Refém de promessas eleitorais (como mostra a pressão exercida pelos moradores da urbanização de Vila Chã) e de especuladores imobiliários (recorde-se a recente notícia de um caso (arquivado) que demonstrava a existência de corrupção e tráfico de influências entre o edil e a empresa Urbidoismil (alegadamente, é claro)), Raposo teima em atropelar (com bulldozers) um dos mais elementares direitos humanos – o direito à habitação – que se encontra vertido num vasto conjunto de tratados e convenções subscritas pelo Estado Português e plasmado na sua Constituição no artigo 65º. Infelizmente, existência de jure que teima em não se materializar de facto.
Em última instância, é sobre o inefável Raposo que impende a responsabilidade desta flagrante violação dos direitos humanos. Não obstante, é importante também sublinhar – ferindo ostensivamente susceptibilidades (a reciprocidade é um princípio de justiça e as susceptibilidades dos ofendidos pelo lamentável desenrolar deste caso, e doutros similares, são sempre feridas de morte) – o papel do racismo institucionalizado – subtil, no caso dos assistentes sociais que procuram, e têm-no conseguido, desmoralizar os moradores; flagrante, no caso das forças policiais, cujo registo criminal atinge já proporções biblícas. É um facto: a mão direita e a mão esquerda do Estado, funcionam sempre melhor em conjunto. Primeiro violenta-se, depois conforta-se e apazigua-se, conquistando-se os corações e as mentes (dos mais incautos). Desprovidos das mais elementares noções de humanismo ou empatia e açicatados pela predominante cor negra de uma comunidade cabo-verdiana, infligem, à margem da lei, danos irreversíveis a um espaço social, também ele, incapaz de resistir, fragilizado que está pela pobreza, pelo desemprego e pela estigmatização.
A bem montada estratégia terrorista (é preciso reconhecer o mérito onde ele existe) que, gradualmente, vai fazendo o seu caminho, instala o medo nos moradores e torna muito mais fácil à restante sociedade, amedrontada, inerte e alheada, assobiar para o lado, fingir que nada se passa e assim tornar-se cúmplice do crime que está em curso. O HABITA, bem como outros movimentos, organizações e cidadãos, que ainda preservam alguma capacidade para se indignar e pensar criticamente, tem denunciado sistematicamente este caso que, embora aconteça à escala urbana, revela alguns dos mais preocupantes e estruturais problemas da sociedade portuguesa.
A (sub)urbanização da injustiça inscreve-se de modo cada vez mais fundo e duradouro, contribuíndo para a produção de uma paisagem urbana desoladora e disfuncional. A segregação urbana, económica e cultural, é uma das marcas características do processo de desenvolvimento da metrópole lisboeta. Santa Filomena, Cova da Moura, Vale da Amoreira, 6 de Maio, Quinta do Mocho, entre muitos outros bairros, ilustram-no. A transformação destes espaços, num sentido oposto aquele que desejam os poderes rentistas-imobiliários (mercadorização/privatização/estetização) implicará sempre que os seus habitantes se auto-organizem e procurem tomar nas suas mãos o destino dos espaços que lhes pertencem, que quotidianamente ajudam a (re)construir e cujo futuro depende, em larga medida, da sua capacidade de forjar solidariedades e subjetividades políticas atuantes que, com audácia e combatividade, procurem resistir e contrariar o poder hegemónico da cidade feita para o lucro. A cidade é das pessoas. É para elas (e por elas) que deve ser incessantemente (re)construída.
André Carmo
06/08/13
HOJE DE MANHÃ CEDO EXISTE AMEAÇA DE DESALOJAMENTOS EM SANTA FILOMENA (AMADORA). TODOS AO BAIRRO DE SANTA FILOMENA. JUNTOS PODEMOS IMPEDIR QUE ESTAS PESSOAS FIQUEM SEM CASA.
Solidariedade de Chiapas com a Califórnia greve de fome prisão
Dos Estados Unidos, o coração do império que impõe suas leis em todo o planeta, milhares de vozes dos mais desprezados e pessoas esquecidas agora estão sendo levantadas para mostrar milhões de homens e mulheres que dignidade realmente é.
San Cristóbal de Las Casas, 30 de julho de 2013
Os 30 mil presos que lançaram uma greve de fome nas prisões da Califórnia, nos Estados Stares são nossos irmãos e irmãs.
