O Colectivo Mumia Abu-Jamal face à catástrofe social que se advinha devido ao orçamento 2013, caso passe na Assembleia da República, não pode deixar de repudiar um orçamento que faz um ataque desbragado aos sectores como a educação, a saúde, e a segurança social , rubricas que vêm reduzidas substancialmente a atribuição de valores.
Valores que são encaminhados para a banca parasitária e para áreas como a administração interna e ministério da defesa, reforçando o aparelho repressivo para reprimir um povo cada vez mais faminto .
Por tudo isto não só estaremos presentes, como conclamamos todos a participarem neste protesto em s. Bento e noutros que se avizinham .
 |
| Cartaz de Luis Alves |
 |
| Robert King and Professor Michael Thorne, Vice Chancellor of Anglia Ruskin University |
On Tuesdy Oct. 9, Robert King received an honorary Doctor of Laws degree from Anglia Ruskin University in Cambridge, United Kingdom, for his achievements as a civil rights campaigner (view reports by the BBC and Cambridge News). At the bottom of this email is the full text of the speech made by King at the ceremony, which moved the audience of over 2,000 to a standing ovation.
While in the UK, King will also be appearing at other events, including:
--Caged in the USA: What will happen to individuals if extradited to the US?, in London, on October 18, at 7pm, organized by Cage Prisoners (read more here).
--Screening of In the Land of the Free, about the Angola 3, in London, on October 16, at 7pm (read more here).
King will also be speaking in Chicago on November 9 (more info soon).
RELATED: HRC Coverage of September 18 Rally and Hearing Against Solitary in Philadelphia, PA, with Robert King
Robert King's Autobiography Expanded and Updated
Featuring a new foreword by Mumia Abu-Jamal, PM Press has just released a new paperback edition of Robert King's award-winning autobiography-- first published in 2008.
King's book is described as "a story of inspiration and courage, and the triumph of the human spirit. The conditions in Angola almost defy description, yet King never gave up his humanity, or the work towards justice for all prisoners that he continues to do today. From the Bottom of the Heap, so simply and humbly told, strips bare the economic and social injustices inherent in our society, while continuing to be a powerful literary testimony to our own strength and capacity to overcome."
Read more about it here.
|
Louisiana Premiere of Herman's House the Film
The new film by Angad Bhalla, documenting the collaborative project between Herman Wallce, of the Angola 3, and artist Jackie Sumell, will be shown at the New Orleans Film Festival on Oct. 14 & 15 (buy tickets here).
The film's announcement says: "The injustice of solitary confinement and the transformative power of art are explored in Herman's House a feature documentary that follows the unlikely friendship between a New York artist and one of America's longest serving solitary prisoners as they collaborate on an acclaimed art project."
|
Relatório da ACED sobre direitos cívicos e políticos em Portugal
Em Portugal ocorrem fenómenos inexplicados, como uma baixíssima taxa de participação política e cívica, um sistema judicial em si mesmo reconhecidamente obstáculo ao desenvolvimento, ausência de debate político transparente e eficaz sobre o disfuncionamento da justiça, medo dos cidadãos perante os tribunais cujas decisões são frequentemente incompreensíveis para os envolvidos e por vezes escandalosamente injustas, os mais altos procuradores da república dispõe-se a revelar publicamente a sua impotência para descobrir crimes praticados no seio da sua instituição – como fugas ao segredo de justiça – ou das polícias que tutelam – como as escutas – e, ao mesmo tempo, asseguram a ausência de crimes nas altas instâncias do Estado – como os de corrupção – contra os dados disponíveis e contra o parecer de senadores da política portuguesa. As dificuldades experimentadas em encontrar advogados capazes de se confrontarem com interesses dos poderes da banca, do Estado ou de figuras poderosas quando estes atacam simples cidadãos e as manobras de advogados em funções para evitarem indispor tais poderes em detrimento da defesa dos interesses dos respectivos constituintes, para não falar dos casos de extorsão dos constituintes em processo-crime, são outros sinais da irregularidade política e cívica da vida portuguesa.
