CMA-J

Colectivo Mumia Abu-Jamal

Gaza alvo de bombardeamentos do exército nazi-sionista

O CMA-J comunga do mesmo sentimento dos amantes dos direitos humanos e amigos da Palestina, não podendo deixar de denunciar mais uma agressão de Israel a Gaza, fazendo correr sangue do povo palestiniano perante o silêncio do mundo hipócrita. Pelo que subscrevemos o comunicado seguinte e disponibilizamo-nos para participar em acções de solidariedade entretanto convocadas.
 
 
Esta quarta-feira, dia 14 de Novembro de 2012, enquanto os olhos do mundo estavam postos na greve geral em vários países da Europa, Israel lançou mais um bombardeamento à faixa de Gaza. Este bombardeamento quebrou um acordo de cessar fogo e resultou na morte de pelo menos 8 Palestinianos inocentes. A noite de 15 de Novembro e a manhã de 16 de Novembro foram mais uma vez marcadas por campanhas de bombardeamentos que elevaram o número de mortos a pelo menos 19.
Este bombardeamento foi mais um numa série de ataques que começaram no dia 8 de Novembro, quando um rapaz de 8 anos foi morto por uma bala do exército Israelita enquanto jogava futebol na rua. O Estado de Israel confirmou a sua intenção de escalar o conflito ao chamar 30,000 reservistas do exército, um forte indício que o exército Israelita intenciona avançar com uma invasão terrestre.
Por esta razão convocamos uma manifestação no Sábado, dia 17 de Novembro de 2012, às 17:00 horas, à frente à embaixada de Israel em Lisboa, para exigirmos o fim do bombardeamento à faixa de Gaza e o fim da campanha militar de Israel contra a população Palestiniana.
Às 18:00 horas durante a manifestação teremos a oportunidade de ouvir Abelfattah Mostafa falar sobre o papel dos movimentos sociais na revolução Egípcia de 2011, assim como a importância da luta da população Palestiniana. Abelfatta é um dos organizadores e membro do Movimento 6 de Abril, um dos movimentos sociais mais preponderantes durante a revolução que derrubou a ditadura de 28 anos de Hosni Mubarak. Artigos interessantes sobre o Movimento 6 de Abril podem ser acedidos aqui e aqui.
Contra a Campanha de Propaganda Pró-Imperialista:
Ao contrário do que muitos órgãos de comunicação social indicam, os bombardeamentos diários a Gaza que têm ocorrido durante os últimos dias não são uma resposta do Estado de Israel ao lançamento de mísseis a partir do território Palestiniano. Trata-se de um plano orquestrado para aproveitar a distração da população Europeia, a crise geopolítica do Médio Oriente e a conivência da comunidade internacional para continuar o projeto de limpeza étnica do povo Palestiniano e a anexação dos seus territórios através de mais uma guerra de agressão contra a faixa de Gaza.
Sobretudo, este último ataque ilegítimo e criminoso à faixa de Gaza poderá levar ao alastramento do conflito no Médio Oriente e no Norte de África a uma escala sem precedentes no século XXI. Com a Líbia num estado de guerra civil, com os conflitos armados na Síria sem fim em vista, com o Iraque e o Afeganistão sobre ocupação estrangeira e com a continuação de operações militares no Paquistão, a continuação do bombardeamento e a possível invasão terrestre à faixa de Gaza poderá precipitar uma guerra que iria inflamar todo o Médio Oriente. O Egipto, país que partilha uma fronteira com Gaza, já se ofereceu para mediar negociações entre Israelitas e Palestinianos.
Por estas razões exigimos, em nome da paz e da justiça, que Israel cesse imediatamente a sua guerra de agressão contra a população de Gaza.
Todos os movimentos e organizações solidários com a Palestina são por este meio convidados a subscrever este evento e a participar na manifestação.
As subscrições podem ser enviadas até às 12:00 horas do dia 17 de Novembro para o endereço: palestinavence@gmail.com
João Silva Jordão, do Comité de Solidariedade com a Palestina (página Internet: http://palestinavence.blogs.sapo.pt/. Página Facebook: https://www.facebook.com/ComitePalestina)
Abelfattah Mostafa, do Movimento 6 de Abril (página Facebook: https://www.facebook.com/6abrilPortugal)
Evento Facebook:
Indicações:
Morada da Embaixada Israelita- Rua António Enes, 16, 1050-02 (Metro Saldanha. Descer Av. Duque de Ávila, virar primeira à esquerda e primeira à direita).
 

