Assine a petição pela libertação de Dirar Abou Sisi, cidadão ucraniano raptado e torturado pela polícia israelita
| Assine a petição pela libertação de Dirar Abou Sisi, cidadão ucraniano raptado e torturado pela polícia israelita |
Dirar Abou Sisi tem 43 anos e é de origem palestiniana. Foi raptado na Ucrânia em fevereiro de 2011 pelos serviços de informação israelitas. Está preso em Israel desde então, onde tem sido constantemente torturado. O seu estado de saúde é grave, mas os tratamentos médicos de que precisa são-lhe recusados. Assine a petição pela sua libertação. ---------- Forwarded message ---------- From: redaction@europalestine.com <redaction@europalestine.com> |
| De quantas calorias precisa um habitante de Gaza para não morrer de fome? |
A jornalista
israelita Amira Hass denuncia o racionamento da popula-
ção de Gaza no diário Haaretz.
Amira Hass explica que o COGAT (Coordinator of Government Activities in the Territories) baseou os seus cálculos num modelo formulado pelo ministro da Saúde segundo o consumo médio dos israelitas, embora os
números tenham sido ajustados à cultura e à experiência próprios de
Gaza.
As « linhas vermelhas » do documento analisado pela jornalista foram redigidas quatro meses após o agravamento do bloqueio por Ehud Olmert
, em Setembro de 2007,sobre as pessoas e as mercadorias para e fora
de Gaza. Elas indicam: o movimento das mercadorias em Gaza será
restrito, o fornecimento de gás e de electricidade será reduzido, e
serão impostas restrições de deslocamento às pessoas de Gaza e às do
exterior.
Para além disso, as exportações provenientes de Gaza serão totalmente
proibidas. Mas,
acrescenta a resolução, essas restrições terão de ser adaptadas de forma a
evitar uma
crise humanitária.
As linhas vermelhas do documento calculam por conseguinte o número
mínimo de calorias
necessário segundo a idade e o sexo para determinar a quantidade alimentar básica que deve ser destinada diariamente à faixa de Gaza, assim como o número de camiões
necessários para transportar essa quantidade. [...]
Os redactores das « linhas vermelhas » sublinhavam por outro lado que
a quantidade
de fruta e legumes que Gaza pode produzir para o seu consumo próprio deveria
diminuir de 1000 toneladas por dia para 500 nos meses seguintes, devido à proibição
de os habitantes de Gaza
importarem sementes e outras matérias-primas necessárias
à agricultura, assim como à proibição de exportarem produtos a partir da faixa
de Gaza. Previa-se o mesmo destino para a indústria das aves.
Fonte : CAPJPO-EuroPalestine, 18.10.2012,
a partir do artigo de Amira Hass no Haaretz
|
Texto do apelo:
É cada vez mais evidente - a não ser para um governo que segue fanaticamente, e sem olhar a meios, o programa da Troika - que este caminho não nos serve. Temos saído repetidamente à rua para exigir que sejamos ouvidos, para mostrar que estamos indignados com tanta insensibilidade social e com tantos jogos políticos que conduzem sempre ao mesmo resultado: mais pobreza, mais desemprego, mais precariedade, mais desigualdade social, mais austeridade, menos futuro! Saímos à rua por
que é nela que mora a última esperança de liberdade quando os governos se tornam cegos, surdos e mudos face às justas exigências de igualdade e justiça social. Saímos à rua porque estes governos apenas se preocupam com a aplicação suicida de políticas pensadas para proteger os mais ricos e os interesses financeiros. Voltaremos a sair à rua em Portugal, em Espanha, na Grécia e em tantos outros lugares pelas mesmas razões essenciais: queremos uma economia virada para as pessoas, uma democracia com direitos para todos e todas sem discriminações e um planeta onde possamos coexistir de forma sustentável e cooperante.
Se o povo quiser, o povo decide, por isso vamos para a rua a 15 de Outubro dizer de forma clara e definitiva que recusamos o retrocesso social imposto, que este não é o caminho e que queremos uma vida digna. Queremos recuperar a nossa responsabilidade sobre o nosso futuro. Governo para a rua já!
Em Portugal, como em Espanha, cerquemos o Parlamento!
The Imperialist Intervention in Syria to Launch Officially: Turkey Authorizes Military Action in Syria
Months-lasting efforts of imperialism bore fruit. Practically in the night of October 3rd and formally in the morning of October 4th, Turkey declared war on Syria.
There were numerous peace demonstrations all around Turkey in the afternoon of October 4th. In Ankara, some one thousand protesters were attacked by the police with teargas and pressurized water.