Todos esses homens e mulheres que se recusam a ficar em silêncio, que têm o direito de rebelde, que defendem a sua dignidade, desafiando um governo poderoso para que os governos europeus humilhada, merecem o respeito e a admiração de todo o mundo.
Os Estados Unidos são um país onde a liberdade é reservada para os ricos e bem-fazer aulas, grandes empresários, financistas e os classe política. Eles são livres para ganhar tanto dinheiro quanto possível através do negócio da guerra e da prisão, depois de ter causado as pessoas para tornar-se obcecado com o perigo do terrorismo e da criminalidade .
Assim, vemos que, nos últimos 20 anos, a população carcerária do estado da Califórnia tem multiplicado por cinco. Centenas de novo prisões foram construídas e entregues a empresas privadas que obviamente se tornam mais ricos os mais homens e mulheres que travar.
A greve de fome dos presos na Califórnia é uma denúncia do um sistema prisional que, através de técnicas de tortura sofisticados tais como o isolamento de pessoas em cubículos enquanto 20 anos, através retal freqüente, dolorosa e humilhante inspeções, através da prática nazi-fascista de punição coletiva, tentar esmagar as almas e fecha as mentes dos prisioneiros.
Além disso, a luta justa dos prisioneiros abre largura da janela de um sistema prisional que, como no México e outros países capitalistas, é racista e classista. 10 em cada 100 adultos Africano-americanos estão na prisão e quatro de cada cem Latina Americanos. Embora as pessoas não-brancas representam apenas 36% do População do Estado Unidos, eles representam 70% de todos os prisioneiros.
Nos solidarizamos com a fome os prisioneiros em greve por causa através de sua luta, eles estão defendendo e mostrando dignidade para pessoas de fora. Também nos solidarizamos com a longa lista de presos políticos nos Estados Unidos, como Mumia Abu Jamal, que foi sequestrado há quase 32 anos por ser um ativista pelos direitos dos povos afro-americanos, Leonard Peltier, prisioneiro, realizada há 37 anos para o duplo crime de ser um índio e um defensor dos direitos do seu povo e Oscar López Rivera, que passou 32 anos na prisão simplesmente por buscar a liberdade de seu país, Porto Rico, a partir de Estados Unidos dominação colonial.
Continuamos a exigir e lutar por sua liberdade.
Também queremos lembrar as pessoas justas em greve de fome que não estão sozinhos, que na nação mexicana vizinha há também homens e mulheres que lutam pela Verdade e Justiça, que em o estado de Chiapas há povos em luta pela libertação de todos os presos políticos, como Alberto Patisthan e outros aderentes à Sexta Declaração da Selva Lacandona, e que os povos rebeldes e autônomas de Chiapas são
construção de um outro tipo de justiça que ainda respeita a dignidade de aqueles que são culpados e de não considerar a justiça um negócio.
Em nossa pequena maneira, estamos aprendendo muito com essas pessoas em rebelião.
Aqui em baixo, que lhe enviamos nosso abraço solidário e combativo.
PARA BAIXO COM muros da prisão!
FREE todos os presos políticos!
Grupo de Trabalho, No ESTAMOS todos
Passamos a divulgar importante iniciativa da Plataforma Gueto
Começou ontem e decorrerá até domingo na comunidade da Cova da Moura a Universidade Marcus Garvey promovida pela Plataforma Gueto
Objectivos da UNIVERSIDADE MARCUS GARVEY – EDUCA-TE:
- Consciencializarmo-nos da nossa condição de “Indígenas” na República Portuguesa e de que a luta ainda não acabou;
- Conquistar os Jovens estudantes, a geração do Hip Hop;
- Fortalecer e unir a comunidade Africana em Portugal para lutar pela sua dignidade;
- Reunir esforços para criação de uma base sólida de luta revolucionária.
Para conquistarmos a nossa liberdade, devemos estar organizados numa só organização, Um só Povo, uma só África, porque temos só um destino. Vamos aproveitar o melhor do legado de Marcus Garvey para fortalecer a nossa união e lutar pela libertação do nosso povo sempre em solidariedade com todos os povos a oprimidos do Mundo.