HIP HOP Pela Justiça


Festival ImigrArte - Dias 17 e 18 de Novembro em Lisboa

 
Festival ImigrArte – Mercado da Ribeira – dias 17 e 18 de novembro - Lisboa
Dias 17 e 18 de novembro, o Mercado da Ribeira em Lisboa recebe o festival ImigrArte, o qual conta com a participação de mais de 250 artistas num total de 50 espetáculos de música, a dança, literatura, poesia, fotografia, pintura, oriundos de todo mundo, tornando-se numa das maiores referências culturais e artísticas do associativismo imigrante.

Clima fascizante faz-se sentir com violência policial à solta

Dia 14 realizou-se a Greve Geral, que se traduziu numa ampla mobilização dos trabalhadores portugueses contra a política criminosa da tróica, foi esmagadora, com sectores vitais a paralizarem na totalidade ou muito próximo dos 100%. No decurso de manifestações junto à Assembleia da República verificou-se grande agitação com os milhares de manifestantes a derrubarem as grades aí existentes tal como o apedrejamento dos efectivos da polícia aí presentes em grande número. foi visível o acentuar da revolta dos presentes face ás medidas decretadas pelo Governo e a preparação por este de um orçamento ruinoso para com o povo . É sob este clima que as centenas de polícias fazem um ataque, com uma carga policial "varrendo" o largo fronteiro ao Palácio de S. Bento e as ruas envolventes , chegando a fazer detenções junto ao Cais de Sodré. Das confrontações ocorridas há a assinalar 48 feridos e mais de uma centena de detidos. O CMA-J manifesta aqui o seu repúdio por estes actos repressivos demonstrativos que estamos em presença de um clima fascizante em que um Governo cada vez mais isolado manda as polícias reprimir e intimidar o povo .

Contra a impunidade policial, Exigimos JUSTIÇA !



O julgamento do Policia que assassinou Kuku de 14 anos decorre em silencio (longe da praça publica) a caminho de ser mais um caso de impunidade das execuções racistas da policia. A sentença é lida a 13 de Novembro. Com este concerto a Plataforma Gueto quer voltar a dar voz ao caso de KUKU situação à situação de violencia racista que prossegue nas ruas, nas esquadras e nas prisões portuguesas. Queremos também angariar fundos para os custos judiciais do processo. Apoia Esta Luta. KUKU somos todos e todas! Justiça e Paz

Fascismo foi (também) isto


Publicado em A Luta Continua por Luís Filipe Silva

 
 
 
 
FASCISMO FOI ISTO

Um manifesto do escritor Mário de Carvalho (publicado hoje na sua página no FaceBook) contra o esquecimento e o revisionismo histórico e contra o desejo que alguma direita tem de apagar a ditadura fascista de Salazar das páginas da História de Portugal:

"Eu nunca fui obrigado a fazer a saudação fascista aos «meus superiores».
Eu nunca andei fardado com um uniforme verde e amarelo de S de Salazar à cintura.
Eu nunca marchei, em ordem unida, aos sábados, com outros miúdos, no meio de cânticos e brados militares.
Eu nunca vi os colegas mais velhos serem levados para a «mílícia», para fazerem manejo de arma com a Mauser.
Eu nunca fui arregimentado, dias e dias, para gigantescos festivais de ginástica no Estádio do Jamor.
Eu nunca assisti ao histerismo generalizado em torno do «Senhor Presidente do Conselho», nem ao servilismo sabujo para com o «venerando Chefe do Estado».
Eu nunca fui sujeito ao culto do «Chefe», «chefe de turma», «chefe de quina», «chefe dos contínuos», «chefe da esquadra», «chefe do Estado».
Eu nunca fui obrigado a ouvir discursos sobre «Deus, Pátria e Família».
Eu nunca ouvi gritar: «quem manda? Salazar, Salazar, Salazar».
Eu nunca tive manuais escolares que ironizassem com «os pretos» e com «as raças inferiores».
Eu nunca me apercebi do «dia da Raça».
Eu nunca ouvi louvar a acção dos «Viriatos» na Guerra de Espanha.
Eu nunca fui obrigado a ler textos escolares que convidassem à resignação, à pobreza e ao conformismo;
Eu nunca fui pressionado para me converter ao catolicismo e me «baptizar».
Eu nunca fui em grupos levar géneros a pobres, politicamente seleccionados, porque era mesmo assim.
Eu nunca assisti á miséria fétida dos hospitais dos indigentes.
Eu nunca vi os meus pais inquietados e em susto.
Eu nunca tive que esconder livros e papéis em casa de vizinhos ou amigos.
Eu nunca assisti à apreensão dos livros do meu pai.
Eu nunca soube de uma cadeia escura chamada o Aljube em que os presos eram sepultados vivos em «curros».
Eu nunca convivi com alguém que tivesse penado no Tarrafal.
Eu nunca soube de gente pobre espancada, vilipendiada e perseguida e nunca vi gente simples do campo a ser humilhada e insultada.
Eu nunca vi o meu pai preso e nunca fui impedido de o visitar durante dias a fio enquanto ele estava «no sono».
Eu nunca fui interpelado e ameaçado por guardas quando olhava, de fora, para as grades da cadeia.
Eu nunca fui capturado no castelo de S. Jorge por um legionário, por estar a falar inglês sem ser «intréprete oficial».
Eu nunca fui conduzido à força a uma cave, no mesmo castelo, em que havia fardas verdes e cães pastores alemães.
Eu nunca vi homens e mulheres a sofrer na cadeia da vila por não quererem trabalhar de sol a sol.
Eu nunca soube de alentejanos presos, às ranchadas, por se encontrarem a cantar na rua.
Eu nunca assisti a umas eleições falsificadas, nunca vi uma manifestação espontânea ser reprimida por cavalaria à sabrada;
eu nunca senti os tiros a chicotearem pelas paredes de Lisboa, em Alfama, durante o Primeiro de Maio.
Eu nunca assisti a um comício interrompido, um colóquio desconvocado, uma sessão de cinema proibida.
Eu nunca presenciei a invasão dum cineclube de jovens com roubo de ficheiros, gente ameaçada, cartazes arrancados.
Eu nunca soube do assalto à Sociedade Portuguesa de Escritores, da prisão dos seus dirigentes.
Eu nunca soube da lei do silêncio e da damnatio memoriae que impendia sobre os mais prestigiados intelectuais do meu país.
Eu nunca fui confrontado quotidianamente com propaganda do estado corporativo e nunca tive de sofrer as campanhas de mentalização de locutores, escribas e comentadores da Rádio e da Televisão.
Eu nunca me dei conta de que houvesse censura à imprensa e livros proibidos.
Eu nunca ouvi dizer que tinha havido gente assassinada nas ruas, nos caminhos e nas cadeias.
Eu nunca baixei a voz num café, para falar com o companheiro do lado.
Eu nunca tive de me preocupar com aquele homem encostado ali à esquina.
Eu nunca sofri nenhuma carga policial por reclamar «autonomia» universitária.
Eu nunca vi amigos e colegas de cabeça aberta pelas coronhas policiais.
Eu nunca fui levado pela polícia, num autocarro, para o Governo Civil de Lisboa por indicação de um reitor celerado.
Eu nunca vi o meu pai ser julgado por um tribunal de três juízes carrascos por fazer parte do «organismo das cooperativas», do PCP, com alguns comerciantes da Baixa, contabilistas, vendedores e outros tenebrosos subversivos.
Eu nunca fui sistematicamente seguido por brigadas que utilizavam um certo Volkswagen verde.
Eu nunca tive o meu telefone vigiado.
Eu nunca fui impedido de ler o que me apetecia, falar quando me ocorria, ver os filmes e as peças de teatro que queria.
Eu nunca fui proibido de viajar para o estrangeiro.
Eu nunca fui expressamente bloqueado em concursos de acesso à função pública.
Eu nunca vi a minha vida devassada, nem a minha correspondência apreendida.
Eu nunca fui precedido pela informação de que não «oferecia garantias de colaborar na realização dos fins superiores do Estado».
Eu nunca fui objecto de comunicações «a bem da nação».
Eu nunca fui preso.
Eu nunca tive o serviço militar ilegalmente interrompido por uma polícia civil.
Eu nunca fui julgado e condenado a dois anos de cadeia por actividades que seriam perfeitamente quotidianas e normais noutro país qualquer;
Eu nunca estive onze dias e onze noites, alternados, impedido de dormir, e a ser quotidianamente insultado e ameaçado.
Eu nunca tive alucinações, nunca tombei de cansaço.
Eu nunca conheci as prisões de Caxias e de Peniche.
Eu nunca me dei conta, aí, de alguém que tivesse sido perseguido, espancado e privado do sono.
Eu nunca estive destinado à Companhia Disciplinar de Penamacor.
Eu nunca tive de fugir clandestinamente do país.
Eu nunca vivi num regime de partido único.
Eu nunca tive a infelicidade de conhecer o fascismo.