In the Taksim Square, Istanbul, thousands of people gathered upon the call of socialist parties. The call was further supported by many groups including women's movements, LGBT organizations and popular student movements. The main slogan of the demonstration was “We will not be the soldiers of imperialism. We will stop AKP's war policies.”
The demonstrators stated that they do not want a “war government”. They argue that the recent Akçakale incident happened due to AKP's war policy. As was highlighted by Patrick Cockburn in The Independent, the protesters also state that AKP “has become the chief instrument of American policy towards Syria in the past year.”
Facts and Non-facts
.On October 3rd, the bordering town Akçakale was hit by a shell coming from t he Syrian side, killing 5 people.
.Contrary to the organized misinformation, it is not yet known whether a howitzer or a cannon shot the town.* While the Free Syrian Army (FSA) might also have howitzers, mass media declares it to be a cannon shell and therefore originating from the Syrian government forces. The question of creating an excuse for the invasion was addressed by an opposition parliamentarian, İlhan Cihaner.* The Syrian Information Ministry stated that they started an investigation on the source of the gunfire, sending their condolences to the family and friends of “the martyrs”.
.The US immediately condemned the incident. NATO declared that it clearly takes side with Turkey.* Russian Foreign Ministry demanded Syria to admit that it was an accident and to apologize, yet reminded that the Western countries did not condemn the recent terrorist attacks in Syria.*
.While the Turkish army stroke Syrian targets the whole night, the AKP government prepared a bill for the authorization of cross-border military action.
.The parliament approved the authorization by 320 to 129. The bill was supported by the nationalist party, MHP. As the Turkish parliament has 549 seats, this means that a considerable number of the Yes camp decided to stay away.
.The authorization is for one year and it authorized the Turkish army to be sent and assigned to “foreign countries”, not necessarily restricting the actions to Syria.* This caused controversies in the parliament.
.The parliamentary discussions were closed to media and public attendance. The government MP Nurettin Canikli asked to the opposition whether they are on Assad's side or on Turkey's side. The opposition MP Muharrem Ince responded “To hell with Assad” and added: “Are you on Turkey's side or on Obama's side?”
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| NOT MY WAR! |
.Selahattin Demiraş from BDP, the most radical left-wing party in the parliament at the moment, commented that the Akçakale incident seemed like a hurriedly organized massacre to legitimize attacks on Syria.*
For a long time, the
camps the Turkish government established for Syrian refugees were highly
controversial. Especially Apaydın Accommodation Facilities
near Antioch, where the militants of FSA are sheltered, raised public concern
and heavy criticism. Parliamentarians and journalists
were not allowed to visit the camp. It was claimed that
Syrian rebels were working in
collaboration with Turkey. This claim was later
confirmed by a commander of FSA, who said they were receiving battle trainings on the
Turkish border.
The locals from Samandağ have been disgruntled. Peace demonstrations in the region were oppressed by local authorities on the ground that they could not protect the demonstrators from FSA militants. It was further observed by the locals that the so-called Syrian dissenters included militants of Al-Qaeda, Taliban and the Muslim brotherhood. The locals also spotted another group called “The Soldiers of Damascus”, which is a hired army controlled by the Turkish government. They further reported their concerns about blond, blue-eyed English-speaking men swarming around like inspectors.
As was observed in the last crisis in June when a Turkish aircraft was claimed to be shot down by Syria, the propaganda of the Turkish government did not suffice to form public consent for another war.
Yet the ruling class in
Turkey has already made its mind to make Turkey an active regional leader
in the Middle East; the translation of which to our language is that Turkish
government would play a leading role on behalf of imperialism, instead of being
a passive country that just allowed soldiers pass its land, as it has
been in the Iraq war. If this is what is meant
by “development”; yes, Turkey
has developed quite a lot.
Por Noam Chomsky
Não é fácil mudar de pele e tentar ver o mundo de forma diferente daquela que nos é apresentada dia após dia. Mas é útil experimentar. Vejamos alguns exemplos.
Os tambores da guerra soam cada vez mais forte sobre Irão. Imaginem esta situação totalmente inversa:
O Irão está a empreender uma guerra mortífera e destrutiva de «baixo nível» contra Israel com uma grande força de participação. Os seus dirigentes anunciam que as negociações não levam nenhures. Israel recusa-se em assinar o Tratado de não proliferação e permite uma inspecção, tal como o fez o Irão. Israel continua em desafiar o esmagador pedido internacional por uma zona livre de armas nucleares na região. Por todas partes, o Irão goza do apoio do seu protector todo-poderoso.