PROGRAMA DA UNIVERSIDADE
Dia 2 de Agosto
Abertura 18:00
Abertura 18:00
18h15 – Apresentação da Plataforma Gueto – História e princípios .
19:00 Filme: (Look For Me In The Whirlwind • The Marcus Garvey Documentary)
20h20 – A importância do Marcus Garvey dentro do Pan-africanismo – Abuy Nfubea – FOJA/ Pan-africanos Barcelona.
20h50 – Reflexão
Dia 3 de Agosto
15:00 – Hip Hop como ferramenta para a propagação e mobilização de luta Anti-racista e anti-capitalista ( Hip Hop – The New Crack) – Chullage – Plataforma Gueto.
17h00 – Ser saudável, uma questão de Autodefesa – Ser saudável físico e psicologicamente – Bruno Borges – Bruno Borges “ Tchola” – Plataforma Gueto
18h30 -Prisões: uma nova forma de Escravatura – Complexo Industrial Prisional – Ruthie Gilmore – Estados Unidos da América
20h00 – Enceramento
Dia 4 de Agosto
14h00 – Leitura e discussão de “Discurso sobre o colonialismo “ de Áime Césaire
16h00 – Frantz Fannon – Ontem e Hoje – Flávio Almada – Plataforma Gueto
17h00 -Steven Biko – o quê isso de Consciência Negra –Ysmail Raheem
18h40 – O quê é isso de Indígenas da República – Mamadou BA - S.O.S Racismo
20h00 – Enceração da Universidade
Dez
anos de prisão por vender pão sem licença
27 de julho 2013
Dez anos de prisão é a pena a que a
justiça israelita condenou Zaki Sabah, pelo crime de venda repetida de pães
em Jerusalém Oriental sem licença.
Há 15 anos que este pai de 7 crianças,
de 60 anos e diabético ganha a sua vida desta maneira.
Este acto criminoso valeu-lhe várias
multas por parte da municipalidade, que Zaki não pode pagar. Por essa razão, as
autoridades israelitas levaram-no a tribunal onde um juiz o condenou na semana
passada a 10 anos de cadeia.
É preciso dizer que Zaki tem um grande
defeito : ele é árabe.
A
AP de Mahmoud Abbas reprime manifestantes
29 de julho 2013
Respondendo ao apelo da FPLP, cerca de
200 pessoas com bandeiras palestinianas começaram a desfilar este domingo 28 em
Ramallah para defender os direitos dos palestinianos por ocasião das
negociações poeira para os olhos e para exigir a libertação de todos os
presos políticos palestinianos.
Antes de chegarem à sede da Autoridade
Palestiniana (AP), foram bloqueados pelas forças da polícia que os atacou violentamente.
A associação palestiniana Addameer de defesa dos direitos humanos relata que
várias pessoas feridas levadas para o hospital foram perseguidas por agentes
que as impediram de serem tratadas.
Quatro manifestantes foram detidos,
entre os quais Khalida Jarrar, presidente do comité de defesa dos presos no
seio do Conselho Legislativo Palestiniano.
Enquanto decorrem as «negociações de paz»
25 de julho 2013
A administração militar israelita deu luz verde à
continuação de um projecto de construção de uma rede de 473 km de linhas de caminho-de-ferro
para ligar entre si os colonatos da Cisjordânia.
Segundo o jornal Haaretz,
a administração militar e o ministério israelita dos Transportes prevêem a
construção de 30 estações, dezenas de pontes e túneis e onze linhas ferroviárias.
O próprio diário israelita lamenta que essa rede possa ser construída num território árabe para necessidades judias.
Entretanto, começaram as obras para
uma nova estrada na Cisjordânia que ligará a cidade costeira de Hadera aos
colonatos instalados na região de Jenine e no Vale do Jordão. A estrada, que
terá um cumprimento de 183 km, estará terminada em 2014 e confiscará centenas
de hectares aos seus donos palestinianos.
Rapto
e detenção de crianças pelo exército israelita
29 maio 2013
Segundo a ONG Defence Children
International (DCI), o número de crianças detidas e maltratadas por Israel tem
vindo a subir, com uma média de 232 crianças por mês desde o início de 2013.