A Grã Bretanha deve redimir-se dos seus pecados na Palestina

Desde a Declaração Balfour em 1917, a Grã Bretanha tem negado ao nosso povo os seus direitos. Por Nabeel Shaath - 31 Oct 2012
Durante as últimas semanas, diplomatas britânicos disseram andar a fazer tudo para desencorajar o pedido palestino para obter o estatuto de «estado observador» no seio da Assembleia Geral das Nações Unidas. Se isto é a posição oficial britânica, então é repreensível ainda que não nos surpreenda.

Passaram noventa e cinco anos, desde o dia 2 de Novembro de 1917, em que se assinala o início do imperialismo britânico na Palestina, quando o Senhor Balfour, então o secretário estrangeiro britânico e anterior primeiro-ministro, enviou uma carta ao Barão de Rothschild, um dos dirigentes do movimento Sionista. Esta carta ficou conhecida como a «Declaração Balfour».

Nessa carta, Balfour promete o apoio britânico ao programa Sionista de estabelecer uma “casa nacional para o povo Judeu” na Palestina. Este compromisso de apoio foi feito sem consultar os habitantes indígenas cristãos e muçulmanos da Palestina, o povo palestino. E foi feito antes das tropas britânicas terem conquistado a terra.
Balfour, em nome da Grã-Bretanha, prometeu a Palestina – sobre a qual a Grã- Bretanha não tinha nenhum direito legal – a pessoas que nem viviam ali (da muito pequena comunidade de judeus palestinos em 1917, poucos eram Sionistas). E fê-lo com as piores das intenções: para desencorajar a imigração judaica para Grã-Bretanha. Não admira que o Lorde Montagu, o único membro judeu do gabinete, se opusesse à Declaração.
Mesmo assim, apenas dois anos antes, a Grã-Bretanha se tinha comprometido em ajudar a nação Árabe em alcançar a sua independência do Império Otomano. Combatentes árabes por toda a região, incluindo milhares de palestinos, lutaram pela sua liberdade, deixando que a Grã-Bretanha estabelecesse o seu mandato na Palestina.
Ler mais:
http://www.telegraph.co.uk/news/worldnews/middleeast/palestinianauthority/9645925/Britain-must-atone-for-its-sins-in-Palestine.html

Bobigny (França) - Inaugura rua com o nome de Mumia Abu-Jamal

O movimento de solidariedade com Mumia está mais forte
Por Linn Washington Jr.

A cidade Bobigny nos arredores de Paris inaugurou uma rua em homenagem Mumia Abu-Jamal algumas semanas atrás. Mumia fez chegar uma mensagem pré-gravada de apoio em francês fluente.  Ele aprendeu a língua durante as duas décadas, além de estar no corredor da morte, onde escreveu uma série de livros aclamados pela crítica. Abu-Jamal, agora a cumprir uma sentença de prisão perpétua, desde o seu afastamento do corredor da morte em Dezembro passado, tem o reconhecimento do seu nome rivalizando com atletas de primeira linha e artistas.