Portanto, os dirigentes iranianos estão a anunciar a sua intenção de bombardear Israel e proeminentes analistas militares iranianos informam que o ataque pode acontecer antes das eleições nos E.U.·
O Irão pode utilizar a sua potente força aérea e os novos submarinos enviados pela Alemanha, armados com mísseis nucleares e estacionados na costa de Israel. Independentemente da agenda, o Irão está a contar com o seu todo-poderoso apoiante para juntar-se ou até dirigir a agressão. Leon Panetta, secretário da defesa dos E.U., diz que enquanto não favorecemos um tal ataque, o Irão, enquanto país soberano, agirá segundo os seus interesses.
Claro que tudo isto é inimaginável, ainda que esteja a acontecer de facto, mas com uma repartição de papéis inversa. Certo, as analogias nunca são exactas, e estas são injustas para com o Irão.
Tal como o seu protector, Israel recorre à violência tanto quanto lhe apraz. Persiste em construir colónias ilegais em território ocupado, alguns territórios anexados, tudo isto desafiando as leis internacionais e o Conselho de Segurança da ONU desavergonhadamente. Repetidamente, levou a cabo ataques brutais contra o Líbano e as pessoas encarceradas em Gaza, matando dezenas de milhares sem pretexto credível.
Há trinta anos, Israel destruiu um reactor nuclear iraquiano, um acto que foi recentemente louvado, evitando a forte evidencia, mesmo por parte dos serviços de inteligência dos E.U., que o bombardeamento não acabou com o programa de armas nucleares de Saddam Hussein mas que lhe deu início. O bombardeamento do Irão poderia ter o mesmo resultado.
O Irão também levou a cabo agressões – mas durante cerca dos últimos cem anos, foi sob o regime do Xá, apoiado pelos E.U, quando conquistou ilhas árabes no Golfo Pérsico.
O Irão envolveu-se em programas de desenvolvimento nuclear sob o Xá, com o forte apoio oficial de Washington. O governo iraniano é brutal e repressivo, como o são os aliados de Washington na região. O aliado mais importante, a Arábia Saudita, é o mais extremista regime islâmico fundamentalista e gasta fundos enormes para espalhar as suas doutrinas radicais Wahhabistas noutros lugares. As ditaduras do Golfo, igualmente aliadas favorecidas pelos E.U., têm severamente reprimido qualquer esforço popular para se juntar à Primavera Árabe.
O Movimento dos Não Alinhados – os governos da maioria da população mundial – encontram-se agora em Teerão. O grupo tem defendido vigorosamente o direito do Irão em desenvolver o urânio enriquecido e alguns membros, a índia, por exemplo, adere apenas parcialmente e sem convicção ao duro programa de sanções dos E.U.
Os delegados do NAM reconhecem sem dúvidas a ameaça que domina a discussão no ocidente, lucidamente articulado por Gen. Lee Butler, anterior dirigente do Comando Estratégico dos E.U.: «é extremamente perigoso, no caldeirão das animosidades a que chamamos o Médio Oriente,» que uma nação se dote de armas nucleares, «inspirando outras nações a fazer o mesmo».
Butler não se está a referir ao Irão, mas sim a Israel, que é considerado pelos países Árabes e pela Europa como sendo o maior perigo para a paz no Mundo Árabe, sendo que os Estados Unidos se encontram em segundo lugar, enquanto o Irão, apesar de não ser apreciado, está longe de ser temido. O facto é que muitos inquéritos indicam que uma maioria considera que a região seria mais segura se o Irão tivesse armas nucleares para equilibrar as ameaças intuídas.
Se o Irão está de facto a encaminhar-se para ter armas nucleares – o que ainda é desconhecido pelos serviços secretos dos E.U – pode ser porque está a ser “inspirado para fazê-lo” pelas repetidas ameaças feitas pelos E.U. e Israel em violação explícita da Carta das N.U.
Por que razão será que o Irão é visto como a maior ameaça à paz mundial no discurso oficial do Ocidente? A razão primária é reconhecida pelo exército e serviços secretos dos E.U. e seus homólogos israelitas: o Irão poderia dissuadir o recurso ao uso da força pelos Estados Unidos e Israel.
Além de mais, o Irão tem de ser castigado pelo seu «desafio bem-sucedido», que era a acusação de Washington contra Cuba há meio século, e ainda a força orientadora para a agressão dos E.U. contra Cuba que continua apesar da condenação internacional.
Outros acontecimentos apresentados nas primeiras páginas também podem beneficiar de uma perspectiva diferente. Suponhamos que Julian Assange tenha divulgado documentos russos revelando informações importantes que Moscovo quisesse esconder do público e que as circunstancias fossem de outro modo idênticas.
A Suécia não teria dúvidas em perseguir a sua única preocupação anunciada, aceitando a oferta de interrogar Assange em Londres. Declararia que se Assange regressasse à Suécia (tal como aceitou fazer), não seria extraditado para a Rússia, onde as possibilidades de um julgamento justo seriam improváveis.