Ahmed Jawabreh, de 14 anos, dormia em
sua casa no campo de refugiados perto de Hebron, na Cisjordânia ocupada, no início
de abril, quando soldados israelitas o foram raptar às 3 h da manhã. O rapaz
devia passar um exame nesse dia de manhã, mas só foi libertado 18 dias mais
tarde. Estava suspeito de ter lançado pedras. Os seus pais tiveram de pagar uma
multa de 1100 dólares para que ele pudesse sair em liberdade (uma extorsão que
se tornou sistemática por parte das autoridades israelitas). Para além disso,
Ahmed ficou em prisão domiciliária, isto é, proibido de frequentar a escola.
Este rapto e este tratamento
constituem um exemplo entre muitos, citado pela DCI. Apenas no dia 20 de
março, os soldados israelitas detiveram 27 crianças em Hebron, algumas de
apenas 8 anos, cuja infracção é de lançar pedras ou de se encontrar em zonas interditas.
Um porta-voz do exército israelita
explicou, para justificar os raptos nocturnos, que havia uma predominância de
menores nos levantamentos populares e que as detenções são feitas de noite
para impedir que levantamentos de grande amplitude possam intensificar a situação
de violência.
A legislação israelita autoriza a detenção
e a encarceração de palestinianos a partir dos 12 anos. A lei precisa que
qualquer pessoa que lance pedras sobre um alvo fixo pode estar sujeita a uma
pena de prisão até 10 anos, e que lançar uma pedra sobre um alvo em movimento
pode levar a uma pena de prisão até 20 anos.
Fonte : NBC News. Marian Smith contribuiu
a esta reportagem.
(a partir de CAPJPO-EuroPalestine)
"Milhares de manifestantes voltaram a se reunir, na tarde e noite deste sábado (29 de junho), nos arredores da praça Taksim, em Istambul, para protestar contra o governo e a repressão policial aos manifestantes, que ocorre desde 31 de maio.
Os manifestantes encararam por duas horas o forte cordão policial que lhes impedia o acesso ao centro da praça, e gritaram frases como "Contra o fascismo, todos juntos!". A polícia deteve várias pessoas no protesto, incluindo alguns estrangeiros. Diversos policiais estavam à paisana.
A multidão também denunciou a morte de um manifestante no sudeste do país, ocorrida no dia 28 de junho, após soldados abrirem fogo na direção de aldeães que protestavam contra a expansão de um posto do exército.
Na capital, Ankara, a polícia usou gás lacrimogêneo e jatos de água para acabar com um protesto semelhante promovido por um grupo de manifestantes."
Na sequência de mais um julgamento farsa, que ilibou desta, George Zimmerman, o vigilante voluntário que assassinou Trayvon Martin, adolescente negro, em Fevereiro de 2012, provocando uma multiplicação de protestos e um quetionar sobre o acentuar do racismo no reinado de Obama .
O júri considerou Zimmerman, de 29 anos, não culpado de homicídio em segundo grau (não-premeditado), bem como de “manslaughter” (um crime de homicídio de menor grau), as duas acusações que pendiam sobre o réu. Anunciado pouco antes das dez da noite (madrugada em Portugal), o veredicto foi unânime e indica que as seis mulheres do júri (cinco brancas e uma negra ou hispânica, segundo o Miami Herald) aceitaram o argumento de Zimmerman de que ele terá agido em auto-defesa.
O julgamento de Zimmerman, que durou três semanas, pretendia determinar deficientemente as circunstâncias em que a morte de Trayvon Martin ocorreu, em particular quem confrontou quem, uma tarefa dificultada pelo facto de não haver quaisquer testemunhas .
Trayvon Martin, um estudante de liceu que vivia nos subúrbios de Miami, estava de visita ao pai em Sanford na noite em que foi assassinado. O adolescente voltava de uma loja de conveniência com uma lata de chá gelado e um saco de rebuçados quando foi visto por George Zimmerman, que suspeitou que ele poderia ser um criminoso. O vigilante alertou a polícia, mas continuou a seguir Martin até ao momento em que os dois se terão envolvido numa disputa segundo este que se encontrava armado . Não houve testemunhas da ocorrência e há apenas o testemunho do pretendente a esbirro porque o jovem morto não ressuscitou para dizer de sua justiça .