Face aos recentes acordos comerciais entre a UE e Israel, o painel de deputados portugueses presente no parlamento europeu votou da seguinte forma: A favor estiveram os deputados Maria do Céu Padrão Neves, Paulo Rangel, Nuno Teixeira, José Manuel Fernandes, Regina Bastos, Maria da Graça Carvalho e Mário David - do PSD.
Carlos Coelho, também do PSD, absteve-se.
Votaram contra Alda Sousa e Marisa Matias - do BE Inês Zuber e João Ferreira - da CDU, Rui Tavares - do grupo Verdes, Capoula Santos, Luis Paulo Alves, António Correia de Campos, Edite Estrela e Vital Moreira - do PS .
O posicionamento na votação dos deputados portugueses em particular dos representantes do PSD diz bem de quanta é a hipócrisia que reina em gente sem escrúpulos que priviligiam um acordo comercial e o estreitamento de relações com o estado de Israel, país que diáriamente comete toda espécie de atropelos ás leis internacionais, sequestrando o povo da Palestina, sonegando as suas liberdades, prendendo e matando impunemente .
O acordo comercial ACAA entre a UE e Israel foi aprovado por 379 votos contra 230 - Como a UE recompensa os crimes contra a humanidade .
Muslim Odeh, 12 anos, foi mais uma vez detido pela polícia anti-motins, que o foi buscar a casa com cães, tirou-o da cama, vendou-lhe os olhos e submeteu-o a um interrogatório de várias horas, levando-o para uma prisão de Jerusalém. No caminho para a prisão, a criança foi espancada no estômago. Cada vez que o detém (a primeira vez foi aos 9 anos), a polícia acusa-o de atirar pedras e cocktails molotov, acusação que Muslim Odeh nega.
O Estado de Israel deteve mais de oito mil crianças na Cisjordânia e em Jerusalém Oriental desde 2000. 98% delas foram sujeitas a violência física e psicológica.
A maior parte dos judeus de Israel apoiaria a implantação de um regime de
apartheid em Israel se o país anexasse formalmente a Cisjordânia, revela uma sondagem noticiada pelo jornal Haaretz.
Colonato judeu na Cisjordânia (Laszlo Balogh/Reuter
A sondagem apresenta outros dados que apontam que a maioria dos judeus de Israel defende a discriminação contra os cidadãos árabes, escreve o jornal israelita.
Entre os inquiridos, 74% são a favor de estradas separadas para israelitas e palestinianos na Cisjordânia.
Mais de dois terços dos judeus israelitas dizem que devia ser negado o direito de voto aos 2,5 milhões de palestinianos que vivem naquele território ocupado. Um terço defende a criação de uma lei que impeça os árabes de Israel de votarem para o parlamento israelita, o Knesset.
Quando questionados sobre se os judeus deviam ser preferidos aos árabes na escolha para cargos na administração pública, 59% responderam afirmativamente; 49% disseram que os cidadãos judeus deviam ser tratados de uma melhor forma do que os árabes; 42% revelaram não querer vizinhos árabes a viver no mesmo prédio. O mesmo número respondeu que não quer os seus filhos a frequentar a mesma escola que as crianças árabes.
Mais de metade dos inquiridos (58%) acredita que Israel já tem práticas de apartheid contra os cidadãos árabes, enquanto 31% dizem não ser este o caso.
A sondagem foi conduzida pela empresa de estudos de opinião Dialog, sob encomenda do New Israel Fund, organização que, como lembra o jornal britânico Guardian, é acusada por alguns críticos de direita de ter uma agenda anti-sionista.
As perguntas foram redigidas por activistas pela paz e pelos direitos civis e feitas a 503 entrevistados.
A sondagem distingue os vários grupos na sociedade israelita – os seculares, os observantes, os religiosos, os ultra-ortodoxos e os ex-imigrantes soviéticos.
