativas públicas que se
realizarão em Lisboa e no Porto, no dia 4 de Abril
Pela
Paz! Não à Nato!
Em 2014 assinalam-se 65 anos da criação da
NATO, o maior bloco político-militar do Mundo e meio belicista
fundamental através do qual os Estados Unidos da América e
seus aliados procuram assegurar o domínio global.
A NATO, instrumento pelo qual foram
protagonizadas várias agressões a povos e a Estados soberanos,
que deixaram duradouros rastos de morte e destruição, de que
são exemplo a Jugoslávia, o Afeganistão o Iraque e a Líbia, é
também responsável pela chocante corrida aos armamentos que
prossegue na actualidade. Os países membro deste bloco são
responsáveis por cerca de 75% das despesas militares mundiais.
No conceito estratégico desta aliança agressiva, permanece a
possibilidade da utilização de armas nucleares num primeiro
ataque e esta arroga-se o direito de actuar em qualquer parte
do globo, sob qualquer pretexto.
As organizações portuguesas, abaixo assinadas,
recordam que, aquando da realização da cimeira da NATO em
Portugal, em 2010, um grande movimento pela paz, demonstrou a
sua firme oposição à realização da Cimeira e aos seus
objectivos, organizando, ao longo do ano, dezenas de
iniciativas por todo o país, culminando com a grande
manifestação convocada pela «Campanha em Defesa da Paz e
contra a cimeira da NATO em Portugal - Campanha Paz Sim! NATO
Não!», onde participaram mais de cem organizações e dezenas
de milhares de pessoas que encheram a Avenida da Liberdade, em
Lisboa, denunciando os objectivos militaristas da NATO e
afirmando a necessidade da construção de um Mundo de paz,
solidariedade e cooperação.
Em 2014, ano em que também se comemoram os 40
anos da Revolução de Abril, que pôs fim à guerra colonial e
reconheceu a independência dos povos irmãos africanos, as
organizações subscritoras apelam à participação nas
iniciativas públicas que se realizarão em Lisboa e no Porto,
no dia 4 de Abril, para reafirmar as justas e legítimas
reivindicações e aspirações em prol da paz, designadamente:
- Oposição à NATO e a todos os blocos
militaristas e seus objectivos belicistas;
- Retirada das forças portuguesas envolvidas em
missões militares da NATO;
- Encerramento das bases militares
estrangeiras, nomeadamente em território nacional;
- Dissolução da NATO;
- Desarmamento e fim das armas nucleares e de
destruição massiva;
- Exigência do respeito e cumprimento da
Constituição da República Portuguesa e das determinações da
Carta das Nações Unidas, em defesa do direito internacional e
pela soberania e igualdade dos povos.
Organizações que
subscreveram, até o momento:
Associação
Conquistas da Revolução, Associação
de Amizade Portugal Sahara Ocidental, Associação
Intervenção Democrática - ID, Comité de
Solidariedade com a Palestina´, Confederação
Geral dos Trabalhadores Portugueses Intersindical Nacional, Confederação
Nacional da Agricultura, Confederação
Portuguesa de Quadros Técnicos e Científicos, Conselho
Português para a Paz e Cooperação,Cooperativa
Mó de Vida, Ecolojovem -
«Os Verdes , Federação
dos Sindicatos de Agricultura, Alimentação, Bebidas,
Hotelaria e Turismo de Portugal, Federação
Intersindical das Indústrias Metalúrgicas, Químicas,
Eléctricas, Farmacêutica, Celulose, Papel, Gráfica,
Imprensa, Energia e Minas, Federação
Nacional de Sindicatos de Trabalhadores em Funções Públicas
e Sociais, Juventude
Comunista Portuguesa,Movimento
dos Utentes dos Serviços Públicos,Movimento
pelos Direitos do Povo Palestino e pela Paz no Médio Oriente,Projecto
Ruído, Sindicato
dos Trabalhadores do Comércio Escritórios e Serviços de
Portugal, Sindicato
dos Trabalhadores na Indústria de Hotelaria, Turismo,
Restaurantes e Similares do Sul,Sindicato
Nacional dos Trabalhadores da Administração Local e
Regional, Empresas Públicas, Concessionárias e Afins, União dos
Sindicatos de Lisboa, União dos
Sindicatos do Porto
Acção de rua contra o acordo Epal-Mekorot
No dia 25 de março, estaremos no Largo de Camões, entre as 18h e as 19h.
A empresa das águas holandesa Vitens cancelou a sua parceria com a Mekorot.
Na Argentina, o movimento de boicote fez perder à Mekorot um contrato milionário.