A Suécia seria honrada por este apoio exemplar. Assange seria louvado por realizar um serviço público – que, naturalmente, não evitaria a necessidade de tomar as acusações contra ele tão seriamente como em todos os casos semelhantes.
Aqui, as notícias proeminentes são as eleições nos E.U. Uma perspectiva adequada foi proporcionada pelo Tribunal Supremo de Justiça dos E.U. Louis Brandeis, que sustentou que «Podemos ter democracia neste país, ou podemos ter a riqueza concentrada nas mãos de uns quantos, mas não podemos ter ambos.»
Guiado por aquela ideia, a cobertura das eleições deveria centrar-se no impacto da riqueza na política, extensivamente analisada no estudo recente intitulado «Affluence and Influence: Economic Inequality and Political Power in América» por Martin Gilens. Este descobriu que a grande maioria é “impotente para configurar a política do governo” quando as suas preferências divergem da dos ricos, que no fundo obtêm o que querem quando lhes interessa.
Vem então uma pequena preciosidade, num recente ranking dos 31 membros da Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Económico - em termos de justiça social - os Estados Unidos encontram-se no 27º lugar, apesar das suas extraordinárias vantagens.
Ou que o tratamento racional dos assuntos tem a tendência para se evaporar durante a campanha eleitoral, por vezes em jeito de comédia.
Para dar um exemplo, Paul Krugman informa que o muito admirado Grande Pensador do Partido Republicano, Paul Ryan, declara que as suas ideias sobre o sistema financeiro derivam de uma personagem de um romance de fantasia – “Atlas Shrugged” – que reclama o uso de moedas de ouro em vez de papel.
Só nos resta tirar ilações de um realmente brilhante escritor, Jonathan Swift. Nas “Viagens de Gulliver”, os seus sábios de Lagado carregam todos os seus bens com eles em pacotes às costas, e portanto podiam utilizá-los como moeda de troca sem os entraves do ouro. Então a economia e a democracia poderiam verdadeiramente florescer – e melhor ainda, a desigualdade diminuiria bruscamente, uma dádiva para o espírito da Justiça Brandeis.
© 2012 Noam Chomsky
Tradução Ana da Palma do original
Por RDA69
Têm surgido em órgãos de comunicação social diversas referências ao RDA69, ao GAIA e aos Ritmos de Resistência, que atribuem a estas associações e aos seus associados qualificativos como “radicais violentos”, “activistas anarquistas” ou “militantes perigosos”. Este conjunto de peças jornalísticas – nomeadamente as publicadas no Diário de Notícias e no Correio da Manhã – veicula várias informações falsas, com o intuito de criar um clima alarmista e permitir uma escalada repressiva contra os movimentos sociais.
Rejeitamos o processo de criminalização de indivíduos e grupos que integram o amplo movimento de contestação à austeridade e ao processo de devastação social em curso. Responsabilizamos o Governo e os defensores das imposições da troika pelas situações de violência ocorridas nas ruas das nossas cidades ao longo do último ano e meio. Confrontadas com uma resistência generalizada e uma gigantesca contestação popular, as autoridades desenvolvem uma grosseira encenação, em busca de bodes expiatórios, de maneira a encobrir o facto de se ter tornado insustentável o que ainda há pouco era apresentado como inevitável. O seu desespero é já um sinal da nossa força.
Repudiamos todas as tentativas de atribuir a uns poucos o que é da responsabilidade de todos. Somos tão radicais como os tempos que correm e o nosso único crime é a determinação com que continuaremos a resistir a todas as formas de injustiça e opressão. Violento é o desemprego e a exploração. Violenta é a miséria e a emigração forçada. Violenta é a ordem social que contestamos e a repressão que a sustenta.
Que se lixe a troika, queremos as nossas vidas.
