CMA-J

Colectivo Mumia Abu-Jamal

Cristiano Ronaldo "não troca camisola com assassinos" israelitas

Ronaldo, em recente jogo da selecção portuguesa com a israelita, recusou-se a trocar a sua camisola com um jogador  de Israel . Este episódio ocorreu durante uma dos de apuramento para  o mundial de 2014:

http://www.pragmatismopolitico.com.br/2013/04/cristiano-ronaldo-e-israel-nao-troco-camisa-com-assassinos.html

http://www.lux.iol.pt/internacionais/cristiano-ronaldo-em-israel-nao-troco-camisola-com-assassinos-cristiano-ronaldo-ronaldo-israel-polemica-v/1442845-4997.html

http://www.nouvellesdaujourdhui.com/cristiano-ronaldo-bombarde-israel/


 

Mumia: Long Distance Revolutionary:

 
Mumia: Long Distance Revolutionary: A Journey With Mumia Abu-Jamal,”   is brilliant and shocking.  Directed by Steve Vittoria, and produced in Association with Prison Radio chronicles the extraordinary life of journalist Mumia Abu-Jamal.  This feature documentary traces his remarkable growth as a journalist, author, broadcaster, and public intellectual, both before and after he is sent to Death Row.  The cast includes Peter Coyote, Ruby Dee, Giancarlo Esposito, Dick Gregory, M1 (Dead Prez), Cornel West, Alice Walker, Angela Davis, Rubin Hurricane Carter, Tariq Ali, Dave Zirin, Amy Goodman, Juan Gonzalez, Ramsey Clark, Michelle Alexander, Michael Parenti, Aya de Leon, James Cone, and Ramona Africa.   
DVD purchase includes Extra "Manufacturing Guilt" (25min short film) directed by Vittoria.  A dramatic expose of the corrupt Philadelphia Police and DA’s office, who not only manufactured Mumia’s guilt but actively suppressing his innocence.  

Morreu o companheiro António Ferreira

António Ferreira de Jesus fica como um exemplo de resistência e determinação que nem as dificuldades de longos anos de cárcere conseguiram vergar .
 
 
Pormenores do comunicado emitido do dia da sua morte
 
"É com muita tristeza que informamos que o António Ferreira morreu esta 4ª-feira, dia 6 de Novembro.
Rebelde, libertário e um lutador dentro das prisões, o António tinha 73 anos e estava fora há apenas 1 ano e meio. Encontrava-se doente há já algum tempo, ainda que não se tenha chegado a descobrir exactamente o que tinha.
Morreu na casa onde vivia e não no hospital, sítio para onde não quis ir por se sentir como na prisão.
Para quem esteve perto dele, é gravemente nítido que o seu estado de saúde se alterou directamente por estar tantos anos preso, sofrendo as represálias de quem é um preso em luta e confrontando-se também com as dificuldades em adaptar-se à realidade da vida em "liberdade", já tarde demais"...

7º Festival Imigrarte


7 de Novembro - 175 anos do levantamento quilombo de Manoel Congo


 
Mais de 300 escravos fugiram das casas-grandes naquele dia em busca de liberdade.

