Ex membros do partido dos panteras negras que são presos políticos há décadas escreveram recentemente mensagens para a reunião comemorativa do 47º Aniversário do partido .
Cinco elementos da Juventude Comunista Portuguesa foram hoje detidos pela PSP no Porto por tentarem pintar um mural alusivo ao arquivamento de uma outra detenção, em 21 de Junho, de 11 membros da JCP por motivo semelhante.
Os cinco detidos encontram-se na esquadra de Cedofeita, onde estão a ser ouvidos pela PSP.
Por volta das 17:20, um elemento da Câmara do Porto fotografou os primeiros esboços do mural feitos a lápis pelos jovens numa parede da Escola Secundária Infante D. Henrique, na Praça da Galiza.
O incidente cujo arquivamento este mural visava assinalar ocorreu a 21 de Junho, quando onze jovens da JCP foram detidos junto à mesma escola do Porto.
Na ocasião, os membros daquela juventude partidária estavam a pintar um mural alusivo aos dois anos de Governo de Pedro Passos Coelho, conforme disse na ocasião Belmiro Magalhães, da Direcção de Organização Regional do Porto (DORP) do PCP.
"Foi uma detenção ilegal, tendo em conta tratar-se de um direito constitucional", acrescentou na altura este dirigente, em declarações à Lusa, à porta da esquadra para onde os jovens foram levados pela PSP.
por Lusa, publicado por Luís Manuel Cabral

Quatro liceus parisienses, Maurice-Ravel, Hélène-Boucher, Charlemagne e
Sophie-Germain, foram bloqueados e em duas outras escolas as entradas foram
"condicionadas", de acordo com a direção administrativa.
"A palavra de ordem é a mobilização pelo regresso das estudantes expulsas",
disse à agência noticiosa francesa Steven Nassiri, porta-voz da associação
liceal FIDL, próxima do Partido Socialista (no poder), contactado por telefone
durante uma manifestação junto ao liceu Charlemagne, em Paris.
"É inadmissível que, durante um mandato de um Governo de esquerda, seja
preciso mostrar identificação para entrar na escola. Todas as pessoas têm
direito à educação", considerou.
O Governo francês abriu, na quarta-feira, um inquérito administrativo às
condições de detenção de Leonarda, de 15 anos, no leste de França, ocorrida a 09
de outubro e divulgada esta semana. As conclusões do inquérito são esperadas
dentre de 48 horas, esta noite ou na sexta-feira.
Já na quarta-feira, várias centenas de estudantes liceais concentraram-se em
frente à direção administrativa, em Paris, para protestar contra as expulsões de
alunos estrangeiros, na sequência da detenção e expulsão do país de um aluno
arménio, de 19 anos, que estudava na capital francesa.
19 de Outubro: Dia Europeu de Acção pelo Direito à Habitação e à Cidade
AS CASAS PARA AS PESSOAS
NÃO PARA O LUCRO E A ESPECULAÇÃO
15 de Outubro de 2013
No próximo sábado, 19 de Outubro, realiza-se o primeiro dia de Acção conjunta pelo direito à habitação e à Cidade, com acções por toda a Europa, nomeadamente em Amesterdão, Atenas, Berlim, Budapeste, Dusseldorf, Dublin, Geneva, Lisboa, Malaga, Toulouse, Paris, Roma e Varsóvia. Em Lisboa, haverá uma Assembleia pelo Direito à Habitação, a ter lugar pelas 10h, na Praça da Figueira.
Na maior parte dos países europeus, a situação habitacional de milhares de pessoas está a agravar-se. Todos os dias aumenta o número de pessoas que não têm acesso à habitação ou que acedem à habitação em condições de grande precariedade – seja em regime de arrendamento, crédito à habitação, ou em bairros auto-construídos. O acesso à habitação tem vindo a ser limitado pela acção de mercados financeiros globalizados e de empresas transnacionais orientadas pelo lucro, que especulam sobre, e controlam, grandes áreas de terra, edifícios e, até o parque habitacional “público”. As acções visam exigir o fim do fardo esmagador da dívida que foi colocado sobre o cidadão e a cidadã comum. Reivindica-se políticas que priorizem claramente a função social da habitação, democratizando a produção legislativa, ouvindo as pessoas directamente afectadas e estimulando a sua participação efectiva na elaboração de leis socialmente justas.
Esta acção representa a afirmação de uma aliança Europeia pelo direito à habitação e à Cidade, envolvendo diversos grupos, organizações e movimentos sociais. Esta é uma plataforma de acção criada a partir de encontros realizados em 2013 na Alemanha e na Grécia, e tem como base a convicção de que as políticas de habitação deverão estar orientadas para as necessidades e os direitos das pessoas e não os interesses do lucro e da especulação.
Cine Debate- 18 de outubro Dia Europeu de Combate ao Tráfico de Seres Humanos 
"No dia 9 de outubro de 1967, tropas da Bolívia mataram o líder revolucionário Ernesto Che Guevara. Companheiro de Fidel Castro, sonhava em estender a revolução cubana para todo o continente latino-americano.