Os EUA continua a ser rico em episódios destes , sempre com os mais vulneráveis, os pobres e neste caso ainda muito jovem a sofrerem as consequências de uma sociedade profundamente desumana .
Mais de cem presos de Guantánamo estão em greve da fome desde
o mês de Fevereiro, contra as suas condições de detenção. 45 deles estão a ser
alimentados à força, contra as leis internacionais e contra as próprias leis
dos Estados Unidos.
Incapazes de fazer face à situação, os Estados Unidos pediram
ajuda aos amigos israelitas. Segundo o jornal Haaretz de 8 de julho, médicos
israelitas foram convidados pelos EUA para apresentarem os seus métodos de
tratamento dos grevistas da fome. Isto, apesar do aumento da contestação contra
a alimentação forçada dos reclusos em greve, o que estes consideram como uma
forma de tortura.
Segundo Julien Salingue, a única solução verdadeiramente ética
é, evidentemente, o fecho de Guantánamo e a libertação do conjunto dos detidos
arbitrariamente encarcerados desde há mais de onze anos para alguns deles.
Ismail Coovadia recusou e devolveu ao ministério israelita
dos Negócios Estrangeiros o certificado anunciando que o Fundo Nacional Judeu
iria plantar dezoito árvores em sua honra.
O antigo militante anti-apartheid, membro do ANC e
diplomata de longa data, referiu como motivo da sua acção a política de
apartheid de Israel contra os palestinianos.
Escreve Ismail Coovadia:
Acabei de deixar o
meu cargo de 5º embaixador da África do Sul democrática e não-racial no Estado
de Israel. Inconveniente, não me pediram autorização (nem o FNJ nem o governo
de Israel) para plantar árvores em meu nome ou em nome do embaixador da África
do Sul numa terra usurpada, a terra legítima dos palestinianos e dos beduínos. Reservo-me
o direito de fazer uso do meu nome... Apoiei a luta contra o apartheid na África
do Sul e não posso ser agora partidário do que estou a testemunhar em Israel, que
é uma réplica do apartheid.
O certificado que me foi oferecido pelo Sr. Rafael Barak,
director geral do ministério israelita dos Negocios Estrangeiros com o apoio do
FNJ não é nada menos que uma ofensa à minha dignidade e à minha integridade. Não
concordei e nunca concordarei com a plantação de 18 árvores em minha honra
numa terra expropriada e roubada... e peço que retirem as 18 árvores... plantadas em minha honra.
Recorde-se que o FNJ está envolvido na limpeza étnica e
especialmente a construção de árvores no lugar das aldeias palestinianas destruídas
pelos israelitas, numa tentativa de eradicar os vestígios de vida palestiniana.
Traduzido de CAPJPO-EuroPalestine
O
exército israelense testou na sexta-feira (12) um novo míssil
balístico de longo alcance, capaz de transportar uma ogiva nuclear,
química ou biológica.
O
exército descreveu este lançamento, que se realizou a partir da
base de Palmajim na costa mediterrânea, como um teste para avaliar o
sistema de propulsão desse foguete.
A mídia
israelense, citando analistas, afirmou que este teste muito
provavelmente tem relação com o sistema de mísseis balísticos
Jericó do regime de Tel Aviv.
Segundo os especialistas, a
versão mais moderna do sistema, Jericó III, tem um alcance de entre
5000 e 11.000 quilômetros e pode transportar ogivas de até uma
tonelada. A última prova de um míssil Jericó III foi realizada em
novembro de 2011.
Cabe mencionar que em 2008, o exército
israelense também testou outro míssil balístico de longo alcance,
ameaçando atacar o Irã.
Amplamente acredita-se que o regime
de Tel Aviv é o único possuidor de armas nucleares no Oriente
Médio. Este regime que segundo estimativas mantém armazenadas em
seus arsenais entre 200 e 400 ogivas nucleares, nunca negou nem
confirmou a posse de armas de destruição em massa, sob sua política
da chamada ambiguidade nuclear.
Igualmente Israel é o único
país no Oriente Medio que nunca permitiu aos inspetores da Agência
Internacional de Energia Atômica (AIEA) verificar suas instalações
nucleares e sempre evitou assinar o Tratado de Não Proliferação
Nuclear (TNP).