Era 1839, e o Brasil vivia um dos períodos em que mais se traficou escravos para o país. No Rio de Janeiro existia uma região altamente desmatada e que foi dedicada para a produção do café, ao sul fluminense, ficou conhecida a Vila de Vassouras.
A plantação de café era um dos pilares do Império, o que fez a região se expandir para quase todas as localidades próximas, através das tradicionais senzalas instaladas em grandes fazendas do estado.
Um dos fatores que certamente afetaram no que ficou conhecido como levante de Manoel Congo, ou Quilombo de Manoel do Congo, foi que a população escrava naquele local era enorme. Em 1840 a vila tinha 20.589 habitantes, dos quais 6.225 livres e 14.333 escravos.
Nessa década o clima estava quente entre os escravos, que estavam influenciados pelos boatos que se espalharam por todo Brasil da Revolta dos Malês (1835), que foi uma revolta constituída por    “pretos minas”, escravos de origem muçulmana e que levantaram de forma mais organizada a luta pelo fim da escravidão.
No Rio de Janeiro, no dia 5 de novembro de 1838, o capataz da chamada fazenda Freguesia matou a tiros o escravo africano Camilo Sapateiro quando este ia sem autorização para a fazenda Maravilha.
Alguns escravos esboçaram uma reação no sentido de espancar o capataz, mas essa medida não foi adiante. Contudo, a impunidade diante dos crimes cometidos por capatazes fez aumentar o clima de revolta entre os escravos da região. Os tribunais, como ainda são, se constituíam numa farsa completa.
No mesmo dia 5, cerca de 100 negros arrombaram as portas da fazenda Freguesia, levando as escravas, e saqueando um depósito da fazenda para pegar facões e outras armas. Acabaram por se esconder numa mata próxima, durante a noite.
O método foi reproduzido na noite seguinte, com o grupo passando de fazenda em fazenda e se juntando a eles escravos libertos. Conta-se que escravos que se recusaram a participar do levante também foram espancados. A adesão de escravos de outras fazendas faz parecer que houve algum tipo de planejamento para o levante.

Manuel Congo
O sobrenome do escravo geralmente pretendia identificar a origem do mesmo e o primeiro nome tinha o costume de ser o nome do proprietário do escravo, daí Manuel Congo.
Provavelmente Manuel Congo tenha sido a principal liderança desse levante, pois foi colocado como “rei” do levante, junto com Marianna (ou Maria) Crioula, chamada de rainha pelos que foram capturados.
Os negros se juntaram em massa num determinado local da mata, sendo chamado de Quilombo Manuel Congo. Os quilombos tiveram como característica, isso em nível nacional, de ser um lugar de refúgio e resistência dos negros, como estoicamente nos mostra Zumbi e o Quilombo dos Palmares.
Em nome da “ordem e do sossego”, 160 homens da Guarda Nacional foram destacados para combater o levante que vinha ganhando adesão de vários escravos de outras fazendas e começava a causar preocupação do regime.

A resistência negra
O coronel que comandou a ação foi Lacerda Vernek , que em um de seus memorandos, datado de 11 de novembro daquele ano, informa que logo que as tropas localizaram os primeiros revoltosos, os escravos fizeram uma linha e pegaram as armas, “umas de fogo, outras cortantes”.
Prossegue: “este insulto foi seguido de uma descarga que matou dois dos nossos e feriu outros dois. Quão caro lhes custou! Vinte e tantos rolaram pelo morro abaixo à nossa primeira descarga, uns mortos e outros gravemente feridos”.
Os escravos resistiram como puderam, contudo, em desvantagem, especialmente no tocante às armas de fogo, começaram a se abrigar ao que o coronel afirmou: “notei que nem um só fez alto quando se mandava parar, sendo preciso espingardeá-los, pelas pernas (...) uma crioula de estimação de Dona Francisca Xavier não se entregou senão a cacete, e gritava: morrer sim, entregar não!!!".
Aos poucos, foram ficando poucos sobreviventes do levante e foram encurralados na mata. Outros se dispersaram e acabaram morrendo de fome. 16 resistentes foram presos e levados a julgamento: Manuel Congo, Pedro Dias, Vicente Moçambique, Antônio Magro, Justino Benguela, Belarmino, Miguel Crioulo, Canuto Moçambique, Afonso Angola, Adão Benguela, Marianna Crioula, Rita Crioula, Lourença Crioula, Joanna Mofumbe, Josefa Angola e Emília Conga.
Ao que os dados indicam, não se pretendia executar todos os rebeldes pois isso se tornaria uma perda material dos donos dos escravos. Assim, foi decidido pelo tribunal que se reuniu na Praça da Concórdia, diante da Igreja Matriz da Vila de Vassouras, que Manuel Congo seria enforcado e tantos outros foram condenados a “650 açoites a cada um, dados a cinquenta por dia, na forma da lei”, e a “três anos com gonzo de ferro ao pescoço”, como informa o memorando do coronel Vernek.
Pequenos levantes foram registrados nas décadas posteriores, diante disso os fazendeiros instauraram uma “comissão permanente” para impedir novo levante de escravos, e que recomendou, dentre outros, danças e folguedos, pois “quem se diverte não conspira” e práticas do Catolicismo, pois “a religião é um freio e ensina a resignação”.
Hoje a fazenda Freguesia é o Centro Cultural Aldeia de Arcozelo, em Paty do Alferes e a antiga capela da senzala se tornou o memorial dos escravos punidos na revolta de Manuel Congo. A revolta, pouco estudada, foi uma de centenas que ocorreram durante a escravidão brasileira, sendo a mais conhecida a história de Zumbi, do histórico Quilombo dos Palmares.
 