Os ultra-ortodoxos são aqueles com as posições mais radicais contra os palestinianos, com 83% dos inquiridos deste grupo a mostrarem-se de acordo com a segregação de estradas.
Gideon Levy, do Haaretz assina a notícia e um texto de opinião que comenta os resultados da sondagem. O conhecido jornalista diz que este estudo mostra uma fotografia da sociedade israelita e que a imagem “é muito, muito doente”.
“Já não são só os críticos israelitas e os estrangeiros que o dizem. Agora são os próprios israelitas que se definem abertamente, sem vergonha e sem culpa, como nacionalistas racistas”, escreve Levy.
Para Gideon Levy, ao responderem desta forma, os israelitas estão a afirmar: “Somos racistas, praticamos o apartheid e até queremos viver num estado de apartheid. Sim, isto é Israel”.
25
de Setembro
O
Colectivo Habita e a Comissão de Moradores/as do Bairro de Sta
Filomena vêm por este meio denunciar e manifestar a sua preocupação
com o processo de demolições que se prepara para recomeçar.
Novamente, as famílias começaram a ser chamadas ao atendimento
social da Câmara. A autarquia convocou-as para um
atendimento individualizado, com a presença de representantes
do ACIDI e da embaixada de Cabo Verde, para dizer que nada
têm para oferecer: não lhes é apresentada
qualquer solução mas é-lhes exigido que abandonem
as suas casas rapidamente. A Câmara e o ACIDI assumem
que o destino destas famílias, a sua integridade e segurança bem
como os seus direitos não têm qualquer importância.
A
situação concreta das famílias em causa é preocupante: fora do
PER estão no total uma centena de agregados familiares,
representando umas 380 pessoas entre as quais pelo menos 105 crianças
e jovens de menos de 18 anos, mais de 80 pessoas estão
desempregadas, pelo menos 14 pessoas que sofrem de invalidez
permanente, deficiência ou doença crónica. Também incluem muitas
famílias monoparentais, a maior parte compostas por uma mãe e seus
filhos/as. A média dos rendimentos está a volta de 250, 300
por mês.
É
preocupante também o facto de estarmos no período de Outono/
Inverno em que as condições meteorológicas são mais
adversas; assim como a existência de várias crianças que
já iniciaram o ano escolar e se vêm agora ameaçadas de despejo sem
alternativas, atentando contra os seus mais elementares
direitos, provocando uma instabilidade prejudicial e inaceitável.
Relembramos
que todas as famílias desalojadas na primeira fase não viram
até hoje qualquer tipo de apoio e vivem em condições
degradantes, incertas, que não respeitam a sua dignidade e
segurança.
Se
a Autarquia e o Governo não têm, ou não querem
ter, programas e alternativas para as pessoas que não
conseguem aceder ao mercado livre de habitação, então é
necessário que suspendam o processo de demolições e despejos em
curso. O critério de constar num recenseamento de há 20 anos atrás
(PER, 1993) está ultrapassado e é inaceitável. A situação do
país é grave e a das pessoas pior: os níveis de desemprego e de
diminuição de rendimentos não podem ser acompanhados pela
humilhação e indignidade do despejo sem que se assegure
qualquer alternativa.
|
|
Book Events Philadelphia, PA Book Signing and Reading Philadelphia October 20th, Saturday Black and Nobel Bookstore 1411 Erie Ave. (corner of Broad St. and Erie Ave.) 1 pm – 3 pm Discussion Valerie Jones Ramona Africa Michael Coard Hakim Hopkins Rachel Wolkenstein Readings by Veronica's Familyfor more information: 215.965.1559Philadelphia Tribune, Oct. 16th Book Cites Sex Angle in Abu-Jamal Case Review by Linn Washington Jr.
|
| Assine a petição pela libertação de Dirar
Abou Sisi, cidadão ucraniano raptado e torturado pela polícia israelita
|
Dirar Abou Sisi tem 43 anos e é de origem palestiniana. Foi raptado na Ucrânia em fevereiro de 2011 pelos serviços de informação israelitas. Está preso em Israel desde então, onde tem sido constantemente torturado. O seu estado de saúde é grave, mas os tratamentos médicos de que precisa são-lhe recusados.