SUBSCRITORES:
ADRIANO JORDÃO – Taberneiro, ALEXANDRE ABREU – Investigador e professor, ALEXANDRE SOUSA CARVALHO, ÁLVARO CARVALHO – Funcionário público, ANA ALCÂNTARA – Historiadora, ANA LUÍSA RAPOSO – Neurocientista, ANA NUNES – Professora desempregada, ANA SILVA – Desempregada, ANA VIRTUOSO – Licenciada em história, ANDRÉ CARMO – Geógrafo, ANDRÉ STUDER FERREIRA – Advogado, ANTÓNIO CUNHA – Empregado de escritório, ANTÓNIO PEDRO DORES – Prof. Universitário, ANTÓNIO GUTERRES – Estudos urbanos, ANTÓNIO LOURENÇO – Antropólogo, dirigente associativo, activista, ANTÓNIO SUBTIL – PSICÓLOGO, BERNARDINO ARANDA – Gerente comercial e dirigente associativo, BRUNO CARACOL – pintor, BRUNO LAMAS – Arquitecto, BRUNO PEIXE DIAS – Investigador, CARLOS GUEDES, CATARINA LEAL, CATARINA SIMOES – Artista Visual, realizadora, CRISTINA NUNES – Socióloga, DÉLIO FIGUEIREDO – Professor Desempregado, DIANA DIONÍSIO, DIANA GONÇALVES TOMÁS – Tarefeira, ELISA MONTEIRO BASTO – Professora desempregada, ELISABETE MARTINS – Bolseira de Pós-Doutoramento, GONÇALO DUARTE DE MENEZES RODRIGUES PENA, GONÇALO ZAGALO – Investigador, GUALTER BAPTISTA – Investigador, activista, FERNANDO ALVES – sociólogo, FERNANDO ANDRÉ ROSA – Sociólogo, formador, FERNANDO RAMALHO – Músico, FERNANDO SOUSA, FLÁVIO TRINDADE – Sonoplasta, FRANCISCO NOREGA – Desempregado, FRANCISCO PEDRO – Jornalista, GOLGONA ANGHEL – Copista, HELENA MARIA SILVA de ALMEIDA – Psicóloga, INÊS CAMPOS – Bailarina, INÊS GALVÃO – Antropóloga, INÊS BRASÃO – Professora do ensino politécnico, socióloga, INÊS MENESES, ISABEL BRANCO PIRES – Docente e Dirigente Sindical, ISABEL SOARES – Eng.ª de energias renováveis, JÉRÔME LECAT – Arquitecto, JOANA M. FERNANDES – Jornalista, JOANA LOPES – Reformada, JOANA PEREIRA – Desempregada, JOANA SOUSA – Bolseira de investigação, JOÃO BERNARDO – Escritor, JOÃO FERREIRA – Técnico de reintrodução da águia pesqueira em Portugal, JOÃO NUNES DE ALMEIDA, JOÃO SOBRAL – Arquitecto, JOÃO VALENTE AGUIAR – Sociólogo, JOSÉ CANELAS – Prof. tecnologias de informação – JOSÉ BARBOSA – Engenheiro Aeroespacial, JOSÉ CARLOS DA CUNHA SILVA ANDRÉ – Designer gráfico, JOSÉ FERREIRA – Bolseiro de Investigação, JOSÉ NEVES – Historiador e prof. Universitário, JOSÉ NUNO MATOS – Investigador, bolseiro, JOSINA ALMEIDA – Contratada na função pública, JÚLIA VILHENA – Arquitecta, HELENA DIAS, HELENA MARIA SILVA DE ALMEIDA – Psicóloga, HELENA ROMÃO – Musicóloga, HENRIQUE GIL, LIA NOGUEIRA – Restauradora, LAURA MARQUES, guardadora de vacas, LUHUNA CARVALHO – Cineasta, LUIS BERNARDO – Investigador bolseiro, LUIS FERREIRA, LUÍS FILIPE RIBEIRO - técnico de gás(reformado), MAFALDA GASPAR – Técnica Superior na Administração Pública, MANUEL CANÁRIO – Emigrante, MANUEL CANELAS – Engenheiro Técnico, MARA SÉ – Engenheira do Ambiente, MARÇAL ANT.º DAS NEVES C. ALVES – Engenheiro Civil, MARCOS CARDÃO – Licenciado em História, MARCUS VEIGA – Management/Direcção artística, MARGARIDA MADUREIRA, MARIA DO MAR FAZENDA – Curadora e Crítica de Arte, MARIA EMÍLIA LIMA COSTA – Prof. Universitária, MARIA JOÃO M. PIRES, MARIA MIRE – Artista Plástica, MARIANA AVELÃS – Tradutora, MARIANA SANTOS – Performer, MARINA GOES, MARTA LANÇA – Jornalista e produtora cultural, MARTA OLIVEIRA – técnica de serviço social, desempregada, MATILDE ALMEIDA – Marketeer, MIGUEL CARDOSO – Precário, professor e tradutor, MIGUEL CARMO – Engenheiro do Ambiente, MIGUEL CASTRO CALDAS – Dramaturgo e ensaísta, MIGUEL LOURO – Freelancer, MIGUEL SERRAS PEREIRA – Tradutor, MIGUEL SILVA GRAÇA – Arquitecto, NATIVIDADE CORREIA – Professora, NUNO BELCHIOR – Agricultor, NUNO BIO – Consultor , NUNO SERRA – Economista, NOBER SANDERS, ODAIR AUGUSTO MONTEIRO, PATRÍCIA DIAS DA SILVA – Professora de Comunicação, PAULA PEREIRA, PAULA GIL – Precária, PAULO BORGES – Prof. Universitário, PEDRO CEREJO – Bolseiro de investigação/ Tradutor, PAULO COIMBRA, PAULO JORGE VIEIRA – Geógrafo e Ativista LBGT, PEDRO LIMA, PEDRO MOURA – Musico, PEDRO NEMROD, PEDRO RITA – Advogado, RICARDO CASTELO BRANCO – Arquivista, Desempregado, Ativista, RICARDO LOUREIRO – Sociólogo/Ativista, RICARDO MALCATA ALVES – Professor, RICARDO NORONHA – Historiador, RICARDO TOBIAS LIMA – Especialista de Informática, RICARDO VENTURA – Investigador, RITA DELGADO – Professora, RITA DUARTE – ESTUDANTE e VOLUNTÁRIA, RITA VELOSO, Professora Universitária, RUI DUARTE – Produtor, RUI RUIVO – Desempregado e Hortelão, SALOMÉ COELHO – Psicóloga/ Direcção da UMAR, SANDRA PAIVA, Gestão de projectos , SARA BAGINHA – Bancária, SARA BOAVIDA – Gestora de Projectos, SARA DELGADO, SÉRGIO LAVOS – blogger do Arrastão, SHAWN BERLIN, SÍLVIA SILVA, SOFIA YU – Fotógrafa documental, SUSANA DELGADO DOS SANTOS – Editora Júnior, TERESA MORAIS SILVA – Professora, TERESA SILVA – Gestora de projectos de voluntariado, TIAGO AVÓ – Investigador/Bolseiro, TIAGO MOTA SARAIVA – Arquiteto, TIAGO MENDES – Webdesigner, TITO TEIXEIRA, YOURI PAIVA.
SUBSCRIÇÕES COLECTIVAS:
ASSEMBLEIA POPULAR DA GRAÇA E ARREDORES, ASSOCIAÇÃO CONTRA A EXCLUSÃO PELO DESENVOLVIMENTO (ACED), CASA DA HORTA – ASSOCIAÇÃO CULTURAL, COLETIVO DE SOLIDARIEDADE MUMIA ABU-JAMAL (CMA-J), GAIA – GRUPO DE ACÇÃO E INTERVENÇÃO AMBIENTAL, GRUPO TRANSEXUAL PORTUGAL, EXÉRCITO DE DUMBLEDORE, EDIÇÕES ANTIPÁTICAS, INDIGNADOS DE LISBOA, LIBERDADE 365, MOVIMENTO SEM EMPREGO, PAGAN, PANTERAS ROSA – FRENTE DE COMBATE À LESBIGAYTRANSFOBIA, PROJECTO270, RDA69, REVISTA RUBRA, RITMOS DA RESISTÊNCIA, UMAR – UNIÃO DE MULHERES ALTERNATIVA E RESPOSTA, UNIPOP, UNCUT PORTUGAL.
O RDA69 deseja ainda agradecer a todos os colectivos, blogues e pessoas que se solidarizaram através de textos próprios ou através da divulgação do comunicado.
Pessoas e colectivos que desejem acrescentar o seu nome a esta lista contactem por favor o RDA69 através de rdanjos69@gmail.com colocando “comunicado” ou “subscrição” no assunto do e-mail.
Rejeitamos o processo de criminalização de indivíduos e grupos que integram o amplo movimento de contestação à austeridade e ao processo de devastação social em curso. Responsabilizamos o Governo e os defensores das imposições da troika pelas situações de violência ocorridas nas ruas das nossas cidades ao longo do último ano e meio. Confrontadas com uma resistência generalizada e uma gigantesca contestação popular, as autoridades desenvolvem uma grosseira encenação, em busca de bodes expiatórios, de maneira a encobrir o facto de se ter tornado insustentável o que ainda há pouco era apresentado como inevitável. O seu desespero é já um sinal da nossa força.
Repudiamos todas as tentativas de atribuir a uns poucos o que é da responsabilidade de todos. Somos tão radicais como os tempos que correm e o nosso único crime é a determinação com que continuaremos a resistir a todas as formas de injustiça e opressão. Violento é o desemprego e a exploração. Violenta é a miséria e a emigração forçada. Violenta é a ordem social que contestamos e a repressão que a sustenta.