in Diário da Liberdade

STOP - Parem de nos vigiar !

Jornadas de Solidariedade com a Palestina 2013


Os Roma na Europa: culpados até que se prove que estão inocentes?

 
Estigmatização das comunidades Roma como criminosas é perturbante e perigosa, avisa Rita Izsák, especialista independente da ONU em minorias 
 
GENEBRA (29 de outubro de 2013) – “As recentes atividades de algumas autoridades nacionais no sentido de remover crianças sem aparência Roma de famílias Roma com base no seu alegado rapto levou a uma cobertura sensacionalista por parte da comunicação social, a qual tem sido perturbadora e pode resultar numa revolta perigosa contra indivíduos e comunidades Roma. Algumas entidades e meios de comunicação parecem estar a trabalhar com base no argumento de que os Roma são “culpados até que se prove a sua inocência”.
 
O caso da jovem menina loira chamada Maria, que foi encontrada a viver num acampamento Roma, na Grécia, motivou uma onda de reportagens anti-Roma, as quais fizeram as primeiras páginas de jornais em todo o mundo. Foram emitidas acusações enganadoras sobre como Maria foi roubada e abusada, mesmo antes de poder ter sido conduzida uma investigação meticulosa. As reportagens sugerem agora que, na sequência de testes ADN, Maria é filha de país Roma Búlgaros que afirmaram ter deixado voluntariamente a menina com a família Roma Grega porque não tinham condições para cuidar de Maria. O casal Grego Roma permanece em custódia devido a acusações de sequestro.

Se as investigações vierem a concluir que Maria foi raptada por estes Roma com quem viveu, então estes indivíduos certamente devem enfrentar a justiça e ser julgados à luz da lei. No entanto, há demasiada gente a acreditar em estereótipos de que todos os Roma são criminosos por natureza. Se os indivíduos Roma forem considerados culpados de um crime, este vai ser o crime desses mesmos indivíduos e não de toda a população Roma. Infelizmente, esta recente cobertura ameaça provocar uma reação ainda mais tumultuosa contra as comunidades Roma acusadas de raptar crianças e que já estão sendo sujeitas a ódios. Em vários países, famílias desesperadas com casos de crianças desaparecidas estão agora a pedir à polícia que investigue acampamentos Roma para encontrar os seus ente queridos.
 
Entretanto, as famílias Roma vêem os seus próprios filhos ser levados com base em noções simplistas fundamentadas na cor dos olhos e do cabelo de um cidadão Roma. Existem provas de atitudes inapropriadas e tendenciosas do ponto de vista étnico, conduzidas por algumas entidades e que devem cessar. O incidente recentemente verificado na Irlanda, onde duas crianças loiras Roma foram levadas dos seus pais e entregues apenas após testes ao ADN terem comprovado que eram, de facto, seus filhos é ilustrativa e deve ter sido angustiante para as famílias.
Durante gerações, as crianças Roma têm sido levadas das suas famílias devido à pobreza ou pela assunção de que os pais Roma, sendo pobres, não conseguem cuidar das suas crianças. Muitas crianças Roma desaparecem ou sujeitam-se ao risco do tráfico ou da prostituição. A educação discriminatória para com os Roma, a esterilização forçada de mulheres Roma e o assassinato de indivíduos Roma resultantes de ataques alimentados pelo ódio são apenas algumas das várias tragédias que os Roma enfrentam e que raramente têm merecido cobertura mediática. Estima-se que na Europa a população Roma ronde os 12 milhões de pessoas, existindo um longo historial de discriminação contra esta comunidade.
Solicito a todos os meios de comunicação e comentadores, nomeadamente figuras políticas e dirigentes de partidos políticos, que contenham e se abstenham de generalizações perigosas relativamente à suposta criminalidade perpetuada pelos Roma. Esta cobertura irresponsável e retórica baseada no ódio irá apenas fomentar ainda mais a estigmatização e até mesmo a violência contra indivíduos e comunidades Roma. Exorto aos jornalistas que relatem estes assuntos de forma responsável.
 