Em Lisboa, queremos que a EPAL denuncie o seu acordo com a Mekorot.
Junta-te à semana mundial contra a Mekorot, empresa israelita responsável pelo apartheid da água na Palestina.
No dia 25 de março, estaremos no Largo de Camões, entre as 18h e as 19h.Participa, traz garrafões de água vazios.
MEKOROT FORA DE PORTUGAL!
Organizações participantes:
Associação de Agricultores do Distrito de Lisboa - Associação Água Pública - Associação Intervenção Democrática - Casa Viva - Colectivo Mumia Abu-Jamal- Comité de Solidariedade com a Palestina - Confederação Geral dos Trabalhadores Portugueses - Conselho Português para a Paz e a Cooperação - Federação dos Sindicatos de Agricultura, Alimentação, Bebidas, Hotelaria e Turismo de Portugal - Fórum pela Paz e pelos Direitos Humanos - Grupo Acção Palestina - Movimento pelos Direitos do Povo Palestino e pela Paz no Médio Oriente - SOS Racismo
http://www.rebelion.org/noticia.php?id=181712
Kateryna Chumachenko, casada com Viktor Yushchenko, o homem da Revolução Laranja. Cidadã nascida e criada nos EUA, onde adere ao movimento norte-...americano nazi chamado "National Alliance". Trabalhou na Casa Branca durante a administração de Ronald Reagan e posteriormente na de George H. W. Bush. Foi co-fundadora e vice-presidente da fundação Ukraine-USA.
É uma das heroínas da actual "revolução ucraniana".
Por Yorgos Mitralias
Desta vez não há
dúvida. Monstruosa e horrível, a ameaça fascista está de volta, sem que a nossa
Europa se escandalize por aí além. A prova? Nazis “puro-sangue”, que se reivindicam
do 3º Reich e das suas divisões SS, perante os quais os brutos da Aurora
Dourada grega quase parecem meninos de coro, ocupam os postos mais nevrálgicos
(Ordem Pública, Defesa, Justiça) no governo interino ucraniano. E, o que é
mais, a sua presença nesse governo não choca nada os nossos media, que
se apressam a baptizá-los de ... “nacionalistas”, nem os nossos queridos
dirigentes europeus de todas as espécies (social-democratas incluídos), que se
apressam a reconhecê-los como parceiros totalmente frequentáveis.
Em suma, é como
se o processo de Nuremberga nunca tivesse existido! E não é tudo. O pior é que
os acólitos desses fantasmas de um mundo que acreditávamos – erradamente –
desaparecido para sempre se contam hoje
por milhares, se passeiam armados até aos dentes nas ruas de Kiev e de Lviv e,
sobretudo, estão a ganhar a confiança de um grande número dos seus
compatriotaas. Porque, paradoxo ou não, é infelizmente um facto que essa
revolta autenticamente popular que acaba de varrer o regime de Yanoucovitch tem
entre os seus dirigentes nostálgicos da colaboração banderista de Svoboda e –
sobretudo - os neo-nazis, em plena ascensão, de Praviy Sektor.
Então, se os
Svoboda e Praviy Sektor fazem parte do governo ucraniano sem que os nossos
dirigentes europeus ou norte-americanos – como aliás os nossos media de
grande dimensão e outras instituições internacionais – se perturbem, não nos
surpreendamos se todo esse belo mundo neo-liberal aceitar amanhã sem protesto a
presença de um partido como o Aurora Dourada num governo grego. Se Dmytro
Yarosh, chefe de Praviy Sektor, se torna o segundo de Andriy Parubi (aliás ele
próprio fundador do partido nacional-socialista da Ucrânia) à cabeça do
Conselho de Segurança Ucraniano, por que não amanhã o führer do Aurora
Dourada, N. Mihaloliakos, à frente dos Ministérios da Defesa ou da Ordem
Pública gregos? Eis uma razão mais para considerarmos o que se passa
actualmente na Ucrania como uma verdadeira viragem na história europeia do
pós-guerra, um imenso salto qualitativo da ameaça neo-fascista que pesa agora
sobre todos nós.
Mas não se trata
apenas disso. Independentemente do caminho que tomem os acontecimentos que vêem
afrontar-se no solo ucraniano não só a Rússia e a Ucrânia (igualmente
reaccionárias e enfeudadas aos oligarcas) mas também as grandes potências
imperialistas do nosso tempo, tudo indica que os neo-nazis ucranianos, já
poderosos, serão os únicos a aproveitar-se da devastação que não deixarão de
provocar tanto as políticas de austeridade do FMI como os ventos guerreiros e
nacionalistas que varrem a região. As consequências são previsíveis. Os
neo-nazis ucranianos em armas serão provavelmente capazes de estender a sua
influência para lá do Leste europeu e gangrenar o conjunto do nosso continente.