O tema de muitas obras-alguns perspicaz, alguns inflamatório-Abu-Jamal ganhou níveis de reconhecimento internacional que raramente, ou nunca, visto por um prisioneiro.  E mais de 30 anos depois de sua prisão em 09 de dezembro de 1981, que o apoio é tão forte como sempre tem sido.  Abu-Jamal, condenado por assassinato em primeiro grau na morte de Filadélfia Policial Daniel Faulkner, inspirou milhões em todo o mundo, de Berlim para Brasil, Geórgia para Gana, que reunir regularmente em seu nome exigindo que ele receber lançamento ou um novo julgamento .

Lanquiray Painemal, do Chile, estava entre os mais de 100 que participaram da cerimônia de Bobigny, onde uma faixa exigindo a libertação de Abu-Jamal estava pendurado. Ela disse que muitos em seu país consideram Abu-Jamal um combatente da liberdade por causa de sua defesa para o oprimido em toda parte.

"Ele é um exemplo para todos nós, porque ele continua a ser um ativista, mesmo depois de passar mais de 30 anos no inferno," disse o Dr. Claude Gillaumaud, professor na França, que serviu como um tradutor durante a cerimônia de Bobigny.  Ela escreveu a biografia de 2007 Abu-Jamal, como um homem livre no corredor da morte, que foi publicado na França.

Para mim, tem sido tão incrível ver o crescimento mundial do "Movimento Mumia 'como tem sido angustiante para testemunhar a politizar solidificado da" Matéria Mumia na Filadélfia.  Eu trabalhei como repórter com Abu-Jamal antes de sua prisão de 1981. Eu tenho acompanhado o seu caso de perto desde então, incluindo viagens ao exterior para pesquisa e relatório sobre o Movimento Mumia.

 O fato de que nossos tribunais têm rejeitado todos os desafios para provas de sua culpa alimentou perguntas por milhões em todo o mundo sobre a justiça fundamental neste caso controverso.
 Abu-Jamal "tocou um acorde com muitas críticas de espírito alemães", ativista Annette Schiffmann me disse em 2009, ela escreveu um artigo examinar por que os alemães apoiar Abu-Jamal e preso nativo americano ativista Leonard Peltier. "A julgar do nosso passado", Schiffmann escreveu, "nós poderia imaginar muito bem como a repressão política e racismo nos tribunais tinha trabalhado" contra Abu-Jamal.
...
Dada a recepção fria de ombros tribunais americanos têm dado apelos Abu-Jamal, é irônico que a rua que leva seu nome em Bobigny corre ao lado de um edifício do tribunal.

 Ainda assim, muitos na Filadélfia demitir distantes Abu-Jamal partidários como tolos que deixam de ficção de sua perseguição afirmou trunfo o fato de que ele é um assassino devidamente condenado e sentenciado à prisão. Muitas dessas mesmas pessoas também estão convencidos de que ele tinha estatura mínima como um repórter antes de sua prisão de 1981.

 O primeiro prêmio que Abu-Jamal recebeu por seu trabalho de jornalismo veio em julho de 1977, quando ele era um dos sete repórteres reconhecida por oferecer "informação necessária nestes tempos críticos" por uma coalizão de grupos comunitários. Eu sei que Abu-Jamal ganhou esse prêmio, porque eu era uma dessas oito premiados.

É um artigo de fé entre Abu-Jamal detratores que este detento recebe pouco apoio em sua cidade natal. Esta "fé" rejeita a existência da Filadélfia fundada / sediada organização no centro do movimento mundial de Abu-Jamal: os amigos internacionais interessadas e Família de Mumia Abu-Jamal.

 Curiosamente, alguns dos críticos mais severos de Abu-Jamal ter sido passional em expor as injustiças sofridas por outros detentos, mesmo indo tão longe como a tomada de posições de princípio de luta para as pessoas que não negam a sua culpa, mas que são legalmente direito a isenção devido a erros processuais em suas convicções.
Enquanto Abu-Jamal ganhou batalhas vencedoras corações, até agora ele perdeu a guerra para as mentes dos juízes.  Uma coisa certa sobre o caso é que a controvérsia, sem dúvida, a raiva por anos.