Neste momento de crise económica e de desilusão, a última coisa de que necessitamos é de promover um bode expiatório sobre aqueles que já são marginalizados.

HIGH HEEL PASSENGER - Está presente na Praça do Rossio em Lisboa, Visita-a !

 
 
 
 
 
 
 

UR a "Free" ka


EUA - Aciona manual de treino militar contra organizações ambiantalistas

Exército dos Estados Unidos lista Earth First! como ameaça terrorista ao lado da Al-Qaeda
por Will Potter, 14 de outubro, 2013

Um manual de treino do exército dos Estados Unidos que instrui as tropas a reconhecer organizações terroristas, inclui grupos ambientalistas como Earth First!, e lista a Frente de Libertação Animal (Animal Liberation Front, ALF) ao lado da Al-Qaeda.
 
O manual não secreto foi criado pelo Comando de Treino e Doutrina do Exército dos Estados Unidos, que diz: “Este manual é projetado para fornecer aos instrutores, líderes e soldados uma referência de acesso à identificação dos logotipos conhecidos utilizados por insurgentes, terroristas, paramilitares e outros grupos militantes ao redor do mundo”.
Dentre as listagens há uma página sobre “Terroristas Ambientalistas”, com imagens de tshirts do Earth First! e bandeiras, assim como tshirts de “libertação animal” que são vendidas por organizações não lucrativas  nacionais desde os anos 90.

Outras ameaças terroristas identificadas nos Estados Unidos incluem  o “Weather Underground”, que foi dissolvido nos anos 70.

O guia, que possui mais de 60 páginas, inclui informações de grupos que, ao contrário do Earth First!, de fato feriram seres humanos. Entretanto, este guia de treino não oferece informação sobre os tipos de ameaça que estes grupos representam, e assim apresentam ativistas não violentos enquanto ameaças violentas. Por exemplo, na página sobre grupos terroristas na Grã-Bretanha, a ALF está colocada ao lado da Al-Qaeda.

Como Ali Abunimah percebe nas notas contidas em *ElectronicIntifida.net*, o guia também combina grupos insurgentes com comunidades inteiras:

*Na página 31 do próprio guia do exército, uma simples bandeira Palestina aparece próxima ao nome “Organização Abu Nidal (Sunni)”.

*O grupo, notório nos anos 70, é designado como “inativo” pelo Departamento dos EUA de Segurança Nacional financiado pelo Consórcio Nacional para o Estudo do Terrorismo e Respostas ao Terrorismo na Universidade de Maryland…

*De qualquer forma, mesmo se a bandeira Palestina fosse de fato o logotipo de qualquer organização específica, o guia não fornece nenhuma notificação ou advertência de que a bandeira Palestina por si só não deveria ser “reconhecida” como símbolo de um grupo “terrorista, insurgente ou militante”, dado seu reconhecimento global como a bandeira de um país.
O que é especialmente problemático sobre guias como esse é que são criados “para dar assistência à unidades na identificação de grupos através de seus logotipos encontrados em vídeos, revistas, jornais, grafites e outros tipo de mídia”. Em outras palavras, é projetado para ser uma cifra para decodificar atividades da Primeira Emenda [da Constituição dos Estados Unidos] que podem ser criadas por “terroristas”.

Isso possui consequências no mundo real, visto que grupos como o Earth First! colocam seus corpos a vista através de assentamentos [subidas] em árvores, bloqueio de rodovias, e desobediência civil não violenta para parar a destruição ambiental. A campanha de Marcellus Shale contra a fraturação hidráulica é apenas um exemplo. Ensinar aos militares e a observância da lei que estes ativistas são equivalentes à Al Qaeda, e que qualquer um que utilize estes logotipos são parte desta ameaça, pode
resultar em consequências desastrosas .