Hispan TV
"É insólito e aconteceu na Cisjordânia. Soldados israelitas detiveram uma criança de apenas cinco anos, alegadamente, por atirar pedras contra um veículo militar. Foi levada para um posto de controlo, na companhia do pai, de olhos vendados e algemado. Aí esteve quase duas horas a ser interrogada. Os soldados foram repreendidos pelo superior hierárquico por terem procedido daquela forma ... diante de câmaras de filmar."
Hoje, em resposta à trágica notícia de que Herman Wallace é doente terminal com câncer, a Amnistia Internacional lançou uma campanha chamada para dirigida ao
governador da Louisiana, Bobby Jindal para liberar imediatamente Herman com fundamentos humanitária .
Após o diagnóstico inicial em 14 de junho, Herman continua a estar em isolamento na enfermaria da prisão de Hunt Correctional Center. Refletindo sobre sua confinamento, enquanto lutava contra o câncer, Herman diz: "Meu próprio corpo tornou-se um
ferramenta de tortura contra mim. "
"Depois de décadas de condições cruéis e uma convicção de que continua a ser
desafiado pelos tribunais, ele deve ser libertado imediatamente para sua família, para
que podem ser tratados humanamente durante seus últimos meses ", diz Tessa Murphy,
EUA militante, sobre Herman Wallace.
A Anistia Internacional criticou o longo processo legal e falta de evidência de que resultou tanto em Herman como em Albert Woodfox estar em solitária por mais de 40 anos, a Amnistia declarou ele para estar em violação de direito internacional dos direitos humanos, bem como a Constituição dos EUA em si.
No comunicado de hoje, a Anistia afirma que nas décadas de Herman e
Confinamento de Albert, as "autoridades prisionais ter quebrado suas próprias políticas para justificar seu encarceramento contínuo em condições adversas e desumano ".
A Amnistia também afirma que eles são "extremamente preocupado com o agravamento condições de confinamento "para Albert em David Wade Correctional Center.
A criação de pressão da opinião pública para o Herman é agora mais importante do que nunca. Precisamos obter centenas de milhares de e-mails dirigidos ao governador exigindo para Herman a libertação imediata, por isso, agir agora e nos ajudar a espalhar a palavra
postando no Facebook e encaminhá-lo aos seus amigos.
O texto integral do 'action tomar' e-mail para Bobby Jindal - Governador
Louisiana, Paul água da chuva - Chief of Staff, Emily Riser - Assistente Executivo,
e Tammy madeiras - Chefe Adjunto do Estado-Maior diz:
Como eu escrevo, de 71 anos Herman Wallace está sendo mantido em isolamento na
enfermaria em Hunt Correctional Center. Depois de passar mais de quatro décadas
realizada em cruel e incomum confinamento solitário, ele foi diagnosticado com
câncer de fígado terminal. A hora de agir é agora. Peço-lhe para libertar Herman de
sua família, por razões humanitárias, para que eles possam cuidar dele durante sua
últimos meses na Terra.
Tanto Herman Wallace e companheiro "Angola 3 'prisioneiro Albert Woodfox passaram a maior parte dos últimos 41 anos de suas vidas sozinhos em uma pequena cela durante 23 horas por dia. Tais condições são cruéis, desumanas e degradantes. Antes de Wallace saber do diagnóstico de câncer, essas condições já tinham impactado negativamente os homens saúde física e psicológica. De fato, em 2007, um juiz federal dos EUA decidiu que as condições constituiu uma privação de uma necessidade humana básica e que funcionários da prisão deve ter tido conhecimento do potencial de danos graves saúde física e mental.
Ao contrário do que requisitos fixados na lei internacional de direitos humanos e os EUA Constituição, Herman teve nenhuma revisão significativa de seu contínuo isolamento. Registros da prisão de Herman não demonstram que ele é uma ameaça para a segurança da instituição, próprio ou de terceiros. Além disso, há substancial
preocupações sobre a equidade do processo legal que resultou em Herman convicção, uma convicção de que ainda está sendo contestada nos tribunais hoje. Evidências sugerem que a decisão de mantê-lo na solitária é baseado em menos em parte, seu ativismo político e associação com o Pantera Negra festa.
Herrman Wallace e Albert Woodfox se acredita ter passado mais tempo em solitária do que praticamente qualquer outro prisioneiro dos EUA na história recente.