Assine a petição pela sua libertação.
---------- Forwarded message ---------- From: redaction@europalestine.com <redaction@europalestine.com>
|
| De quantas calorias precisa um habitante
de Gaza para não morrer de fome?
|

A jornalista
israelita Amira Hass denuncia o racionamento da popula-
ção de Gaza no diário Haaretz.
Amira Hass explica que o COGAT (Coordinator of Government Activities
in the Territories) baseou os seus cálculos num modelo formulado pelo
ministro da Saúde segundo o consumo médio dos israelitas, embora os
números tenham sido ajustados à cultura e à experiência próprios de
Gaza.
As « linhas vermelhas » do documento analisado pela jornalista foram
redigidas quatro meses após o agravamento do bloqueio por Ehud Olmert
, em Setembro de 2007,sobre as pessoas e as mercadorias para e fora
de Gaza. Elas indicam: o movimento das mercadorias em Gaza será
restrito, o fornecimento de gás e de electricidade será reduzido, e
serão impostas restrições de deslocamento às pessoas de Gaza e às do
Para além disso, as exportações provenientes de Gaza serão totalmente
proibidas. Mas,
acrescenta a resolução, essas restrições terão de ser adaptadas de forma a
evitar uma
crise humanitária.
As linhas vermelhas do documento calculam por conseguinte o número
mínimo de calorias
necessário segundo a idade e o sexo para determinar a quantidade alimentar básica que deve ser destinada diariamente à faixa de Gaza, assim como o número de camiões
necessários para transportar essa quantidade. [...]
Os redactores das « linhas vermelhas » sublinhavam por outro lado que
a quantidade
de fruta e legumes que Gaza pode produzir para o seu consumo próprio deveria
diminuir de 1000 toneladas por dia para 500 nos meses seguintes, devido à proibição
de os habitantes de Gaza
importarem sementes e outras matérias-primas necessárias
à agricultura, assim como à proibição de exportarem produtos a partir da faixa
de Gaza. Previa-se o mesmo destino para a indústria das aves.
Fonte : CAPJPO-EuroPalestine, 18.10.2012,
a partir do artigo de Amira Hass no Haaretz
|
Texto do apelo:
É cada vez mais evidente - a não ser para um governo que segue fanaticamente, e sem olhar a meios, o programa da Troika - que este caminho não nos serve. Temos saído repetidamente à rua para exigir que sejamos ouvidos, para mostrar que estamos indignados com tanta insensibilidade social e com tantos jogos políticos que conduzem sempre ao mesmo resultado: mais pobreza, mais desemprego, mais precariedade, mais desigualdade social, mais austeridade, menos futuro! Saímos à rua por
que é nela que mora a última esperança de liberdade quando os governos se tornam cegos, surdos e mudos face às justas exigências de igualdade e justiça social. Saímos à rua porque estes governos apenas se preocupam com a aplicação suicida de políticas pensadas para proteger os mais ricos e os interesses financeiros. Voltaremos a sair à rua em Portugal, em Espanha, na Grécia e em tantos outros lugares pelas mesmas razões essenciais: queremos uma economia virada para as pessoas, uma democracia com direitos para todos e todas sem discriminações e um planeta onde possamos coexistir de forma sustentável e cooperante.
Se o povo quiser, o povo decide, por isso vamos para a rua a 15 de Outubro dizer de forma clara e definitiva que recusamos o retrocesso social imposto, que este não é o caminho e que queremos uma vida digna. Queremos recuperar a nossa responsabilidade sobre o nosso futuro. Governo para a rua já!