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ADRIANO JORDÃO – Taberneiro, ALEXANDRE ABREU – Investigador e professor, ALEXANDRE SOUSA CARVALHO, ÁLVARO CARVALHO – Funcionário público, ANA ALCÂNTARA – Historiadora, ANA LUÍSA RAPOSO – Neurocientista, ANA NUNES – Professora desempregada, ANA SILVA – Desempregada, ANA VIRTUOSO – Licenciada em história, ANDRÉ CARMO – Geógrafo, ANDRÉ STUDER FERREIRA – Advogado, ANTÓNIO CUNHA – Empregado de escritório, ANTÓNIO PEDRO DORES – Prof. Universitário, ANTÓNIO GUTERRES – Estudos urbanos, ANTÓNIO LOURENÇO – Antropólogo, dirigente associativo, activista, ANTÓNIO SUBTIL – PSICÓLOGO, BERNARDINO ARANDA – Gerente comercial e dirigente associativo, BRUNO CARACOL – pintor, BRUNO LAMAS – Arquitecto, BRUNO PEIXE DIAS – Investigador, CARLOS GUEDES, CATARINA LEAL, CATARINA SIMOES – Artista Visual, realizadora, CRISTINA NUNES – Socióloga, DÉLIO FIGUEIREDO – Professor Desempregado, DIANA DIONÍSIO, DIANA GONÇALVES TOMÁS – Tarefeira, ELISA MONTEIRO BASTO – Professora desempregada, ELISABETE MARTINS – Bolseira de Pós-Doutoramento, GONÇALO DUARTE DE MENEZES RODRIGUES PENA, GONÇALO ZAGALO – Investigador, GUALTER BAPTISTA – Investigador, activista, FERNANDO ALVES – sociólogo, FERNANDO ANDRÉ ROSA – Sociólogo, formador, FERNANDO RAMALHO – Músico, FERNANDO SOUSA, FLÁVIO TRINDADE – Sonoplasta, FRANCISCO NOREGA – Desempregado, FRANCISCO PEDRO – Jornalista, GOLGONA ANGHEL – Copista, HELENA MARIA SILVA de ALMEIDA – Psicóloga, INÊS CAMPOS – Bailarina, INÊS GALVÃO – Antropóloga, INÊS BRASÃO – Professora do ensino politécnico, socióloga, INÊS MENESES, ISABEL BRANCO PIRES – Docente e Dirigente Sindical, ISABEL SOARES – Eng.ª de energias renováveis, JÉRÔME LECAT – Arquitecto, JOANA M. FERNANDES – Jornalista, JOANA LOPES – Reformada, JOANA PEREIRA – Desempregada, JOANA SOUSA – Bolseira de investigação, JOÃO BERNARDO – Escritor, JOÃO FERREIRA – Técnico de reintrodução da águia pesqueira em Portugal, JOÃO NUNES DE ALMEIDA, JOÃO SOBRAL – Arquitecto, JOÃO VALENTE AGUIAR – Sociólogo, JOSÉ CANELAS – Prof. tecnologias de informação – JOSÉ BARBOSA – Engenheiro Aeroespacial, JOSÉ CARLOS DA CUNHA SILVA ANDRÉ – Designer gráfico, JOSÉ FERREIRA – Bolseiro de Investigação, JOSÉ NEVES – Historiador e prof. Universitário, JOSÉ NUNO MATOS – Investigador, bolseiro, JOSINA ALMEIDA – Contratada na função pública, JÚLIA VILHENA – Arquitecta, HELENA DIAS, HELENA MARIA SILVA DE ALMEIDA – Psicóloga, HELENA ROMÃO – Musicóloga, HENRIQUE GIL, LIA NOGUEIRA – Restauradora, LAURA MARQUES, guardadora de vacas, LUHUNA CARVALHO – Cineasta, LUIS BERNARDO – Investigador bolseiro, LUIS FERREIRA, LUÍS FILIPE RIBEIRO - técnico de gás(reformado), MAFALDA GASPAR – Técnica Superior na Administração Pública, MANUEL CANÁRIO – Emigrante, MANUEL CANELAS – Engenheiro Técnico, MARA SÉ – Engenheira do Ambiente, MARÇAL ANT.º DAS NEVES C. ALVES – Engenheiro Civil, MARCOS CARDÃO – Licenciado em História, MARCUS VEIGA – Management/Direcção artística, MARGARIDA MADUREIRA, MARIA DO MAR FAZENDA – Curadora e Crítica de Arte, MARIA EMÍLIA LIMA COSTA – Prof. Universitária, MARIA JOÃO M. PIRES, MARIA MIRE – Artista Plástica, MARIANA AVELÃS – Tradutora, MARIANA SANTOS – Performer, MARINA GOES, MARTA LANÇA – Jornalista e produtora cultural, MARTA OLIVEIRA – técnica de serviço social, desempregada, MATILDE ALMEIDA – Marketeer, MIGUEL CARDOSO – Precário, professor e tradutor, MIGUEL CARMO – Engenheiro do Ambiente, MIGUEL CASTRO CALDAS – Dramaturgo e ensaísta, MIGUEL LOURO – Freelancer, MIGUEL SERRAS PEREIRA – Tradutor, MIGUEL SILVA GRAÇA – Arquitecto, NATIVIDADE CORREIA – Professora, NUNO BELCHIOR – Agricultor, NUNO BIO – Consultor , NUNO SERRA – Economista, NOBER SANDERS, ODAIR AUGUSTO MONTEIRO, PATRÍCIA DIAS DA