Agora, depois de sobreviver a 41 anos de um pesadelo, Herman não tem muito tempo
à esquerda. Por favor liberar Herman à sua família hoje.
Segue-se o texto integral da Amnistia Internacional, 10 de julho de 2013 imprensa
liberar.
(NEW YORK) Â-A Amnistia Internacional apelou ao governador de Louisiana Bobby
Jindal hoje para libertar imediatamente da prisão, por razões humanitárias. Herman
Wallace, um dos `Angola 3", é doente terminal com câncer e tem sido preso em confinamento solitário por mais de 40 anos.
"Herman Wallace têm 71 anos e tem câncer de fígado avançado", disse Tessa Murphy, EUA ativista da Amnistia Internacional. "Depois de décadas de cruel condições e uma convicção de que continua a ser desafiado pelos tribunais, ele deve ser liberado imediatamente para a sua família para que ele possa ser cuidada humanamente durante seus últimos meses. "
Wallace foi diagnosticado com câncer depois de ser levado para o hospital em 14 de junho.
Ele tinha sido a medicação por algum tempo para o que foi diagnosticado como um estômago fungo e ao longo dos últimos meses, perdeu peso considerável. Ele agora está sendo mantido em isolamento na enfermaria de caça Correctional Center.
Wallace e companheiro de prisão Albert Woodfox foram colocados em isolamento em
1972, e desde então eles foram confinados durante 23 horas por dia para medir as células 6 por 9 metros.
Os dois homens foram condenados pelo assassinato de um guarda da prisão em 1973, ainda não evidência física une ao crime Â-potencialmente DNA de defesa evidência foi perdida e o testemunho da testemunha principal foi desacreditada. Citando a discriminação racial, má conduta por parte do Ministério Público, e defesa inadequada, estaduais e federais, juízes derrubou Woodfox de convicção três vezes, enquanto o caso de Wallace é mais uma vez para revisão antes os tribunais federais.
Os dois homens se acredita ter gasto mais tempo no confinamento solitário do que
praticamente qualquer outro prisioneiro dos EUA na história recente. Durante este tempo, a prisão autoridades ter quebrado suas próprias políticas para justificar a sua continuidade encarceramento em condições adversas e desumana.
Antes de diagnóstico de câncer de Wallace, o ambiente hostil já tinha tido um impacto sobre a saúde física e psicológica do homem, como reconhecido por um juiz federal em 2007. O pedágio grave de confinamento solitário em presos ' saúde mental e física tem sido amplamente documentada em estudos. Em reconhecimento desse dano, o relator especial da ONU sobre a Tortura, Juan Mendez, apelou aos estados para proibir a prática de mais de 15 dias.
A Amnistia Internacional também está extremamente preocupado com o agravamento
condições de confinamento para Woodfox em David Wade Correctional Center. Para
aproximadamente dois meses Woodfox foi submetido a punitiva adicional
 medidas, incluindo pesquisas tira cada vez que ele sai ou entra em seu celular,
sendo escoltado no tornozelo e punho, restrições de acesso restrito, telefone e visitas sem contato, através de uma tela de metal perfurado. As temperaturas na celas são declaradamente extremamente alta, regularmente atingindo até 100 graus Fahrenheit.
A Amnistia Internacional é um Nobel da Paz, ativista de base Prize-winning organização com mais de 3 milhões de adeptos, ativistas e voluntários em mais de 150 países que lutam pelos direitos humanos em todo o mundo. O organização investiga e expõe abusos, educa e mobiliza a público, e trabalha para proteger as pessoas onde quer que a justiça, a liberdade, a verdade e a dignidade são negados.
Em decisão unânime e rápida, o Tribunal Superior da Pensilvânia negou apelação de Mumia Abu-Jamal para voltar a ser condenado.
O apelo desafiou a maneira reservadas em que Mumia foi re-sentenciados de morte para prisão perpétua sem liberdade condicional pelo juiz Pamela Dembe do Tribunal de Apelações Comuns de Filadélfia. Ao não notificar Mumia ou seus advogados de sua nova condenação, o tribunal violou Mumia do direitos constitucionais, a saber: o direito ao aviso prévio de condenação, a ser informado sobre o direito de recorrer da sentença, e estar presente no tribunal e fazer uma declaração. A inconstitucionalidade do juiz Dembe de não divulgado declaração ecoa a história do devido violações de processo no caso de Abu-Jamal, que se estende por mais de três décadas.
