por Lusa, publicado por Luís Manuel Cabral

Quatro liceus parisienses, Maurice-Ravel, Hélène-Boucher, Charlemagne e
Sophie-Germain, foram bloqueados e em duas outras escolas as entradas foram
"condicionadas", de acordo com a direção administrativa.
"A palavra de ordem é a mobilização pelo regresso das estudantes expulsas",
disse à agência noticiosa francesa Steven Nassiri, porta-voz da associação
liceal FIDL, próxima do Partido Socialista (no poder), contactado por telefone
durante uma manifestação junto ao liceu Charlemagne, em Paris.
"É inadmissível que, durante um mandato de um Governo de esquerda, seja
preciso mostrar identificação para entrar na escola. Todas as pessoas têm
direito à educação", considerou.
O Governo francês abriu, na quarta-feira, um inquérito administrativo às
condições de detenção de Leonarda, de 15 anos, no leste de França, ocorrida a 09
de outubro e divulgada esta semana. As conclusões do inquérito são esperadas
dentre de 48 horas, esta noite ou na sexta-feira.
Já na quarta-feira, várias centenas de estudantes liceais concentraram-se em
frente à direção administrativa, em Paris, para protestar contra as expulsões de
alunos estrangeiros, na sequência da detenção e expulsão do país de um aluno
arménio, de 19 anos, que estudava na capital francesa.
19 de Outubro: Dia Europeu de Acção pelo Direito à Habitação e à Cidade
AS CASAS PARA AS PESSOAS
NÃO PARA O LUCRO E A ESPECULAÇÃO
15 de Outubro de 2013
No próximo sábado, 19 de Outubro, realiza-se o primeiro dia de Acção conjunta pelo direito à habitação e à Cidade, com acções por toda a Europa, nomeadamente em Amesterdão, Atenas, Berlim, Budapeste, Dusseldorf, Dublin, Geneva, Lisboa, Malaga, Toulouse, Paris, Roma e Varsóvia. Em Lisboa, haverá uma Assembleia pelo Direito à Habitação, a ter lugar pelas 10h, na Praça da Figueira.
Na maior parte dos países europeus, a situação habitacional de milhares de pessoas está a agravar-se. Todos os dias aumenta o número de pessoas que não têm acesso à habitação ou que acedem à habitação em condições de grande precariedade – seja em regime de arrendamento, crédito à habitação, ou em bairros auto-construídos. O acesso à habitação tem vindo a ser limitado pela acção de mercados financeiros globalizados e de empresas transnacionais orientadas pelo lucro, que especulam sobre, e controlam, grandes áreas de terra, edifícios e, até o parque habitacional “público”. As acções visam exigir o fim do fardo esmagador da dívida que foi colocado sobre o cidadão e a cidadã comum. Reivindica-se políticas que priorizem claramente a função social da habitação, democratizando a produção legislativa, ouvindo as pessoas directamente afectadas e estimulando a sua participação efectiva na elaboração de leis socialmente justas.
Esta acção representa a afirmação de uma aliança Europeia pelo direito à habitação e à Cidade, envolvendo diversos grupos, organizações e movimentos sociais. Esta é uma plataforma de acção criada a partir de encontros realizados em 2013 na Alemanha e na Grécia, e tem como base a convicção de que as políticas de habitação deverão estar orientadas para as necessidades e os direitos das pessoas e não os interesses do lucro e da especulação.
Cine Debate- 18 de outubro Dia Europeu de Combate ao Tráfico de Seres Humanos 
"No dia 9 de outubro de 1967, tropas da Bolívia mataram o líder revolucionário Ernesto Che Guevara. Companheiro de Fidel Castro, sonhava em estender a revolução cubana para todo o continente latino-americano.
Che ganhou seu apelido no México
Ernesto Guevara de la Serna nasceu em 14 de junho de 1928, em Rosário, na Argentina. Proveniente de família de classe média alta, formou-se em Medicina na Universidade de Buenos Aires, em 1953. Foi o primogênito dos cinco filhos de Ernesto Lynch e Celia de la Serna y Llosa.
Como Ernesto sofresse de asma, sua família mudou-se várias vezes, em busca de um clima melhor. Guevara cresceu em Alta García, na região serrana de Córdoba. Sua doença o prendeu várias vezes à cama, onde tomou gosto pela literatura clássica universal.