Demitry Lapidus, um estudante na London School of Economics prestígio, chamou os desastres que cercam convicção de Abu-Jamal "vergonhoso" durante uma entrevista de Londres em novembro passado.  "Eu sou da Rússia, e isso me deixa triste ver presos políticos em os EUA o mesmo que na Rússia".
Linn Washington Jr. é um colunista de A Tribuna Filadélfia e professor de jornalismo na Universidade de Temple.

Este Orçamento não passará !

O Colectivo Mumia Abu-Jamal face à catástrofe social que se advinha devido ao orçamento 2013, caso passe na Assembleia da República, não pode deixar de repudiar um orçamento que faz um ataque desbragado  aos sectores como a educação, a saúde, e a segurança social , rubricas que vêm reduzidas substancialmente a atribuição de valores.
Valores que são encaminhados para a banca parasitária e para áreas como a administração interna e ministério da defesa, reforçando o aparelho repressivo para reprimir um povo cada vez mais faminto .
Por tudo isto não só estaremos presentes, como conclamamos todos a participarem neste protesto em s. Bento e noutros que se avizinham .
Cartaz de Luis Alves                                       

Robert King Receives Honorary Doctor of Laws Degree from Anglia Ruskin University in Cambridge, England

Robert King and Professor Michael Thorne, Vice Chancellor of Anglia Ruskin University
 
On Tuesdy Oct. 9, Robert King received an honorary Doctor of Laws degree from Anglia Ruskin University in Cambridge, United Kingdom, for his achievements as a civil rights campaigner (view reports by the BBC and Cambridge News). At the bottom of this email is the full text of the speech made by King at the ceremony, which moved the audience of over 2,000 to a standing ovation.

While in the UK, King will also be appearing at other events, including:

--Caged in the USA: What will happen to individuals if extradited to the US?, in London, on October 18, at 7pm, organized by Cage Prisoners (read more here).

--Screening of In the Land of the Free, about the Angola 3, in London, on October 16, at 7pm (read more here).
King will also be speaking in Chicago on November 9 (more info soon).

RELATED: HRC Coverage of September 18 Rally and Hearing Against Solitary in Philadelphia, PA, with Robert King


Robert King's Autobiography Expanded and Updated





Featuring a new foreword by Mumia Abu-Jamal, PM Press has just released a new paperback edition of Robert King's award-winning autobiography-- first published in 2008.

King's book is described as "a story of inspiration and courage, and the triumph of the human spirit. The conditions in Angola almost defy description, yet King never gave up his humanity, or the work towards justice for all prisoners that he continues to do today. From the Bottom of the Heap, so simply and humbly told, strips bare the economic and social injustices inherent in our society, while continuing to be a powerful literary testimony to our own strength and capacity to overcome."

Read more about it
here.
Louisiana Premiere of Herman's House the Film
The new film by Angad Bhalla, documenting the collaborative project between Herman Wallce, of the Angola 3, and artist Jackie Sumell, will be shown at the New Orleans Film Festival on Oct. 14 & 15 (buy tickets here).

The film's announcement says: "The injustice of solitary confinement and the transformative power of art are explored in Herman's House a feature documentary that follows the unlikely friendship between a New York artist and one of America's longest serving solitary prisoners as they collaborate on an acclaimed art project."

ACED, questiona direitos cívicos e políticos em Portugal

Relatório da ACED sobre direitos cívicos e políticos em Portugal

 
Em Portugal ocorrem fenómenos inexplicados, como uma baixíssima taxa de participação política e cívica, um sistema judicial em si mesmo reconhecidamente obstáculo ao desenvolvimento, ausência de debate político transparente e eficaz sobre o disfuncionamento da justiça, medo dos cidadãos perante os tribunais cujas decisões são frequentemente incompreensíveis para os envolvidos e por vezes escandalosamente injustas, os mais altos procuradores da república dispõe-se a revelar publicamente a sua impotência para descobrir crimes praticados no seio da sua instituição – como fugas ao segredo de justiça – ou das polícias que tutelam – como as escutas – e, ao mesmo tempo, asseguram a ausência de crimes nas altas instâncias do Estado – como os de corrupção – contra os dados disponíveis e contra o parecer de senadores da política portuguesa. As dificuldades experimentadas em encontrar advogados capazes de se confrontarem com interesses dos poderes da banca, do Estado ou de figuras poderosas quando estes atacam simples cidadãos e as manobras de advogados em funções para evitarem indispor tais poderes em detrimento da defesa dos interesses dos respectivos constituintes, para não falar dos casos de extorsão dos constituintes em processo-crime, são outros sinais da irregularidade política e cívica da vida portuguesa.