Como? Primeiro, impondo, no interior do campo da extrema-direita europeia em
ascensão, relações de força favoráveis ao neo-nazismo militante. Depois,
servindo como modelo de exportação ao menos para os países vizinhos (incluindo
a Grécia), já martirizados pelas políticas de austeridade e já contaminados por
vírus racistas, homofóbicos, anti-semitas e neo-fascistas. E, evidentemente,
sem esquecer o grande “argumento” que constituem os milhares e milhares de
armas – incluindo pesadas – na sua posse, que não deixarão de exportar. A
conclusão salta à vista. É o conjunto da paisagem, equilíbrios e relações de
força na Europa que será inevitavelmente transformado, às custas de sindicatos
operários, organizações de esquerda e movimentos sociais. Em palavras simples,
já há de que ter pesadelos.
Então, que mais
é preciso para que a esquerda europeia saia do seu actual torpor, toque o
alarme, se mobilize urgentemente e tome o mais rapidamente possível a única
iniciativa capaz de contrariar o tsunami fascista e fascistóide que se
aproxima: uma iniciativa que não pode senão visar a criação de um movimento
anti-fascista europeu, unitário, democrático, radical, de longa duração e de
massas, que combine a luta contra as políticas neo-liberais da austeridade
draconiana contra a peste castanha, onde quer que esta se manifeste. A hora não
é de tergiversações, nem de ilusões de que tudo se passa longe de nós, nem o
alibi da rotina anti-fascista que consiste em lutar no seu bairro ou no seu
país, sem ligar ao que se passa do outro lado da fronteira. Em primeiro lugar,
porque mesmo antes do alarme anti-nazi ucraniano a situação na Europa ocidental
era – e continua a ser – mais do que alarmante, justificando plenamente a
mobilização geral contra a subida impetuosa da extrema-direita. E depois, porque,
por mais necessárias que sejam, as lutas e as campanhas anti-fascistas
nacionais ou regionais não bastam, não estão à altura das circunstâncias
actuais, completamente excepcionais e históricas.
Por outras
palavras: anti-fascistas da Europa, desperte, porque já é quase meia-noite e a
história tende a repetir-se tão trágica como no passado.
Dois dias antes, Jihad Abdul Attawil, um preso de 47 anos, morreu depois de ter sido espancado e atacado com gás lacrimogéneo na sua cela.
Estes três exemplos não descrevem uma semana negra. Eles acontecem todas as semanas, todos os dias e são reveladores da brutalidade da ocupação e da impunidade dos crimes perpretados pelo exército e pelos colonos na Palestina.
Um artigo no Público, 27/02/2014: (Maria João Guimarães)
Repressão de manifestações palestinianas pelos soldados israelitas é um dos focos do relatório da organização de defesa de direitos humanos.
Samir Awad morreu em Janeiro de 2013. A investigação israelita à sua morte ainda decorre Mohamad Torokman/Reuters
Uso de força excessiva, clima de impunidade no exército, violações graves de direitos humanos e da lei internacional: são várias as acusações que a Amnistia Internacional (AI) faz a Israel sobre o seu tratamento dos palestinianos na Cisjordânia. A organização faz recomendações não só a Israel, mas também aos Estados Unidos e Europa: que suspendam o envio de armas para o país até “Israel poder assegurar que não as usará para violar a lei humanitária internacional”, disse Phillip Luther, director para o Médio Oriente da AI.
Israel reagiu dizendo que o relatório ignora as condições que os soldados enfrentam na Cisjordânia e argumenta que número de ataques dos palestinianos aos militares também aumentou.
No entanto, a Amnistia considera que a maioria das acções agressivas dos palestinianos – lançar pedras contra os soldados, às vezes contra torres distantes ou veículos blindados – raramente causam perigo à vida dos militares. E ainda assim, estes respondem normalmente com disparos, e por vezes matam.
O relatório de 80 páginas “Trigger happy – o uso excessivo da força por Israel na Cisjordânia” começa com o caso de Samir Awad, 16 anos, que saiu de um exame de Ciência para ir, com colegas, até ao muro que divide Israel da Cisjordânia, passando por um buraco a primeira vedação da barreira dupla. Os soldados correram atrás de Samir e dos outros jovens que estavam com ele. A primeira bala atingiu a perna, e Samir correu. “Quanto é que consegue correr uma criança ferida?”, perguntou um amigo de Samir, Malek Murrar, também de 16 anos. “Uns 20, talvez 30 metros? Eles podiam tê-lo prendido com facilidade, especialmente porque ele estava ferido. Mas em vez disso, dispararam contra ele com balas reais”, contou. A bala entrou pela parte de trás da cabeça e Samir morreu, diz o relatório. A investigação decorre há mais de um ano.