Convencido de que a revolução era a única forma de acabar com as desigualdades sociais existentes na América Latina, foi para o México em 1954, onde juntou-se a um grupo de exilados cubanos liderado por Fidel Castro.
Sua adolescência foi marcada pela Guerra Civil Espanhola e, depois, pela Segunda Guerra Mundial. Também se dedicou intensamente ao esporte. Em Córdoba, aprendeu a jogar rúgbi, tênis, golfe e se dedicou à natação.
Em 1946, a família voltou a estabelecer-se em Buenos Aires. Embora pretendesse estudar Engenharia, decidiu-se pela Medicina depois de assistir à morte da avó, a quem era muito ligado.
Intelectual e andarilho
O jovem atrevido e desleixado consigo mesmo percorreu diversas vezes como mochileiro vários países latino-americanos. Após concluir o curso universitário, com 25 anos, partiu para a Venezuela e depois à Bolívia.
Fez contato com exilados no Peru e ligou-se ao regime pró-comunista da Guatemala. No final de 1953, com 26 anos, é admirador da URSS e deseja unir-se a um partido comunista de qualquer país que seja. Na Guatemala, nação que passava por grande reforma, conduzida pelo presidente Jacobo Arbenz, conheceu Hilda Gadea, militante política peruana, que mais tarde se tornaria sua esposa.
Como não conseguisse exercer a medicina, viveu da venda de enciclopédias de porta em porta. Quando o governo comunista da Guatemala foi derrocado (1954), seguiu para o México. Por causa de sua atuação sindical, Che fora informado de que corria perigo e asilou-se na embaixada argentina. Hilda chegou a ser detida, para ser libertada em seguida. Ambos conseguiram deixar legalmente o país e foram para o México, onde se casaram em 1955. Lá também nasceu a filha, Hilda Beatriz.
No México, recebeu o apelido Che, por usar a expressão sempre que falava com alguém. Foi apresentado a Raúl Castro, líder estudantil cubano recém-saído da prisão em Cuba e, a 8 de julho de 1955, conheceu Fidel Castro, que havia passado um ano e dez meses preso na ilha de Pinos, Cuba. Fora anistiado por Fulgêncio Batista, a quem derrubaria mais tarde, com o apoio de Che.
Ascensão e morte de um futuro ídolo
Na madrugada do dia 25 de novembro de 1956, zarpou do porto mexicano de Tuxplan o iate Granma, com capacidade para 20 passageiros, levando 82 guerrilheiros, entre eles Che. Sua tarefa era atender os eventuais feridos no desembarque em Cuba.
No combate que se seguiu ao desembarque, sobraram apenas 12 sobreviventes, entre os quais Che e os irmãos Castro. Com o apoio dos camponeses, passaram a agir a partir de Sierra Maestra. Em 1959, entraram em Havana à frente das tropas guerrilheiras vitoriosas.
No governo com Fidel Castro, Guevara exerceu diversas funções, incluindo a de ministro da Indústria (1961-1965). Seu objetivo primordial, no entanto, era estender a revolução a outros países. Por isso, deixou suas funções em Havana para juntar-se a um grupo de guerrilheiros bolivianos, cuja meta era derrubar o regime ditatorial que vigorava na Bolívia.
Entretanto, Che Guevara foi capturado e morto pelo exército boliviano, em La Higuera, perto de Vallegrande (Santa Cruz), em 9 de outubro de 1967. Suas mãos foram amputadas e levadas para os EUA, a fim de confirmar a identidade do "principal inimigo do imperialismo norte-americano nas Américas". Seus restos mortais foram encontrados em uma vala, somente em 29 de junho de 1997, com os demais seis guerrilheiros."
Que se lixe a troika! Não há becos sem saída!
É tempo de agir.
Sabemos que o regime de austeridade no qual nos mergulharam não é, nem será, uma solução. Voltamos a afirmar que não aceitamos inevitabilidades. Em democracia elas não existem.
É tempo de escolhas simples. Educação para todos ou só para alguns? Saúde pública ou flagelo? Transporte público ou gueto? Constituição ou memorando da troika? Cultura ou ignorância? Pensões e salários dignos ou miséria permanente?