Che ganhou seu apelido no México
Ernesto Guevara de la Serna nasceu em 14 de junho de 1928, em Rosário, na Argentina. Proveniente de família de classe média alta, formou-se em Medicina na Universidade de Buenos Aires, em 1953. Foi o primogênito dos cinco filhos de Ernesto Lynch e Celia de la Serna y Llosa.
Como Ernesto sofresse de asma, sua família mudou-se várias vezes, em busca de um clima melhor. Guevara cresceu em Alta García, na região serrana de Córdoba. Sua doença o prendeu várias vezes à cama, onde tomou gosto pela literatura clássica universal.
Convencido de que a revolução era a única forma de acabar com as desigualdades sociais existentes na América Latina, foi para o México em 1954, onde juntou-se a um grupo de exilados cubanos liderado por Fidel Castro.
Sua adolescência foi marcada pela Guerra Civil Espanhola e, depois, pela Segunda Guerra Mundial. Também se dedicou intensamente ao esporte. Em Córdoba, aprendeu a jogar rúgbi, tênis, golfe e se dedicou à natação.
Em 1946, a família voltou a estabelecer-se em Buenos Aires. Embora pretendesse estudar Engenharia, decidiu-se pela Medicina depois de assistir à morte da avó, a quem era muito ligado.
Intelectual e andarilho
O jovem atrevido e desleixado consigo mesmo percorreu diversas vezes como mochileiro vários países latino-americanos. Após concluir o curso universitário, com 25 anos, partiu para a Venezuela e depois à Bolívia.
Fez contato com exilados no Peru e ligou-se ao regime pró-comunista da Guatemala. No final de 1953, com 26 anos, é admirador da URSS e deseja unir-se a um partido comunista de qualquer país que seja. Na Guatemala, nação que passava por grande reforma, conduzida pelo presidente Jacobo Arbenz, conheceu Hilda Gadea, militante política peruana, que mais tarde se tornaria sua esposa.
Como não conseguisse exercer a medicina, viveu da venda de enciclopédias de porta em porta. Quando o governo comunista da Guatemala foi derrocado (1954), seguiu para o México. Por causa de sua atuação sindical, Che fora informado de que corria perigo e asilou-se na embaixada argentina. Hilda chegou a ser detida, para ser libertada em seguida. Ambos conseguiram deixar legalmente o país e foram para o México, onde se casaram em 1955. Lá também nasceu a filha, Hilda Beatriz.
No México, recebeu o apelido Che, por usar a expressão sempre que falava com alguém. Foi apresentado a Raúl Castro, líder estudantil cubano recém-saído da prisão em Cuba e, a 8 de julho de 1955, conheceu Fidel Castro, que havia passado um ano e dez meses preso na ilha de Pinos, Cuba. Fora anistiado por Fulgêncio Batista, a quem derrubaria mais tarde, com o apoio de Che.
Ascensão e morte de um futuro ídolo
Na madrugada do dia 25 de novembro de 1956, zarpou do porto mexicano de Tuxplan o iate Granma, com capacidade para 20 passageiros, levando 82 guerrilheiros, entre eles Che. Sua tarefa era atender os eventuais feridos no desembarque em Cuba.
No combate que se seguiu ao desembarque, sobraram apenas 12 sobreviventes, entre os quais Che e os irmãos Castro. Com o apoio dos camponeses, passaram a agir a partir de Sierra Maestra. Em 1959, entraram em Havana à frente das tropas guerrilheiras vitoriosas.
No governo com Fidel Castro, Guevara exerceu diversas funções, incluindo a de ministro da Indústria (1961-1965). Seu objetivo primordial, no entanto, era estender a revolução a outros países. Por isso, deixou suas funções em Havana para juntar-se a um grupo de guerrilheiros bolivianos, cuja meta era derrubar o regime ditatorial que vigorava na Bolívia.
Entretanto, Che Guevara foi capturado e morto pelo exército boliviano, em La Higuera, perto de Vallegrande (Santa Cruz), em 9 de outubro de 1967. Suas mãos foram amputadas e levadas para os EUA, a fim de confirmar a identidade do "principal inimigo do imperialismo norte-americano nas Américas". Seus restos mortais foram encontrados em uma vala, somente em 29 de junho de 1997, com os demais seis guerrilheiros."
Que se lixe a troika! Não há becos sem saída!
É tempo de agir.
Sabemos que o regime de austeridade no qual nos mergulharam não é, nem será, uma solução. Voltamos a afirmar que não aceitamos inevitabilidades. Em democracia elas não existem.
É tempo de escolhas simples. Educação para todos ou só para alguns? Saúde pública ou flagelo? Transporte público ou gueto? Constituição ou memorando da troika? Cultura ou ignorância? Pensões e salários dignos ou miséria permanente?