É um dos casos que a Amnistia diz que está a acontecer cada vez mais – “mortes e ferimentos de palestinianos como resultado de disparos ou outro tipo de violência por soldados israelitas fora de um contexto de conflito armado”. O contexto é muitas vezes o de protestos contra a ocupação.
O relatório cita números da ONU: em 2013 houve 27 palestinianos mortos por soldados israelitas (25 por balas reais disparadas por soldados israelitas, outros dois por balas de borracha). Em 2011 tinham morrido nove (oito por balas reais e um atingido por uma lata de gás lacrimogéneo) e em 2012 oito por balas reais.
“A maioria dos protestos começa em geral de forma pacífica mas vai ficando violento quando uma minoria, normalmente de jovens, começa a atirar pedras em direcção aos soldados israelitas, por sua iniciativa ou em resposta a uma acção agressiva das forças israelitas”, diz a AI. “Na prática, este atirar de pedras, mesmo quando são usadas catapultas, não representa risco, ou se representar é muito pouco, para os soldados, que estão geralmente muito longe e bem protegidos”. O lançamento das pedras, considera a Amnistia, “não terá mais do que um valor irritante”. Em 22 das 27 mortes palestinianas do ano passado, as vítimas não pareciam representar uma ameaça directa e imediata para os soldados. Assim, continua a AI, estes actos poderiam ser considerados “crimes de guerra”.
Gás lacrimogéneo dentro de casa
Israel muitas vezes reage também com “castigos colectivos”, segundo o relatório. Em Nabi Sabeh, onde há manifestações frequentes, a localidade é frequentemente declarada zona militar fechada e os seus habitantes sujeitos a acções como o uso de gás lacrimogéneo para dentro de casas ou ataques a paramédicos tentando assistir feridos. A AI critica o uso de irritantes químicos em espaços fechados, demasiado perto de pessoas, ou em locais onde possam contaminar água.
Outro ponto apontado no relatório é um clima de impunidade entre os militares. O Estado hebraico decidiu em 2011 exigir investigações a todas as mortes de palestinianos fora de contextos de combates. No entanto, de 20 investigações à morte de 24 palestinianos, apenas uma resultou em condenação de um soldado.
Comentando estes dados, Avihari Stollar, da associação Breaking the Silence, um grupo formado por antigos soldados que se opõem às práticas militares na Cisjordânia, nota que é importante ver o contexto alargado: soldados jovens, de 18 ou 19 anos, encarregados de lidar com uma população civil. “Eles são treinados para combater, não para lidar com civis, muito menos com agitação de civis”, disse ao jornal norte-americano Christian Science Monitor. “Não aceito a ideia de que isto é uma acção deste ou daquele soldado – não aceito a terminologia da maçã podre.”
Israel argumenta que o relatório da AI ignora os mais de 130 feridos por pedras lançadas pelos palestinianos – quase o dobro dos ferimentos do ano anterior – “num total de 5000 incidentes envolvendo o lançamento de pedras”, segundo um porta-voz do exército citado pelo jornal israelita Jerusalem Post.
No ano passado, morreram cinco israelitas em ataques com origem na Cisjordânia, comparado com zero no ano anterior, de acordo com os serviços de segurança interna de Israel. Em 2013, 44 foram feridos em circunstâncias semelhantes, contra 40 em 2012.
Obama vai entrar nas negociações para acordo
Tudo isto acontece num clima político em curva descendente, as negociações em curso entre israelitas e palestinianos são encaradas com cada vez mais cepticismo.
Para contrariar este ambiente de impasse, o Presidente norte-americano, Barack Obama, está a preparar-se para se empenhar pessoalmente no esforço de levar os dois lados a um acordo até Abril, algo que até agora tinha sido sobretudo obra do envolvimento pessoal do seu secretário de Estado, John Kerry.
A Casa Branca anunciou esta quinta-feira que Obama receberá o líder da Autoridade Palestiniana, Mahmoud Abbas, em Washington a 17 de Março.