Em seu argumento perante o tribunal, o advogado de Mumia, Judith Ritter, ressaltou que em não permitir que Mumia ou seus advogados o direito de fazer uma
declaração para o registro, o tribunal negou Mumia a oportunidade de começar
para construir um argumento legal desafiando sua sentença de prisão perpétua sem liberdade condicional. Ela ilustrou a importância do devido processo legal neste
considerar com um exemplo convincente de que destaca a sua importância tanto para
O caso de Mumia e para a comunidade jurídica. Entre outros pontos, ela argumentou
que a decisão da Suprema Corte no ano passado, que declarou penas de prisão perpétua
inconstitucional para jovens, gerou um debate no legal comunidade sobre a constitucionalidade da pena de prisão perpétua para os adultos e que os advogados de Mumia deveria ter sido concedido o direito de construir sobre estes argumentos em sua defesa.
Apoiantes de Mumia continuam a defender sua inocência, para traçar estratégias para
o objetivo de trazer Mumia a casa, e de vincular a luta por sua liberdade e a luta para libertar todos os presos políticos e de encarceramento em massa do fim.
Nós lançamos uma petição dirigida ao Departamento de Justiça pedindo a libertação de Mumia. Nosso objetivo é mais do que um milhão de assinaturas.
Por favor, assine e espalhar a palavra.
http://www.change.org/petitions/release-mumia-abu-jamal
Junte-se a nós em nossos esforços. Email: bringmumiahome@gmail.com Em solidariedade,
International Preocupado Família e amigos de Mumia Abu-Jamal
Free Mumia Abu-Jamal Coalition (NYC)
Educadores para Mumia Abu-Jamal
Comitê para Salvar Mumia Abu-Jamal
O Colectivo de Solidariedade Mumia Abu-Jamal subscreve todos os protestos contra o Governo Português que impediu que o avião oficial que transportava o Presinte Boliviano, sobrevoasse o espaço aéreo de Portugal, em viagem de retorno ao seu país.
Comunicado do CPPC sobre o episódio
"O CPPC condena e exige a cabal explicação da decisão, tomada
ontem, por parte do Governo português assim como de outros
países europeus membros da NATO , de cancelamento da
autorização da utilização do seu espaço aéreo por parte do avião
oficial que transportava o Presidente da Bolívia, Evo Morales,
na viagem de retorno ao seu país.
Alegando «problemas técnicos», mas, efectivamente, por suspeita
de que a bordo do avião estivesse Edward Snowden, ex-colaborador
de agências de informação dos EUA, o Governo português para além
de colocar em risco as pessoas que seguiam a bordo, protagonizou
um inaceitável acto que viola convenções internacionais e regras
diplomáticas, indiciando uma total subserviência às orientações
ditadas pelos Estados Unidos da América.
Recordemos que Edward Snowden é perseguido, pelo Governo dos
EUA, por ter denunciado um monumental programa de espionagem
massiva e à escala mundial com que os EUA recolhem ilegalmente
informações, chamadas telefónicas, mensagens de correio
electrónico e sms, de milhões de cidadãos norte-americanos e de
outros países, assim como de embaixadas, representações
diplomáticas e organismos internacionais, incluindo dos seus
aliados na NATO e da União Europeia.
O Conselho Português para a Paz e Cooperação considera da maior
gravidade e repudia o desrespeito que o Governo português
demonstrou pela soberania da Bolívia, na pessoa do seu
Presidente Evo Morales, assim como pela própria soberania de
Portugal ao, subservientemente, ter servido de instrumento dos
EUA na sua perseguição a Edward Snowden, por este ter denunciado
uma gigantesca e criminosa operação que agride liberdades e
direitos fundamentais. EUA que têm efectuado inadmissíveis
pressões e chantagens, procurando impedir o pedido de asilo
efectuado por Edward Snowden a diversos países.
O CPPC saúda o povo da Bolívia e o seu Presidente, Evo Morales,
a quem envia todo o seu apoio e solidariedade, com o desejo de
que prontamente e sem mais percalços possa regressar livremente
ao seu país."