É tempo de escolhas simples. Educação para todos ou só para alguns? Saúde pública ou flagelo? Transporte público ou gueto? Constituição ou memorando da troika? Cultura ou ignorância? Pensões e salários dignos ou miséria permanente?
Nós ou a troika?
Sectores vitais para a nossa sobrevivência estão a ser entregues a banqueiros e especuladores, que os reduzirão à razão do lucro: água, energia, transportes, florestas, comunicações. Querem forçar-nos a abdicar do que construímos: na Saúde, na Educação, nos direitos mais básicos como habitação, alimentação, trabalho e descanso.
A troika e os governos que a servem pretendem deitar fora o sonho de gerações de uma sociedade mais livre e igualitária.
A quem está farto de ver vidas penhoradas e esvaziadas, fazemos o apelo a que se junte a nós na construção da manifestação de 26 de Outubro.
A manifestação será mais um passo determinante na resistência ao governo e à troika!
Não há becos sem saída.
Subscreve a Petição seguinte
Acabei de ler e assinar a petição: «Petição 'O que queremos é viver' - Movimento Vida Independente em Portugal» no endereço http://peticaopublica.com/ pview.aspx?pi=IPCVI

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Herman Wallace, who is dying of cancer, endured long legal battles after his 1972 murder conviction
Herman Wallace with his legal team after he was released. Photograph: Lauren McGaughy/AP
A 71-year-old Louisiana prisoner who spent 41 years in solitary confinement and is now dying of cancer was released from prison late on Tuesday, his lawyers said.
Late on Tuesday, US district chief judge Brian Jackson in Baton Rouge denied the state's motion seeking to block his earlier order overturning Herman Wallace's 1974 murder conviction in the death of Angola prison guard Brent Miller.
Jackson had also ordered a new trial because women were unconstitutionally excluded from the grand jury that indicted Wallace in the guard's death. He ordered him to be released immediately.
Wallace and two other inmates convicted in the 23-year-old guard's slaying came to be known as the Angola Three.
Wallace, of New Orleans, was serving a 50-year armed robbery sentence when Miller was fatally stabbed in 1972. Wallace and the two others convicted in Miller's death were moved to isolation at the Louisiana state penitentiary in Angola. In 2009, Wallace was moved to "closed-cell restriction" at Hunt correctional in St Gabriel and recently was taken to the prison's hospital unit.
Amnesty International USA last year delivered a petition to Louisiana governor Bobby Jindal's office, containing 65,000 signatures calling called the men's solitary confinement inhuman and degrading.
The group's executive director, Steven Hawkins, welcomed Tuesday's ruling.
"Tragically, this step toward justice has come as Herman is dying from cancer with only days or hours left to live," he said in a statement. "No ruling can erase the cruel, inhuman and degrading prison conditions he endured for more than 41 years."
Wallace's attorneys said the freed prisoner left a correctional centre in St Gabriel by ambulance on Tuesday evening and was expected to go to hospital in New Orleans for treatment of advanced terminal liver cancer.
"Tonight, Herman Wallace has left the walls of Louisiana prisons and will be able to receive the medical care that his advanced liver cancer requires," his legal team said in a statement.
Earlier on Tuesday Jackson had overturned Wallace's 1974 murder conviction in Miller's death.
"The record in this case makes clear that Mr Wallace's grand jury was improperly chosen in violation of the Fourteenth Amendment's guarantee of 'the equal protection of the laws' ... and that the Louisiana courts, when presented with the opportunity to correct this error, failed to do so," Jackson wrote.
"Our Constitution requires this result even where, as here, it means overturning Mr Wallace's conviction nearly 40 years after it was entered."
George Kendall, one of Wallace's attorneys, told the Associated Press in an earlier telephone interview the decision gives his client "some measure of justice after a lifetime of injustice", but his response was tempered by the grim outlook for Wallace's health.
"He's pleased," Kendall said of Wallace's reaction after hearing of Tuesday's ruling, "but he's quite ill."
Wallace has been diagnosed with terminal liver cancer. Kendall said he "ceased receiving treatment a couple of weeks ago".
Kendall said the state had filed notice it would appeal against Jackson's ruling. A telephone message left with East Baton Rouge parish district attorney Hillar Moore's office was not immediately returned.