SILVA – Professora de Comunicação, PAULA PEREIRA, PAULA GIL – Precária, PAULO BORGES – Prof. Universitário, PEDRO CEREJO – Bolseiro de investigação/ Tradutor, PAULO COIMBRA, PAULO JORGE VIEIRA – Geógrafo e Ativista LBGT, PEDRO LIMA, PEDRO MOURA – Musico, PEDRO NEMROD, PEDRO RITA – Advogado, RICARDO CASTELO BRANCO – Arquivista, Desempregado, Ativista, RICARDO LOUREIRO – Sociólogo/Ativista, RICARDO MALCATA ALVES – Professor, RICARDO NORONHA – Historiador, RICARDO TOBIAS LIMA – Especialista de Informática, RICARDO VENTURA – Investigador, RITA DELGADO – Professora, RITA DUARTE – ESTUDANTE e VOLUNTÁRIA, RITA VELOSO, Professora Universitária, RUI DUARTE – Produtor, RUI RUIVO – Desempregado e Hortelão, SALOMÉ COELHO – Psicóloga/ Direcção da UMAR, SANDRA PAIVA, Gestão de projectos , SARA BAGINHA – Bancária, SARA BOAVIDA – Gestora de Projectos, SARA DELGADO, SÉRGIO LAVOS – blogger do Arrastão, SHAWN BERLIN, SÍLVIA SILVA, SOFIA YU – Fotógrafa documental, SUSANA DELGADO DOS SANTOS – Editora Júnior, TERESA MORAIS SILVA – Professora, TERESA SILVA – Gestora de projectos de voluntariado, TIAGO AVÓ – Investigador/Bolseiro, TIAGO MOTA SARAIVA – Arquiteto, TIAGO MENDES – Webdesigner, TITO TEIXEIRA, YOURI PAIVA.
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Acerca dos projectos do governo sobre
crédito à habitação o coletivo Habita divulgou o comunicado seguinte
20 de
Setembro de 2012
Comunicado
n°9Estando a decorrer no Parlamento a discussão sobre o crédito à habitação, cuja votação se prevê para breve, o Habita – Colectivo pelo direito à habitação e à cidade, considera que o projecto de lei, apresentado a semana passada pelos partidos da coligação governamental (PSD e CDS-PP), relativo à situação das famílias que deixaram de conseguir pagar os seus créditos à habitação constitui um sinal muito preocupante de que o governo não pretende assumir as suas responsabilidades.
Alertamos para os seguintes aspectos
gravosos do projecto em discussão:
- em muitos casos, a entrega da casa não implicará a liquidação da dívida;
- em vários aspectos, o projecto remete para a negociação com a banca e obriga à reavaliação do valor da habitação, o qual só terá validade se a entidade bancária estiver de acordo com o seu valor. O que coloca por inteiro o poder de decisão nas mãos da banca, deixando as famílias numa posição muito desigual para negociar o quer que seja;
- as medidas vão no sentido da constituição de novas dívidas, ou do seu agravamento, em consequência da renegociação e do aumento do spread, agravando sobretudo as condições de vida das famílias com maior fragilidade económica;
- quem estiver perante a situação de perder a habitação não tem alternativas viáveis que não firam a sua dignidade.
Como temos vindo a reafirmar, a habitação, mais do que uma mercadoria é um bem fundamental à vida e um direito, constitucionalmente consagrado (artº 65º CRP). Por isso, defendemos que:
- Não pode haver despejos sem alternativas dignas para as famílias;
- A entrega da casa ao banco deve liquidar a dívida, tal como acontece em outros países, como os EUA ou a Islândia;
- Que as pessoas, não podendo pagar o seu empréstimo devido à deterioração da sua situação económica, e não tendo qualquer alternativa habitacional digna, tenham a possibilidade de se manter na mesma casa, como arrendatários, pagando um valor que não ultrapasse 30% do seu rendimento;
- Nas contratualizações em que seja necessário avaliações, estas devem ser feitas por entidades independentes e não pela banca.
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| Imagem da grande manifestação na cidade do Porto |
Face á surdez deste governo, urge não desarmar e intensificar a luta .
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