ACAA -UE aprova acordo comercial com Israel como reconpensa aos crimes conta a humanidadee

Face aos recentes acordos comerciais entre a UE e Israel, o painel de deputados portugueses presente no parlamento europeu votou da seguinte forma: A favor estiveram os deputados Maria do Céu Padrão Neves, Paulo Rangel, Nuno Teixeira, José Manuel Fernandes, Regina Bastos, Maria da Graça Carvalho e Mário David - do PSD.
Carlos Coelho, também do PSD,  absteve-se.
Votaram contra Alda Sousa e Marisa Matias - do BE Inês Zuber e João Ferreira - da CDU, Rui Tavares - do grupo Verdes, Capoula Santos, Luis Paulo Alves, António Correia de Campos, Edite Estrela e Vital Moreira - do PS .
 
O posicionamento na votação dos deputados portugueses em particular dos representantes do PSD  diz bem de quanta é a hipócrisia que reina em gente sem escrúpulos que priviligiam um acordo comercial e o estreitamento de relações com o estado de Israel, país que diáriamente comete toda espécie de atropelos ás leis internacionais, sequestrando o povo da Palestina, sonegando as suas liberdades, prendendo e matando impunemente .
 
 
O acordo comercial ACAA entre a UE e Israel foi aprovado por 379 votos contra 230 - Como a UE recompensa os crimes contra a humanidade .

Criança de 12 anos detida pela polícia israelita 10 vezes em 3 anos


 
 Muslim Odeh, 12 anos, foi mais uma vez detido pela polícia anti-motins, que  o foi buscar a casa com cães, tirou-o da cama, vendou-lhe os olhos e submeteu-o a um interrogatório de várias horas, levando-o para uma prisão de Jerusalém. No caminho para a prisão, a criança foi espancada no estômago. Cada vez que o detém (a primeira vez foi aos 9 anos), a polícia acusa-o de atirar pedras e cocktails molotov, acusação que Muslim Odeh nega.

O Estado de Israel deteve mais de oito mil crianças na Cisjordânia e em Jerusalém Oriental desde 2000. 98% delas foram sujeitas a violência física e psicológica.
 

Colonos e soldados israelitas impedem a colheita de azeitona em Hebron



Apartheid em Israel, realidade ou desejos de alguns !?

A maior parte dos judeus de Israel apoiaria a implantação de um regime de
 apartheid em Israel se o país anexasse formalmente a Cisjordânia, revela uma sondagem noticiada pelo jornal Haaretz.
 
Colonato judeu na Cisjordânia
                               
                                   Colonato judeu na Cisjordânia (Laszlo Balogh/Reuter   
A sondagem apresenta outros dados que apontam que a maioria dos judeus de Israel defende a discriminação contra os cidadãos árabes, escreve o jornal israelita.

Entre os inquiridos, 74% são a favor de estradas separadas para israelitas e palestinianos na Cisjordânia.

Mais de dois terços dos judeus israelitas dizem que devia ser negado o direito de voto aos 2,5 milhões de palestinianos que vivem naquele território ocupado. Um terço defende a criação de uma lei que impeça os árabes de Israel de votarem para o parlamento israelita, o Knesset.

Quando questionados sobre se os judeus deviam ser preferidos aos árabes na escolha para cargos na administração pública, 59% responderam afirmativamente; 49% disseram que os cidadãos judeus deviam ser tratados de uma melhor forma do que os árabes; 42% revelaram não querer vizinhos árabes a viver no mesmo prédio. O mesmo número respondeu que não quer os seus filhos a frequentar a mesma escola que as crianças árabes.