Kendall said his client has asked that, after his death, they continue to press the lawsuit challenging Wallace's "unconstitutional confinement in solitary confinement for four decades".
"It is Mr Wallace's hope that this litigation will help ensure that others, including his lifelong friend and fellow 'Angola Three' member, Albert Woodfox, do not continue to suffer such cruel and unusual confinement even after Mr Wallace is gone," his legal team said in a written statement.
Woodfox, who remains in custody, and Wallace have continued to deny involvement in Miller's killing and say they were targeted because they helped establish a prison chapter of the Black Panther Party at the Angola prison in 1971, set up demonstrations and organised strikes for better conditions.
The third man, Robert King, was released after 29 years in solitary confinement.
Herman Wallace, um membro do chamado "Angola Three 'que tem poucos dias de vida, no centro da indecorosa disputa legal .
A batalha legal horrível sobre o destino de um homem moribundo está sendo jogado fora no centro correcional da Caça em São Gabriel, Louisiana , as autoridades estaduais se recusam a liberar um ex-membro do movimento Panteras Negras, apesar de um tribunal federal ordenando que fazê-lo.
Herman Wallace, que foi realizada há mais de 40 anos em confinamento solitário na Louisiana prisões, ainda está sendo confinado dentro da prisão, embora o juiz Brian Jackson ordenou na terça-feira que ele fosse imediatamente libertado. Wallace, 71 anos, sofre de câncer de pulmão e é acreditado para ter poucos dias de vida.
Uma ambulância está a postos do lado de fora do presídio e os advogados de Wallace também estão presentes. Mas o promotor de East Baton Rouge tem desafiado a ordem do tribunal federal, e à luz do desafio do departamento de Louisiana de correcções se recusa a libertar os cativos.
A disputa indecorosa sobre o destino de um homem morrer é totalmente de acordo com a história da história penal de Wallace até este ponto. Um membro do chamado Angola Três, ele foi condenado em 1974 por matar agente penitenciário Brent Miller em Angola prisão - mas sempre professou sua inocência.
Wallace foi, então, mantida por 41 anos em isolamento, como tem sido o seu co-réu e companheiro de Angola três Estados Albert Woodfox.
Anistia Internacional dos EUA adicionou a sua influência para a pressão de ter de lançamento Wallace, consciente de que ele tem, provavelmente, apenas algumas horas ou dias de vida.
Num comunicado, o diretor-executivo Steven Hawkins disse: "Nenhum dirigente pode apagar as cruéis condições desumanas e degradantes da prisão que ele suportou por mais de 41 anos - confinados a uma pequena cela durante 23 horas por dia, a decisão do juiz Jackson para derrubar Herman Wallace. convicção ressalta preocupações de longa data da Anistia Internacional sobre o processo legal original que resultou em sua prisão.
"O Estado deve agir imediatamente para liberar Wallace e remove Albert Woodfox de mais de quatro décadas de isolamento."
A equipe legal de Wallace pediu ao departamento de correções de honra a ordem do juiz e libertá-lo imediatamente "para que ele possa passar seus últimos dias como um homem livre."
Ordem do Juiz Jackson , emitido em um tribunal distrital federal em Baton Rouge, Louisiana, foi baseada na inconstitucionalidade de originais 1972 júri de Wallace que proferiu as acusações contra ele. O júri foi convocado como um painel só de homens - em consonância com o espírito contemporâneo de Louisiana, onde há grande júri já tinha incluído uma mulher até aquele momento.
Virulento câncer de Wallace foi diagnosticado em junho, depois de já ter atingido um estágio que era demasiado avançado para o tratamento. Ele culpa sua condição terminal no fato de que não foi dada a devida supervisão médica durante seu confinamento solitário prolongado.
Em suas mais recentes observações gravadas , publicadas pela primeira vez pelo The Guardian, disse o cineasta Angad Bhalla: "Estou atravessando o inferno ... Enquanto a minha mente é forte, meu corpo caiu vítima."
- Ed Pilkington , em Nova York
- theguardian.com , Terça-feira 01 de outubro de 2013 17,20 EDT
Leia decisão judicial de hoje aqui .