É tempo de escolhas simples. Educação para todos ou só para alguns? Saúde pública ou flagelo? Transporte público ou gueto? Constituição ou memorando da troika? Cultura ou ignorância? Pensões e salários dignos ou miséria permanente?
Nós ou a troika?
Sectores vitais para a nossa sobrevivência estão a ser entregues a banqueiros e especuladores, que os reduzirão à razão do lucro: água, energia, transportes, florestas, comunicações. Querem forçar-nos a abdicar do que construímos: na Saúde, na Educação, nos direitos mais básicos como habitação, alimentação, trabalho e descanso.
A troika e os governos que a servem pretendem deitar fora o sonho de gerações de uma sociedade mais livre e igualitária.
A quem está farto de ver vidas penhoradas e esvaziadas, fazemos o apelo a que se junte a nós na construção da manifestação de 26 de Outubro.
A manifestação será mais um passo determinante na resistência ao governo e à troika!
Não há becos sem saída.
Subscreve a Petição seguinte
Acabei de ler e assinar a petição: «Petição 'O que queremos é viver' - Movimento Vida Independente em Portugal» no endereço http://peticaopublica.com/ pview.aspx?pi=IPCVI

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Herman Wallace, who is dying of cancer, endured long legal battles after his 1972 murder conviction
Herman Wallace with his legal team after he was released. Photograph: Lauren McGaughy/AP
A 71-year-old Louisiana prisoner who spent 41 years in solitary confinement and is now dying of cancer was released from prison late on Tuesday, his lawyers said.
Late on Tuesday, US district chief judge Brian Jackson in Baton Rouge denied the state's motion seeking to block his earlier order overturning Herman Wallace's 1974 murder conviction in the death of Angola prison guard Brent Miller.
Jackson had also ordered a new trial because women were unconstitutionally excluded from the grand jury that indicted Wallace in the guard's death. He ordered him to be released immediately.
Wallace and two other inmates convicted in the 23-year-old guard's slaying came to be known as the Angola Three.
Wallace, of New Orleans, was serving a 50-year armed robbery sentence when Miller was fatally stabbed in 1972. Wallace and the two others convicted in Miller's death were moved to isolation at the Louisiana state penitentiary in Angola. In 2009, Wallace was moved to "closed-cell restriction" at Hunt correctional in St Gabriel and recently was taken to the prison's hospital unit.
Amnesty International USA last year delivered a petition to Louisiana governor Bobby Jindal's office, containing 65,000 signatures calling called the men's solitary confinement inhuman and degrading.
The group's executive director, Steven Hawkins, welcomed Tuesday's ruling.
"Tragically, this step toward justice has come as Herman is dying from cancer with only days or hours left to live," he said in a statement. "No ruling can erase the cruel, inhuman and degrading prison conditions he endured for more than 41 years."
Wallace's attorneys said the freed prisoner left a correctional centre in St Gabriel by ambulance on Tuesday evening and was expected to go to hospital in New Orleans for treatment of advanced terminal liver cancer.
"Tonight, Herman Wallace has left the walls of Louisiana prisons and will be able to receive the medical care that his advanced liver cancer requires," his legal team said in a statement.
Earlier on Tuesday Jackson had overturned Wallace's 1974 murder conviction in Miller's death.
"The record in this case makes clear that Mr Wallace's grand jury was improperly chosen in violation of the Fourteenth Amendment's guarantee of 'the equal protection of the laws' ... and that the Louisiana courts, when presented with the opportunity to correct this error, failed to do so," Jackson wrote.
"Our Constitution requires this result even where, as here, it means overturning Mr Wallace's conviction nearly 40 years after it was entered."
George Kendall, one of Wallace's attorneys, told the Associated Press in an earlier telephone interview the decision gives his client "some measure of justice after a lifetime of injustice", but his response was tempered by the grim outlook for Wallace's health.
"He's pleased," Kendall said of Wallace's reaction after hearing of Tuesday's ruling, "but he's quite ill."
Wallace has been diagnosed with terminal liver cancer. Kendall said he "ceased receiving treatment a couple of weeks ago".
Kendall said the state had filed notice it would appeal against Jackson's ruling. A telephone message left with East Baton Rouge parish district attorney Hillar Moore's office was not immediately returned.
Kendall said his client has asked that, after his death, they continue to press the lawsuit challenging Wallace's "unconstitutional confinement in solitary confinement for four decades".
"It is Mr Wallace's hope that this litigation will help ensure that others, including his lifelong friend and fellow 'Angola Three' member, Albert Woodfox, do not continue to suffer such cruel and unusual confinement even after Mr Wallace is gone," his legal team said in a written statement.
Woodfox, who remains in custody, and Wallace have continued to deny involvement in Miller's killing and say they were targeted because they helped establish a prison chapter of the Black Panther Party at the Angola prison in 1971, set up demonstrations and organised strikes for better conditions.
The third man, Robert King, was released after 29 years in solitary confinement.
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