Mais de metade dos inquiridos (58%) acredita que Israel já tem práticas de apartheid contra os cidadãos árabes, enquanto 31% dizem não ser este o caso.

A sondagem foi conduzida pela empresa de estudos de opinião Dialog, sob encomenda do New Israel Fund, organização que, como lembra o jornal britânico Guardian, é acusada por alguns críticos de direita de ter uma agenda anti-sionista.

As perguntas foram redigidas por activistas pela paz e pelos direitos civis e feitas a 503 entrevistados.

A sondagem distingue os vários grupos na sociedade israelita – os seculares, os observantes, os religiosos, os ultra-ortodoxos e os ex-imigrantes soviéticos.

Os ultra-ortodoxos são aqueles com as posições mais radicais contra os palestinianos, com 83% dos inquiridos deste grupo a mostrarem-se de acordo com a segregação de estradas.

Gideon Levy, do Haaretz assina a notícia e um texto de opinião que comenta os resultados da sondagem. O conhecido jornalista diz que este estudo mostra uma fotografia da sociedade israelita e que a imagem “é muito, muito doente”.

“Já não são só os críticos israelitas e os estrangeiros que o dizem. Agora são os próprios israelitas que se definem abertamente, sem vergonha e sem culpa, como nacionalistas racistas”, escreve Levy.

Para Gideon Levy, ao responderem desta forma, os israelitas estão a afirmar: “Somos racistas, praticamos o apartheid e até queremos viver num estado de apartheid. Sim, isto é Israel”.

B.rro de Santa Filomena (Amadora): iminência de novas demolições que degradarão a vida de dezenas de pessoas


25 de Setembro
O Colectivo Habita e a Comissão de Moradores/as do Bairro de Sta Filomena vêm por este meio denunciar e manifestar a sua preocupação com o processo de demolições que se prepara para recomeçar. Novamente, as famílias começaram a ser chamadas ao atendimento social da Câmara. A autarquia convocou-as para um atendimento individualizado, com a presença de representantes do ACIDI e da embaixada de Cabo Verde, para dizer que nada têm para oferecer: não lhes é apresentada qualquer solução mas é-lhes exigido que abandonem as suas casas rapidamente. A Câmara e o ACIDI assumem que o destino destas famílias, a sua integridade e segurança bem como os seus direitos não têm qualquer importância.

 
A situação concreta das famílias em causa é preocupante: fora do PER estão no total uma centena de agregados familiares, representando umas 380 pessoas entre as quais pelo menos 105 crianças e jovens de menos de 18 anos, mais de 80 pessoas estão desempregadas, pelo menos 14 pessoas que sofrem de invalidez permanente, deficiência ou doença crónica. Também incluem muitas famílias monoparentais, a maior parte compostas por uma mãe e seus filhos/as. A média dos rendimentos está a volta de 250€, 300€ por mês.

É preocupante também o facto de estarmos no período de Outono/ Inverno em que as condições meteorológicas são mais adversas; assim como a existência de várias crianças que já iniciaram o ano escolar e se vêm agora ameaçadas de despejo sem alternativas, atentando contra os seus mais elementares direitos, provocando uma instabilidade prejudicial e inaceitável.

Relembramos que todas as famílias desalojadas na primeira fase não viram até hoje qualquer tipo de apoio e vivem em condições degradantes, incertas, que não respeitam a sua dignidade e segurança.

Se a Autarquia e o Governo não têm, ou não querem ter, programas e alternativas para as pessoas que não conseguem aceder ao mercado livre de habitação, então é necessário que suspendam o processo de demolições e despejos em curso. O critério de constar num recenseamento de há 20 anos atrás (PER, 1993) está ultrapassado e é inaceitável. A situação do país é grave e a das pessoas pior: os níveis de desemprego e de diminuição de rendimentos não podem ser acompanhados pela humilhação e indignidade do despejo sem que se assegure qualquer alternativa.



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Book Cites Sex Angle in Abu-Jamal Case

Review by Linn Washington Jr.

"Members of Philadelphia's criminal justice system brutally raped Veronica Jones -- literally and figuratively." To read the entire review click link:www.phillytrib.com/localopinion/item/6242-book-cites-sex-angle-in-abu-jamal-case.html


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