Notícia milagrosa esta manhã! Juiz Jackson derrubou a condenação de Herman, concedendo-lhe habeas alívio completo baseado na exclusão sistemática das mulheres do júri, em violação da Emenda 14.
Ainda mais surpreendentemente, o juiz ordens claramente que "o Estado libertar imediatamente o Sr. Wallace da custódia." Não é necessário o pedido de fiança, e ao Estado é dado 30 dias para notificar Herman se eles pretendem voltar a indiciá-lo.
Oramos para que Herman ainda pode ouvir isso muito importante a decisão que ele esperou quatro décadas para essas. Embora o Estado, sem dúvida, competição esta decisão, é isso que Herman tem se esforçado para - e, no final de sua vida, ele ganhou!
Albert Woodfox e Robert King estão reunidos na prisão esta manhã para se despedir e e, ao contrário, tem essa incrível notícia para compartilhar com Herman e talvez até mesmo ser capaz de levá-lo para casa. Para todos que é empurrado por esta vitória - obrigado - que significa o mundo para Herman.
Ainda mais surpreendentemente, o juiz ordens claramente que "o Estado libertar imediatamente o Sr. Wallace da custódia." Não é necessário o pedido de fiança, e ao Estado é dado 30 dias para notificar Herman se eles pretendem voltar a indiciá-lo.
Oramos para que Herman ainda pode ouvir isso muito importante a decisão que ele esperou quatro décadas para essas. Embora o Estado, sem dúvida, competição esta decisão, é isso que Herman tem se esforçado para - e, no final de sua vida, ele ganhou!
Albert Woodfox e Robert King estão reunidos na prisão esta manhã para se despedir e e, ao contrário, tem essa incrível notícia para compartilhar com Herman e talvez até mesmo ser capaz de levá-lo para casa. Para todos que é empurrado por esta vitória - obrigado - que significa o mundo para Herman.
No Sábado passado, a polícia grega prendeu 19 fascistas, membros do grupo neonazi Aurora Dourada, incluindo dois polícias, o líder e porta-voz deste gang, assim como o responsável da sede no bairro onde residia o assassino do cantor Pavlos Fyssas (Killiah P) . Três dos seis deputados detidos entregaram-se à polícia pouco depois da detenção dos membros da cúpula do Aurora Dourada . Estão entretanto pendentes mais prisões de 19 outros militantes desta organização nazi, somando um total de 38 mandatos emitidos pela procuradoria, entre os quais se conta o vice-presidente .
A acusação que pende sobre todos eles é a de fazerem parte de uma organização criminosa , tendo cometido vários assassinatos ou tentativas de homicídios, assaltos, agressões, atentados com explosivos, envolvimento no tráfico de seres humanos, chantagem, extorsão, suborno, lavagem de dinheiros e outros crimes financeiros .
Sajtzat Lukman, imigrante paquistanês foi outra das vítimas do batalhão de assalto deste gang .
Na ordem de prisão faz-se alusão à cumplicidade com oficiais da polícia grega, empresários da noite e toda a sorte de capangas .
Na casa do líder desta organização nazi foram descobertas várias armas .
Depois dos últimos acontecimentos que culminaram com o assassinato de Killih P ex membros do Aurora Dourada referiram o carácter da estrutura militarizada do gang, admitindo a existência de batalhões de assalto e falanges armadas, constituídas por cerca de 3000 fascistas . Quase em simultâneo com estas declarações, vários oficiais superiores da polícia demitiram-se ou foram suspensos das suas funções, entre eles o chefe da delegação do Bairro onde ocorreu o assassinato mais recente.
Amanhã, os presos fascista ser ao presentes a Tribunal .
Compañerxs, amigxs,
La situación del bloqueo sobre Gaza empeora día a día. Hasta un bebé palestino ha muerto en brazos de su madre. Os mando el link de un vídeo de la periodista española Isabel Pérez, cuyo visionado os recomiendo...
Y os pido también que por favor firméis y difundáis esta petición a través de Avaaz.
Como la mayoría sabéis, estoy pendiente de conseguir el permiso egipcio para poder desplazarme y entrar en Gaza. Como véis, una cosa es llegar a la frontera y otra poder pasar. Os mantendré informadxs.
Salut-accions,
Maria del Mar Fernández
a la espera de poder entrar en Gaza
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