Em Portugal, como em Espanha, cerquemos o Parlamento!
 |
|
Taksim square, Istanbul. October 4th,
19:30 |
What's happening in
Turkey?
Months-lasting efforts of imperialism bore fruit. Practically in the
night of October 3rd and formally in the morning of October
4th, Turkey declared war on Syria.
There were numerous peace
demonstrations all around Turkey in the afternoon of October 4th. In
Ankara, some one thousand protesters were attacked by the
police with teargas and pressurized water.
In the Taksim Square, Istanbul, thousands of people gathered upon the
call of socialist parties. The call was
further supported by many groups including women's movements, LGBT organizations
and popular student movements. The main slogan of the demonstration was “We will
not be the soldiers of imperialism. We will stop AKP's war
policies.”
The demonstrators stated
that they do not want a “war government”. They argue that the recent Akçakale
incident happened due to AKP's war policy. As was highlighted by Patrick Cockburn in
The Independent, the protesters also state that AKP “has become the chief
instrument of American policy towards Syria in the past
year.”
Facts and Non-facts
.On October 3rd, the bordering
town Akçakale
was hit by a shell coming
from t he Syrian side, killing 5 people.
.Contrary to the organized misinformation,
it is not yet known whether a howitzer or a cannon shot the town.* While the Free Syrian Army (FSA) might
also have howitzers, mass media declares it to be a cannon shell and therefore
originating from the Syrian government forces. The question of creating an
excuse for the invasion was addressed by an opposition parliamentarian, İlhan
Cihaner.*
The Syrian Information Ministry stated that they started an
investigation on the source of the gunfire, sending their condolences to the
family and friends of “the martyrs”.
.The US immediately condemned the incident.
NATO declared that it clearly takes side with Turkey.* Russian Foreign Ministry demanded Syria
to admit that it was an accident and to apologize, yet reminded that the Western
countries did not condemn the recent terrorist attacks in Syria.*
.While the Turkish army stroke Syrian targets the whole night, the AKP
government prepared a bill for the authorization of cross-border military
action.
.The parliament approved the authorization
by 320 to 129. The bill was supported by the nationalist party, MHP. As the
Turkish parliament has 549 seats, this means that a considerable
number of the Yes camp decided to stay away.
.The authorization is for one year and it
authorized the Turkish army to be sent and assigned to “foreign countries”, not
necessarily restricting the actions to Syria.* This caused controversies in the
parliament.
.The parliamentary discussions were closed to media and public
attendance. The government MP Nurettin Canikli asked to the opposition whether
they are on Assad's side or on Turkey's side. The opposition MP Muharrem Ince
responded “To hell with Assad” and added: “Are you on Turkey's side or on
Obama's side?”
 |
| NOT MY
WAR! |
.Selahattin Demiraş from BDP, the most
radical left-wing party in the parliament at the moment, commented that the
Akçakale incident seemed like a hurriedly organized massacre to legitimize
attacks on Syria.*
Political
background
The locals from
Samandağ have been disgruntled.
Peace demonstrations in the region were oppressed by local authorities
on the ground that they could not
protect the demonstrators from FSA militants. It was further
observed by the
locals that the so-called Syrian dissenters included militants of Al-Qaeda,
Taliban and the Muslim brotherhood. The locals also spotted another group called
“The Soldiers of Damascus”, which is a hired army controlled by the Turkish
government. They further reported their concerns about
blond, blue-eyed English-speaking men swarming around like inspectors.
As was observed in the last crisis in June when a Turkish aircraft
was claimed to be shot down by Syria, the propaganda of the Turkish government
did not suffice to form public consent for another war.
Yet the ruling class in
Turkey has already made its mind to make Turkey an active regional leader
in the Middle East; the translation of which to our language is that Turkish
government would play a leading role on behalf of imperialism, instead of being
a passive country that just allowed soldiers pass its land, as it has
been in the Iraq war. If this is what is meant
by “development”; yes, Turkey
has developed quite a lot.