"Revolução Subterrada"

A passagem subterrânea de Alcântara apresenta uma nova face, que se têm vindo a transformar de dia para dia, por acção da Associação Portuguesa de Arte Urbana (APAURB) e de algumas dezenas de colaboradores que gratuitamente têm vindo a realizar pinturas que têm acolhido a aceitação dos milhares de utentes dos transportes públicos que diariamente passam neste espaço.
É um trabalho em curso que carece do apoio de todos para a sua conclusão como galeria de arte temporária . Há ainda muito trabalho por realizar caso desejes colaborar de uma forma mais próxima contacta a APAURB .
 
 
 

Não Há Becos Sem Saída


47º Aniversário dos Black Panthers


Ex membros do partido dos panteras negras que são presos políticos há décadas escreveram recentemente mensagens para a reunião comemorativa do 47º Aniversário do partido .
 
 

 
 

 

PSP detém pela segunda vez em quatro


Cinco elementos da Juventude Comunista Portuguesa foram hoje detidos pela PSP no Porto por tentarem pintar um mural alusivo ao arquivamento de uma outra detenção, em 21 de Junho, de 11 membros da JCP por motivo semelhante.

Os cinco detidos encontram-se na esquadra de Cedofeita, onde estão a ser ouvidos pela PSP.

Por volta das 17:20, um elemento da Câmara do Porto fotografou os primeiros esboços do mural feitos a lápis pelos jovens numa parede da Escola Secundária Infante D. Henrique, na Praça da Galiza.

O incidente cujo arquivamento este mural visava assinalar ocorreu a 21 de Junho, quando onze jovens da JCP foram detidos junto à mesma escola do Porto.

Na ocasião, os membros daquela juventude partidária estavam a pintar um mural alusivo aos dois anos de Governo de Pedro Passos Coelho, conforme disse na ocasião Belmiro Magalhães, da Direcção de Organização Regional do Porto (DORP) do PCP.

"Foi uma detenção ilegal, tendo em conta tratar-se de um direito constitucional", acrescentou na altura este dirigente, em declarações à Lusa, à porta da esquadra para onde os jovens foram levados pela PSP.
 
 

Paris - Estudantes bloqueiam liceu contra a expulsão de jovem

por Lusa, publicado por Luís Manuel Cabral

Estudantes protestam contra a expulsão de Leonarda Dibrani

 
Estudantes liceais bloquearam hoje vários estabelecimentos em Paris, num protesto contra as expulsões de alunos estrangeiros, na sequência da mediática expulsão da aluna cigana kosovar Leonarda Dibrani, entregue à polícia à saída da escola
Quatro liceus parisienses, Maurice-Ravel, Hélène-Boucher, Charlemagne e Sophie-Germain, foram bloqueados e em duas outras escolas as entradas foram "condicionadas", de acordo com a direção administrativa.
"A palavra de ordem é a mobilização pelo regresso das estudantes expulsas", disse à agência noticiosa francesa Steven Nassiri, porta-voz da associação liceal FIDL, próxima do Partido Socialista (no poder), contactado por telefone durante uma manifestação junto ao liceu Charlemagne, em Paris.
"É inadmissível que, durante um mandato de um Governo de esquerda, seja preciso mostrar identificação para entrar na escola. Todas as pessoas têm direito à educação", considerou.
O Governo francês abriu, na quarta-feira, um inquérito administrativo às condições de detenção de Leonarda, de 15 anos, no leste de França, ocorrida a 09 de outubro e divulgada esta semana. As conclusões do inquérito são esperadas dentre de 48 horas, esta noite ou na sexta-feira.
Já na quarta-feira, várias centenas de estudantes liceais concentraram-se em frente à direção administrativa, em Paris, para protestar contra as expulsões de alunos estrangeiros, na sequência da detenção e expulsão do país de um aluno arménio, de 19 anos, que estudava na capital francesa.
 

 

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