Obama, nota o New York Times, corre um enorme risco com esta decisão: no seu primeiro mandato o Médio Oriente tinha sido a sua aposta – mas depois de ter juntado israelitas e palestinianos na Casa Branca em 2010 não conseguiu evitar que as negociações se desmoronassem apenas três meses depois. O desafio para a Casa Branca, diz o NYT, era pôr o Presidente em campo quando pudesse fazer diferença. Os conselheiros acreditam que essa altura chegou.
Mas num processo onde os falhanços são comuns e os sucessos raros, há muitos que temem que o Presidente possa estar a arriscar o seu prestígio por algo com poucas hipóteses.
No terreno, o aumento de violência é visto por muitos analistas como um mau prenúncio.
Saudação da Direcção do CPPC acerca do 38º Aniversário da república do Saarauí
O
Conselho Português para a Paz e Cooperação saúda o 38º
Aniversário da República Árabe Saarauí Democrática que ocorre,
hoje, dia 27 de Fevereiro de 2014.
Em Fevereiro de 1976 a Frente Polisário Movimento de Libertação
da antiga colónia espanhola de Sagia el Hamra e Rio de Ouro,
constituído em 1968, tomou a decisão histórica de, em nome do
Povo Saarauí, proclamar a República Árabe Saarauí Democrática,
assumindo a responsabilidade de
garantir a soberania do Saara Ocidental e a defesa dos
direitos inalienáveis do seu povo a uma Pátria livre e
independente, no território que lhe foi legado pelos seus
antepassados.
A violenta ocupação do território do Saara Ocidental por
Marrocos e pela Mauritânia, o prosseguimento da luta contra as
potência ocupantes, a saída da Mauritânia do conflito e a
deslocação forçada de centenas de milhares de saarauís para
acampamentos no território contiguo da República da Argélia, a
ocupação por colonos marroquinos de grande parte do Saara
Ocidental, figuram na História moderna como uma das mais
graves violações do direito internacional e da Carta das
Nações Unidas.
O direito do povo do Saara Ocidental à autodeterminação foi
confirmado pela Resolução 1514 da Organização das Nações
Unidas, assim como a República Árabe Saarauí Democrática é,
reconhecida por largas dezenas de Estados membros da ONU.
O Conselho Português para a Paz e Cooperação saúda, nesta data
de tão grande significado, o povo do Saara Ocidental, a Frente
Polisário e os Órgãos de Estado da República Árabe Saarauí
Democrática a quem manifesta, uma vez mais, o seu
incondicional apoio à luta por uma Pátria Livre e Soberana.

"O Festival de celebração da vida, de 24 a 26 de abril na Filadélfia, marca o 60º aniversário da Mumia. Em sábado, 26 de abril, o Free Mumia Abu-Jamal Coalition (NYC) irá reunir adeptos em dois ônibus, um da rua 31 e a 8ª Avenida e um da Igr...eja de Riverside, Claremont Avenue na rua 120 e passeio para Filadélfia pelo festival durante todo o dia, uma festa enorme bloco internacional. Vamos sair de Nova York em 08 e deixar Philadelphia em 20 para a viagem para casa; Bilhetes de ida e volta são US $20. Para um assento em um ônibus, envie um cheque ou ordem de pagamento feitos para FMAJC/IFCO por US $20 para FMAJC, P.O. Box 16, College Station, Nova Iorque, 10030 NY. Incluir seu nome, número de telefone e endereço de e-mail e qual ônibus você gostaria de andar. Nós vai pelo correio volta seu bilhete.
O festival será uma reunião de todos aqueles que já participaram de Mumia apoiar esforços ao longo dos anos juntamente com todos os jovens que se juntaram e fortaleceu nosso movimento nos últimos anos. As actividades incluem apresentações de Dead Prez, Jasiri X, Immortal Technique, Taina Asili e Dice Raw, entre outros e uma performance especial pela dança africana Universal e Drum Ensemble. Alto-falantes, fornecedores, tabelas de recursos, um pavilhão de saúde e oficinas complementam o programa. Oficinas regulares incluem saber seus direitos, a escola para prisão Pipeline, mulheres e prisões e os presos políticos.
Para aqueles de você dirigindo, o festival terá lugar em e ao redor da Igreja do advogado, 1801 W. Diamond Street.
Dois dias antes, no aniversário da Mumia — 24 de abril, haverá um evento de gala com Cornel West, o Last Poets, Sonia Sanchez, Marvin X, um desfile de moda, jantar e muito mais. Mumia pediu que ele seja dedicado à família de Baraka. O custo é de r $30 por pessoa, e a localização é 1016-18 South Street, na Filadélfia. Tempo: 06:30 a 21:30
Galera que esta no USA vambora lá Apoiar!!!"